quinta-feira, 28 de junho de 2007

FORTALEZA das antigas: Rua Major Facundo, em 1937

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Isso é BRASIL !!!


Fabiana Costa - Garota Pop - Clique (AQUI) para ver as fotos

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Russos organizam 'Big Brother' marciano


Seis desconhecidos confinados em um espaço fechado e observados 24 horas por dia. Parece um formato batido de programa de televisão? Que nada, é ciência espacial! Em parceria com pesquisadores europeus, cientistas russos planejam, no primeiro semestre de 2009, trancar um grupo de pessoas por 520 dias (é quase um ano e meio!) e estudar que problemas médicos e psicológicos podem surgir. O objetivo: se preparar para potenciais dificuldades humanas de uma missão a Marte.

Viajar ao planeta vermelho envolve mais que complicadas questões tecnológicas, como o tipo de foguete a ser usado e o desenvolvimento do módulo de pouso. Com a tecnologia atual, as sondas que enviamos a Marte demoram cerca de dois anos para sair daqui e chegar lá. Em uma futura missão tripulada, a viagem de ida e volta seria imensamente mais longa do que a parte no planeta em si. Em média, a duração prevista seria de, no mínimo, dois anos de viagem (ida e volta) para passar não mais que 30 dias por lá.

Passar dois anos a milhares de quilômetros do hospital mais próximo traz riscos de saúde grandes e óbvios. Em dois anos pessoas adoecem, morrem e nascem. E também cortam o dedo, arrancam a unha, quebram o braço e batem a cabeça. Têm brigas e se apaixonam. São coisas normais, que rumo a Marte podem se tornar um perigo à vida da tripulação e ao sucesso da missão.

Ninguém pode responder direito o que pode acontecer, porque, na prática, ninguém sabe o que vai se passar na cabeça dos astronautas durante uma missão como essa - por mais profissionais sérios e treinados que sejam. É por isso que o projeto Mars500 (“Mars” é Marte em inglês e o 500 se refere ao número de dias de confinamento) foi criado.

Baseado no programa montado pela Rússia para uma missão real a Marte, o projeto vai confinar seis pessoas, com formação científica, em instalações do Instituto de Problemas Biomédicos da Federação Russa, em Moscou. Haverá três fases principais: a simulação da viagem de ida (que levaria cerca de 250 dias), da chegada e descida em Marte (30 dias) e da viagem de volta (240 dias).

Durante todo o projeto eles estarão completamente isolados e vão realizar experimentos científicos como astronautas de verdade. A comida e a água que forem colocadas ali no primeiro dia -- iguaizinhas àquelas que os tripulantes da Estação Espacial Internacional (ISS) consomem -- vão precisar durar até o fim da simulação. As horas de atividade também serão iguais às da ISS: eles terão dois dias de folga a cada cinco de trabalho. Com a exceção do comandante, os outros tripulantes vão se revezar nos turnos da noite.

Os participantes só poderão se comunicar por rádio, que também vai simular a viagem a Marte -- ou seja, haverá um atraso nas comunicações de 20 minutos. O “astronauta” pergunta e só 20 minutos depois o controle de missão receberá a questão. Eles respondem e são mais 20 minutos até a tripulação receber a resposta. Qualquer emergência que ocorra lá dentro, real ou simulada, eles terão que resolver sozinhos.


“Com a finalização da construção da Estação Espacial Internacional, missões tripuladas à Lua e a Marte são o próximo passo lógico da exploração espacial e estudos de isolamento são uma ferramenta importante para investigar os efeitos de longo prazo nos seres humanos, e também para testar as ferramentas e os procedimentos operacionais envolvidos em um projeto como esse”, explica Jennifer Ngo-Anh, a responsável pela participação da Agência Espacial Européia (ESA) no projeto russo.

