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quarta-feira, 21 de março de 2007

VW SP- 2. O sonho que durou pouco


A oferta de carros-esporte sempre foi pequena no Brasil. No início da década de 70, era possível comprar modelos importados por alguns milhares de dólares, ou optar pelos nacionais Puma e Karmann Ghia.

Quem procurava por linhas que inspiravam velocidade não encontrava uma opção interessante entre os grandes fabricantes nacionais.

Foi assim até junho de 1972, quando entrava em produção o Volkswagen SP-2, com suas formas arredondadas que encantaram o mundo e se tornaram clássicas.

Criado em São Bernardo do Campo, o primeiro carro totalmente projetado no Brasil foi desenhado por Senor Schiemann e apresentado como protótipo na Feira da Indústria Alemã, em março de 1971.

Daí a sigla "SP", como homenagem ao Estado de São Paulo. Já o número "2", indicava a segunda versão do modelo SP, mais potente e veloz do que o SP-1, lançado na mesma época e cuja produção durou pouco.

O carro contava com detalhes estéticos exclusivos e um conjunto mecânico bem afinado.

A frente de quatro faróis acompanhava o padrão da perua Variant, originada do modelo europeu VW 412 type 4. O pára-choque de borracha com piscas integrados contornava a carroceria em conjunto com os frisos laterais e os filetes vermelhos refletivos.

Brilhando no pára-brisa, os limpadores de hastes pantográficas (que mantêm a posição ideal das palhetas) também compunham o estilo jovial.

Na parte traseira, chamavam a atenção a cobertura cromada do escapamento, as lanternas estreitas e a luz de ré colocada abaixo dos pára-choques. Os pneus radiais 185/70 eram montados em rodas de aro 14 completando o visual esportivo.

Ao abrir as portas, a visão dos bancos de couro (com encostos de cabeça e abas laterais de apoio para o corpo) confirmava se tratar de um legítimo Gran Turismo (GT). No painel, o velocímetro e o contagiros eram bem visíveis, logo atrás do volante de três raios - um ícone dos carros de corrida.

No centro, os quatro mostradores voltados para o motorista foram inspirados nos de modelos europeus. Detalhe interessante é a haste de acionamento dos limpadores de pára-brisa, a primeira a aparecer em um carro nacional.

O requinte do modelo também estava presente nas alavancas do câmbio e do freio de estacionamento revestidas de jacarandá.

Para o motorista, sentado a apenas 15 centímetros do chão, era um prazer acelerar o motor 1.7 de quatro cilindros opostos, que gerava 75 cavalos a 5.000 rpm. De acordo com dados do fabricante, 13 segundos eram suficientes para ir da imobilidade aos 100 km/h.

O ronco forte denunciava a dupla carburação, e os freios dianteiros a disco continham o ímpeto esportivo do modelo.

O chassi era basicamente o mesmo da Variant, assim como a suspensão, que apenas passou por ajustes para se adequar às velocidades mais altas.

Até fevereiro de 1976 foram produzidas 10.205 unidades do modelo, das quais 681 foram exportadas para a Europa.

Na esperança de ampliar o pequeno volume de vendas, até mesmo a fabricação do SP-3 foi sondada, com motor dianteiro refrigerado a água. Mas o carro não passou da fase de protótipo.

O alto custo de produzí-lo venceu a paixão dos admiradores do modelo. "O VW mais bonito do mundo", como anunciou na época do seu lançamento a revista alemã Hobby, saía de linha.
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segunda-feira, 26 de fevereiro de 2007

SUPER PROMOÇÃO DE NOVOS VW... O MENOR PREÇO DO MERCADO

Vocês acham que tudo nas montadoras é excelência???!!!
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Olhem estas imagens......

Clique nas imagens para ampliar

ACONTECEU EM SÃO PAULO (NO ABC), NO PÁTIO DA VOLKS, APÓS AS ÚLTIMAS FORTES CHUVAS ENGRAÇADO QUE NENHUMA EMISSORA DE TV TENHA NOTIFICADO.

POR QUE SERÁ???

IMAGINEM O QUE OS CLIENTES VÃO RECEBER NOS PRÓXIMOS DIAS.

