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terça-feira, 20 de março de 2007

Rodrigo Santoro, no Rio, fala sobre o filme hollywoodiano "300"


Tranqüilo, com um visual descontraído – barbudo, de calça jeans e ainda sem muita pinta de astro de Hollywood – Rodrigo Santoro falou nessa segunda-feira, 19, no Hotel Copacabana Palace, no Rio, da aventura de interpretar um rei gigante com voz de trovão em "300". O filme tem pré-estréia no Cine Odeon, no Rio, esta noite. Os atores Lena Headey e Gerard Butley (com ele na foto), que vivem respectivamente Gorgó e o rei Leônidas na trama, também participaram da apresentação.


A trama conta a batalha entre 300 espartanos e o exército persa do rei Xerxes - interpretado por ele - e é inspirada na obra de Frank Miller, criador de histórias em quadrinhos como Sin City.


O ator, que foi convidado durante as gravações da minissérie "Hoje é dia de Maria", da Globo, disse que teve que correr para não perder a oportunidade de estrelar o personagem - considerado por ele um dos maiores desafios de sua carreira até o momento.


“Enquanto gravava a minissérie, um maquiador fez uma touca de látex, porque o Xerxes é careca, então corri e fiz um vídeo caseiro e mandei para Los Angeles, pois estava sem tempo de viajar”, disse o ator, que foi chamado pelo produtor italiano Gianni Nunnari para o teste.


REGIME DE ENGORDA


Mas, mesmo assim, no tape Rodrigo estava magro demais. Ele ganhou quatro quilos para construir melhor o andrógino (na ficção) rei Xerxes. “Eu não tinha que ser viril e musculoso, mas ia interpretar a figura de um rei alto, sobrenatural com traços humanos”, destacou o ator, que participou apenas das duas últimas semanas de gravação do filme no Canadá.


“A maioria das cenas em estúdio eu fiz sem o Gerard Butler. Eu tive que olhar um ponto imaginário e me transportar, o que me exigiu um grande esforço”, destacou o ator, que está surpreso com o assédio dos paparazzi – agora internacionais.


Ele comentou um recente episódio em Nova York. “Eu estava jantando e vi os paparazzi. Eles agora filmam... Tinha um que não parava e me deixava o tempo todo no quadro. É uma indústria enorme”, disse o galã, sentindo o peso do fime - que já rendeu mais de 70 milhões de dólares em bilheteria.

quarta-feira, 14 de março de 2007

Irã condena filme de Rodrigo Santoro e prevê protestos mundiais

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Apesar de faturar US$ 70 milhões em sua estréia nos Estados Unidos, o filme “300”, que tem o ator brasileiro Rodrigo Santoro no elenco, não está agradando os iranianos.

“Os Estados Unidos sempre tentaram humilhar o Irã e sua rica identidade cultural”, afirmou Javad Shamghadri, consultor cultural do presidente iraniano Mahmoud Ahmadinejad.

O filme, baseado nos quadrinhos de Frank Miller, mostra a batalha de Termópilas, na qual 300 espartanos enfrentam o exército persa.

Rodrigo Santoro faz o imperador persa Xerxes, que é retratado como um vilão, além de um pouco efeminado, em contraste com os nobres e vigorosos espartanos.

A imprensa local fez coro. O jornal “Ayende-No” reclama que “300” mostra “os iranianos como demônios sem cultura ou humanidade, que só pensam em atacar outras nações e matar pessoas.”

E o Hamshahri, o jornal de maior circulação no Irã, disse que o filme “irá gerar uma onda de protestos em todo o mundo.

Iranianos que moram nos Estados Unidos e Europa não vão ficar indiferentes a este insulto.”
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Tranqüilo, com um visual descontraído – barbudo, de calça jeans e ainda sem muita pinta de astro de Hollywood – Rodrigo Santoro falou nessa segunda-feira, 19, no Hotel Copacabana Palace, no Rio, da aventura de interpretar um rei gigante com voz de trovão em "300". O filme tem pré-estréia no Cine Odeon, no Rio, esta noite. Os atores Lena Headey e Gerard Butley (com ele na foto), que vivem respectivamente Gorgó e o rei Leônidas na trama, também participaram da apresentação.


A trama conta a batalha entre 300 espartanos e o exército persa do rei Xerxes - interpretado por ele - e é inspirada na obra de Frank Miller, criador de histórias em quadrinhos como Sin City.


O ator, que foi convidado durante as gravações da minissérie "Hoje é dia de Maria", da Globo, disse que teve que correr para não perder a oportunidade de estrelar o personagem - considerado por ele um dos maiores desafios de sua carreira até o momento.


“Enquanto gravava a minissérie, um maquiador fez uma touca de látex, porque o Xerxes é careca, então corri e fiz um vídeo caseiro e mandei para Los Angeles, pois estava sem tempo de viajar”, disse o ator, que foi chamado pelo produtor italiano Gianni Nunnari para o teste.


REGIME DE ENGORDA


Mas, mesmo assim, no tape Rodrigo estava magro demais. Ele ganhou quatro quilos para construir melhor o andrógino (na ficção) rei Xerxes. “Eu não tinha que ser viril e musculoso, mas ia interpretar a figura de um rei alto, sobrenatural com traços humanos”, destacou o ator, que participou apenas das duas últimas semanas de gravação do filme no Canadá.


“A maioria das cenas em estúdio eu fiz sem o Gerard Butler. Eu tive que olhar um ponto imaginário e me transportar, o que me exigiu um grande esforço”, destacou o ator, que está surpreso com o assédio dos paparazzi – agora internacionais.


Ele comentou um recente episódio em Nova York. “Eu estava jantando e vi os paparazzi. Eles agora filmam... Tinha um que não parava e me deixava o tempo todo no quadro. É uma indústria enorme”, disse o galã, sentindo o peso do fime - que já rendeu mais de 70 milhões de dólares em bilheteria.
Postado por Igor Guilhon Marcadores: ,
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Apesar de faturar US$ 70 milhões em sua estréia nos Estados Unidos, o filme “300”, que tem o ator brasileiro Rodrigo Santoro no elenco, não está agradando os iranianos.

“Os Estados Unidos sempre tentaram humilhar o Irã e sua rica identidade cultural”, afirmou Javad Shamghadri, consultor cultural do presidente iraniano Mahmoud Ahmadinejad.

O filme, baseado nos quadrinhos de Frank Miller, mostra a batalha de Termópilas, na qual 300 espartanos enfrentam o exército persa.

Rodrigo Santoro faz o imperador persa Xerxes, que é retratado como um vilão, além de um pouco efeminado, em contraste com os nobres e vigorosos espartanos.

A imprensa local fez coro. O jornal “Ayende-No” reclama que “300” mostra “os iranianos como demônios sem cultura ou humanidade, que só pensam em atacar outras nações e matar pessoas.”

E o Hamshahri, o jornal de maior circulação no Irã, disse que o filme “irá gerar uma onda de protestos em todo o mundo.

Iranianos que moram nos Estados Unidos e Europa não vão ficar indiferentes a este insulto.”
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