Segundo ela, a idéia principal é imitar da melhor maneira possível todos os aspectos do ambiente de uma nave espacial. Isso inclui limitação de espaço e de recursos, perda da Terra como referência visual e de coisas como a luz solar e o ciclo normal de dia e noite. “Simulações como essa ficam centradas nas investigações de natureza psicológica. Por exemplo, os efeitos do isolamento, do confinamento, da composição da equipe, das diferenças sócio-culturais entre os tripulantes e de outros fatores humanos, individuais e coletivos, na perfomance do grupo”, diz ela. Como extra, iniciativas do tipo servem para testar também equipamentos e a comunicação entre “astronautas” e o controle de missão.

Em “Marte”

A instalação onde os ‘brothers de Marte’ ficarão confinados é composta por cinco módulos (veja gráfico). A área dos quatro onde eles vão viver a maior parte do tempo é de 550 metros cúbicos (cúbicos, porque simula uma nave espacial, onde, pela ausência de gravidade, todo o espaço pode ser usado) - o que é excelente para um apartamento, mas um pouco apertado para seis pessoas levarem uma vida durante um ano e meio. Cada módulo tem uma função exclusiva. O primeiro é onde serão feitas as pesquisas e onde eventuais problemas de saúde poderão ser tratados (em caso de alguma doença contagiosa, por exemplo, o tripulante fica isolado do resto dos colegas ali). O segundo é onde os participantes vão dormir (em quartos individuais), comer, tomar banho, conversar e conviver. O terceiro é o módulo de órbita e pouso em Marte. O quarto abriga a despensa e o quinto, externo, é “Marte”.

Quando chegarem à segunda fase da missão três tripulantes selecionados vão ter a “honra” de simular os trabalhos no planeta. Se na vida real ser escolhido para pisar em Marte será uma honraria disputada por astronautas de todo o mundo, na simulação russa pode ser uma grande roubada. Os três “sortudos” passarão 30 dias isolados dos outros três, “em Marte”. Até aí, tudo bem. O problema é que antes do “pouso”, eles ficarão outros 30 dias presos às suas camas em posição inclinada, com a cabeça mais baixa que o corpo. O objetivo não é torturar ninguém, mas simular fisiologicamente alguns dos efeitos da gravidade reduzida.


“Durante esse tipo de estudo em cama é possível simular muitos dos fenômenos que ocorrem quando estamos em microgravidade, como a elevação dos fluídos do corpo e a redistribuição do peso, entre outros”, explica Jennifer Ngo-Anh.

O truque de colocar participantes quase de ponta cabeça para simular a microgravidade pode até dar certo, mas não há jeito de se simular a sensação de ausência de gravidade na Terra (pelo menos não por longos períodos de tempo). Essa é uma das coisas que o Mars500 não poderá testar e é um dos principais problemas de uma missão espacial de longa duração.

A ausência de gravidade enfraquece ossos e atrofia músculos. Na Estação Espacial Internacional, onde astronautas ficam no máximo seis meses consecutivos, há uma esteira onde eles são obrigados a correr regularmente para tentar minimizar os problemas causados pela falta de peso. Rumo a Marte, com aparente gravidade zero por muito mais tempo, o problema deve ser ainda maior.

Riscos e tabus

As questões que o projeto russo pretende responder são sérios dilemas éticos, que estão tirando o sono de especialistas de todo o mundo. Recentemente, um documento da Nasa divulgado à imprensa pedia mais discussões sobre o que fazer em casos como doença e morte durante uma missão de longa duração.

Parece excesso de pessimismo? Pois está longe de ser. Um simples corte no dedão que infeccionasse de forma grave durante uma missão poderia causar problemas graves, e ameaçaria todo o sucesso da missão. Mesmo que houvesse um médico a bordo há certas coisas que só podem ser tratadas em um hospital. O que fazer se o apêndice de um tripulante estourar durante a viagem? Se alguém se estranhar com um equipamento e perder um braço? Se dois astronautas, estressados pela pressão de um projeto como esse, perdessem a cabeça e brigassem até algum se machucar de verdade?