FORAM APENAS 3.500 VEÍCULOS.

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A oferta de carros-esporte sempre foi pequena no Brasil. No início da década de 70, era possível comprar modelos importados por alguns milhares de dólares, ou optar pelos nacionais Puma e Karmann Ghia.

Quem procurava por linhas que inspiravam velocidade não encontrava uma opção interessante entre os grandes fabricantes nacionais.

Foi assim até junho de 1972, quando entrava em produção o Volkswagen SP-2, com suas formas arredondadas que encantaram o mundo e se tornaram clássicas.

Criado em São Bernardo do Campo, o primeiro carro totalmente projetado no Brasil foi desenhado por Senor Schiemann e apresentado como protótipo na Feira da Indústria Alemã, em março de 1971.

Daí a sigla "SP", como homenagem ao Estado de São Paulo. Já o número "2", indicava a segunda versão do modelo SP, mais potente e veloz do que o SP-1, lançado na mesma época e cuja produção durou pouco.

O carro contava com detalhes estéticos exclusivos e um conjunto mecânico bem afinado.

A frente de quatro faróis acompanhava o padrão da perua Variant, originada do modelo europeu VW 412 type 4. O pára-choque de borracha com piscas integrados contornava a carroceria em conjunto com os frisos laterais e os filetes vermelhos refletivos.

Brilhando no pára-brisa, os limpadores de hastes pantográficas (que mantêm a posição ideal das palhetas) também compunham o estilo jovial.

Na parte traseira, chamavam a atenção a cobertura cromada do escapamento, as lanternas estreitas e a luz de ré colocada abaixo dos pára-choques. Os pneus radiais 185/70 eram montados em rodas de aro 14 completando o visual esportivo.

Ao abrir as portas, a visão dos bancos de couro (com encostos de cabeça e abas laterais de apoio para o corpo) confirmava se tratar de um legítimo Gran Turismo (GT). No painel, o velocímetro e o contagiros eram bem visíveis, logo atrás do volante de três raios - um ícone dos carros de corrida.

No centro, os quatro mostradores voltados para o motorista foram inspirados nos de modelos europeus. Detalhe interessante é a haste de acionamento dos limpadores de pára-brisa, a primeira a aparecer em um carro nacional.

O requinte do modelo também estava presente nas alavancas do câmbio e do freio de estacionamento revestidas de jacarandá.

Para o motorista, sentado a apenas 15 centímetros do chão, era um prazer acelerar o motor 1.7 de quatro cilindros opostos, que gerava 75 cavalos a 5.000 rpm. De acordo com dados do fabricante, 13 segundos eram suficientes para ir da imobilidade aos 100 km/h.

O ronco forte denunciava a dupla carburação, e os freios dianteiros a disco continham o ímpeto esportivo do modelo.

O chassi era basicamente o mesmo da Variant, assim como a suspensão, que apenas passou por ajustes para se adequar às velocidades mais altas.

Até fevereiro de 1976 foram produzidas 10.205 unidades do modelo, das quais 681 foram exportadas para a Europa.

Na esperança de ampliar o pequeno volume de vendas, até mesmo a fabricação do SP-3 foi sondada, com motor dianteiro refrigerado a água. Mas o carro não passou da fase de protótipo.

O alto custo de produzí-lo venceu a paixão dos admiradores do modelo. "O VW mais bonito do mundo", como anunciou na época do seu lançamento a revista alemã Hobby, saía de linha.
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Postado por Igor Guilhon Marcadores: , ,
Vocês acham que tudo nas montadoras é excelência???!!!
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Olhem estas imagens......

Clique nas imagens para ampliar

ACONTECEU EM SÃO PAULO (NO ABC), NO PÁTIO DA VOLKS, APÓS AS ÚLTIMAS FORTES CHUVAS ENGRAÇADO QUE NENHUMA EMISSORA DE TV TENHA NOTIFICADO.

POR QUE SERÁ???

IMAGINEM O QUE OS CLIENTES VÃO RECEBER NOS PRÓXIMOS DIAS.

FORAM APENAS 3.500 VEÍCULOS.

Postado por Igor Guilhon Marcadores: , ,