Na teoria, gostaríamos de acreditar que vidas humanas seriam mais importantes e que a missão deveria ser abortada e a nave levada de volta à Terra. Mas no espaço as coisas não são tão simples. Não é possível simplesmente virar a nave 180º e voltar para a Terra, porque viagens do tipo são cuidadosamente calculadas. O combustível é contado e a trajetória depende da gravidade dos corpos celestes por ali.

Há mais: o que fazer se alguém morrer a bordo? Jogar o corpo pela escotilha como lixo espacial? Não parece algo que as famílias vão gostar muito. Ou deixar o que restou da tripulação conviver com um cadáver a bordo por meses a fio? Outro ponto, mais tabu nas agências espaciais que a morte: o sexo. Não é difícil imaginar que uma tripulação mista, confinada por tanto tempo junta, estressada e pressionada, comece a ter pensamentos menos profissionais e mais carnais ao olhar para os colegas. E nenhuma agência até agora parece levar essa possibilidade numa boa.

O que fazer para minimizar esse tipo de coisa? Levar tripulações somente com homens ou somente com mulheres não vai parecer lá muito bem aos olhos de quem defende a igualdade entre os sexos - e, de qualquer maneira, ninguém garante que esse é um modo muito eficiente de evitar o sexo no espaço. No caso de doenças, parece inteligente levar astronautas mais jovens do que mais velhos, que, embora mais experientes, também são mais sujeitos a problemas de saúde. Por outro lado, a radiação espacial pode causar infertilidade e problemas genéticos nos óvulos e espermatozóides - e, nesse ponto, os astronautas mais velhos, que já tiveram filhos, levam vantagem, pois têm menos a perder.

A tripulação e o início da jornada

É por isso que a seleção das vagas para o Mars500 será rigorosa. A distribuição entre homens e mulheres vai depender de quem se qualificar melhor na seleção. Sabe-se, no entanto, que a tripulação será internacional e deverá falar inglês e russo. Segundo Jennifer Ngo-Anh, a seleção será o mais próxima possível da feita com candidatos a astronautas de verdade. “É claro que nossos voluntários estão a par do fato de que não vão voar para lugar nenhum, mas os critérios para a escolha dos participantes serão similares, senão os mesmos, que os exigidos de futuros astronautas. A contribuição deles para a preparação de missões tripuladas de longa duração será suprema”, diz ela.

Quem topar aventura precisa ter entre 25 e 50 anos, falar inglês e russo fluentemente, ter formação universitária e especialização em engenharia, biologia, medicina ou ciência da computação. Conhecimentos de primeiros socorros são bem vindos. A seleção dos participantes já começou (ficou interessado? Visite o
site, em inglês, e veja como se inscrever).

Os trabalhos começam já em dezembro de 2007, com um teste de isolamento que deve durar entre 10 dias e duas semanas. No primeiro semestre de 2008, outro teste, dessa vez, de 100 dias. No segundo semestre, mais um de 100 dias. E no primeiro semestre de 2009 começa a aventura para valer. Moscou não é Marte, mas a experiência promete reservar muitas emoções. Vale uma espiadinha.
g1

Charge do dia


Mundo das marcas: American Express - Não Saia de Casa Sem Ele

A história da American Express Company começou em 1850 na cidade de Búfalo, Estados Unidos, quando os senhores Henry Wells, William Fargo, Butterfield, Livingston e Wasson se uniram para começar um “serviço expresso” de transporte de cargas e valores, que depois de pronto estendeu-se a produtos financeiros como ordens de pagamento e cheques de viagem.

Em 1882, Marcellus Berry, empregado da American Express, criou a inovadora ordem de pagamento “Money Order” da American Express e em 1891 criou os American Express Travelers Check, idéia do funcionário Marcellus Berry, em resposta às necessidades daqueles que realizavam viagens extensas, principalmente viagens internacionais, e que necessitavam de uma forma simples e segura de transportar valores.

Atualmente disponíveis em 9 moedas (dólar americano, libra esterlina, franco suíço, iene japonês, dólar canadense, dólar australiano, florim holandês, rial saudita e euro) os American Express Travelers Cheques são aceitos em mais de 150 países.

Depois de uma época de expansão internacional e uma forte tendência para a indústria de viagens, a empresa aumentou o seu reconhecimento com o lançamento do American Express Card.

Emitido nos Estados Unidos e Canadá pela primeira vez em 1958, sobre um cartão de cor lilás, em 1964 já contava com mais de um milhão de associados e 121.000 estabelecimentos afiliados.


No ano de 1969 introduziu o famoso slogan “The only money, wich a traveler needs”, com o objetivo de provocar a utilização do meio de pagamento em viagens para o exterior.

Em 1970 já era aceito em mais de dez países.

Seu rápido crescimento deveu-se à força de sua marca, à excelência de seus serviços a clientes e a seus escritórios ao redor de todo o mundo.

Em 1975 a empresa lançou as famosas campanhas “Don’t leave home without it”, que tinha como protagonista o ator Karl Maden, estrelando mais de 100 comerciais, e “Do You Know Me?”.

Foi neste mesmo ano que a empresa lançou o novo logotipo corporativo conhecido como “Blue Box”, que se tornou uma das mais familiares e conhecidas identificações corporativas do mundo.

Em 1987 o slogan “Pay simple with your good name”, criado pela agência Ogilvy & Mather, foi introduzido no mercado.

Na década de 90 a empresa utilizou garotos propaganda como o golfista Tiger Woods e Jerry Seinfeld em suas campanhas publicitárias.

No ano de 2002, a campanha publicitária “Long Lives Dreams” foi lançada no mercado.

As necessidades dos clientes impulsionaram a American Express a reinventar-se constantemente e é essa capacidade de reinvenção que faz dela uma empresa única.

O valor

Segundo a consultoria britânica InterBrands, somente a marca American Express está avaliada em US$ 17.68 bilhões, ocupando a posição de número 14 no ranking das marcas mais valiosas do mundo.

A marca no mundo

A partir da década de 90, concentrou suas atividades como provedora global de serviços de viagens, financeiros e de cartões, expandindo suas operações através de alianças e co-brandings, contando atualmente com mais de 1.700 escritórios de viagens em mais de 130 países. A empresa possui uma base de 42 milhões de associados.

mundodasmarcas

quarta-feira, 27 de junho de 2007

FORTALEZA das antigas: Mucuripe - 1956

FUNDO DO BAÚ: Anúncio Lambretta - 1962

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FÓRMULA TRUCK

Conheça em detalhes como os caminhões são preparados para impressionar o público nos Autódromos.


A potência do motor passa de 440 cv do Axor 2044 de estrada para algo próximo dos 1.100 cv, com virabrequim e comando especiais, bielas sob medida, pistões e válvulas especiais e retrabalho no cabeçote. Enquanto o caminhão de estrada chega a 2.100 rpm, o Truck chega a 3.700 rpm. O lugar da entrada de ar para o turbo muda da lateral da cabine para uma tomada frontal, na parte superior do pára-brisa. Um grande diferencial do motor é a turbina, de proporções bem maiores que nas utilizadas no caminhão estrada -o regulamento técnico faculta às equipes o uso do kit biturbo.

O sistema ainda conta com escapamento direto, sem o silenciador e o catalisador, obrigatórios no caminhão de transporte. Todas essas mudanças e mais a disponibilidade de seis diferenciais originais permitem que o Truck, que pesa quase cinco toneladas, chegue a uma velocidade de 230 km/h.

Cabine

Se há um lugar em que o carreteiro leva nítida vantagem sobre o piloto da Fórmula Truck é na cabine. Ela passa por uma mudança radical, pondo fim ao conforto existente no caminhão de estrada. Saem o painel, os revestimentos, a forração térmica, a cabine leito, os bancos pneumáticos e o ar-condicionado. Durante as corridas as temperaturas internas na cabine podem superar a casa dos 50 graus.

Entram o banco tipo concha para competição e espelhos menores. No lugar do painel aparecem o conta-giros e os relógios de temperatura de água e óleo e de pressão do turbo. Por questão de segurança, a cabine é mantida igual à original, em chapas de aço, nas quais é instalado o santantônio (arco de proteção em caso de capotagem) homologado pela organização. Também é obrigatório o uso do cinto de segurança especial para competição, com cinco pontos de fixação.

Na falta de um pneu específico para corridas de caminhão, a Truck brasileira utiliza o modelo Bridgestone R227, sem câmara, o mesmo utilizado nos caminhões estradeiros. O segredo é a raspagem (limagem) da banda de rodagem, que dá semelhança e desempenho próximo ao dos pneus slick (lisos) normais de competição. O uso de roda original de aço para o rodado externo do eixo traseiro é obrigatório. Nos demais, as rodas são de alumínio.

O sistema de freios é especial e funciona a disco na traseira e na dianteira, com sistema especial de refrigeração para poder frear rápido. No Axor 2044, os freios são a tambor nas rodas traseiras e a disco nas dianteiras.

Câmbio e peso

O câmbio usado no caminhão Axor 2044 de corrida é igual ao do caminhão de estrada, sem qualquer retrabalho. A confecção da quinta roda (engate da carreta) é de fibra de vidro, diferente da do caminhão original, de aço. É obrigatório o uso da quinta roda para não descaracterizar o cavalo mecânico. O F-Truck da Mercedes-Benz pesa 4,7 mil quilos, contra as 7,3 toneladas do caminhão de estrada (sem a carreta).

Ingressos: onde comprar

Eles custam R$ 25,00. A compra antecipada dá direito a um boné oficial. No domingo, no Autódromo, terão o mesmo preço. Crianças até 8 anos, acompanhadas dos pais, e idosos com mais de 65 anos têm acesso gratuito. Para estudantes com desconto de 50%, serão vendidos no autódromo, a partir de sexta. Confira onde comprar: Posto Servi 100, Posto Iguatemi, Posto Meireles I, Posto Meireles II, Posto Meireles III, Posto Record, Posto Sousa Pet I, Posto Souza B, Posto Estação Dominique, Posto Jab, Centro Automotivo Bezerra Menezes, DH Empreendimentos, Posto Dias Roma, J.C. Comércio de Combustíveis, Posto Hora Certa, Posto Neri 105, Posto Podium, Posto Dunas, RR Pneus, FG Pneus, EG Comércio de Pneus, Hélio Barreira & Cia, Beto´s Car Manutenção, Acepel e GC Pneus e Acessórios.

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Postado por Igor Guilhon Marcadores:

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Seis desconhecidos confinados em um espaço fechado e observados 24 horas por dia. Parece um formato batido de programa de televisão? Que nada, é ciência espacial! Em parceria com pesquisadores europeus, cientistas russos planejam, no primeiro semestre de 2009, trancar um grupo de pessoas por 520 dias (é quase um ano e meio!) e estudar que problemas médicos e psicológicos podem surgir. O objetivo: se preparar para potenciais dificuldades humanas de uma missão a Marte.

Viajar ao planeta vermelho envolve mais que complicadas questões tecnológicas, como o tipo de foguete a ser usado e o desenvolvimento do módulo de pouso. Com a tecnologia atual, as sondas que enviamos a Marte demoram cerca de dois anos para sair daqui e chegar lá. Em uma futura missão tripulada, a viagem de ida e volta seria imensamente mais longa do que a parte no planeta em si. Em média, a duração prevista seria de, no mínimo, dois anos de viagem (ida e volta) para passar não mais que 30 dias por lá.

Passar dois anos a milhares de quilômetros do hospital mais próximo traz riscos de saúde grandes e óbvios. Em dois anos pessoas adoecem, morrem e nascem. E também cortam o dedo, arrancam a unha, quebram o braço e batem a cabeça. Têm brigas e se apaixonam. São coisas normais, que rumo a Marte podem se tornar um perigo à vida da tripulação e ao sucesso da missão.

Ninguém pode responder direito o que pode acontecer, porque, na prática, ninguém sabe o que vai se passar na cabeça dos astronautas durante uma missão como essa - por mais profissionais sérios e treinados que sejam. É por isso que o projeto Mars500 (“Mars” é Marte em inglês e o 500 se refere ao número de dias de confinamento) foi criado.

Baseado no programa montado pela Rússia para uma missão real a Marte, o projeto vai confinar seis pessoas, com formação científica, em instalações do Instituto de Problemas Biomédicos da Federação Russa, em Moscou. Haverá três fases principais: a simulação da viagem de ida (que levaria cerca de 250 dias), da chegada e descida em Marte (30 dias) e da viagem de volta (240 dias).

Durante todo o projeto eles estarão completamente isolados e vão realizar experimentos científicos como astronautas de verdade. A comida e a água que forem colocadas ali no primeiro dia -- iguaizinhas àquelas que os tripulantes da Estação Espacial Internacional (ISS) consomem -- vão precisar durar até o fim da simulação. As horas de atividade também serão iguais às da ISS: eles terão dois dias de folga a cada cinco de trabalho. Com a exceção do comandante, os outros tripulantes vão se revezar nos turnos da noite.

Os participantes só poderão se comunicar por rádio, que também vai simular a viagem a Marte -- ou seja, haverá um atraso nas comunicações de 20 minutos. O “astronauta” pergunta e só 20 minutos depois o controle de missão receberá a questão. Eles respondem e são mais 20 minutos até a tripulação receber a resposta. Qualquer emergência que ocorra lá dentro, real ou simulada, eles terão que resolver sozinhos.


“Com a finalização da construção da Estação Espacial Internacional, missões tripuladas à Lua e a Marte são o próximo passo lógico da exploração espacial e estudos de isolamento são uma ferramenta importante para investigar os efeitos de longo prazo nos seres humanos, e também para testar as ferramentas e os procedimentos operacionais envolvidos em um projeto como esse”, explica Jennifer Ngo-Anh, a responsável pela participação da Agência Espacial Européia (ESA) no projeto russo.

Segundo ela, a idéia principal é imitar da melhor maneira possível todos os aspectos do ambiente de uma nave espacial. Isso inclui limitação de espaço e de recursos, perda da Terra como referência visual e de coisas como a luz solar e o ciclo normal de dia e noite. “Simulações como essa ficam centradas nas investigações de natureza psicológica. Por exemplo, os efeitos do isolamento, do confinamento, da composição da equipe, das diferenças sócio-culturais entre os tripulantes e de outros fatores humanos, individuais e coletivos, na perfomance do grupo”, diz ela. Como extra, iniciativas do tipo servem para testar também equipamentos e a comunicação entre “astronautas” e o controle de missão.

Em “Marte”

A instalação onde os ‘brothers de Marte’ ficarão confinados é composta por cinco módulos (veja gráfico). A área dos quatro onde eles vão viver a maior parte do tempo é de 550 metros cúbicos (cúbicos, porque simula uma nave espacial, onde, pela ausência de gravidade, todo o espaço pode ser usado) - o que é excelente para um apartamento, mas um pouco apertado para seis pessoas levarem uma vida durante um ano e meio. Cada módulo tem uma função exclusiva. O primeiro é onde serão feitas as pesquisas e onde eventuais problemas de saúde poderão ser tratados (em caso de alguma doença contagiosa, por exemplo, o tripulante fica isolado do resto dos colegas ali). O segundo é onde os participantes vão dormir (em quartos individuais), comer, tomar banho, conversar e conviver. O terceiro é o módulo de órbita e pouso em Marte. O quarto abriga a despensa e o quinto, externo, é “Marte”.

Quando chegarem à segunda fase da missão três tripulantes selecionados vão ter a “honra” de simular os trabalhos no planeta. Se na vida real ser escolhido para pisar em Marte será uma honraria disputada por astronautas de todo o mundo, na simulação russa pode ser uma grande roubada. Os três “sortudos” passarão 30 dias isolados dos outros três, “em Marte”. Até aí, tudo bem. O problema é que antes do “pouso”, eles ficarão outros 30 dias presos às suas camas em posição inclinada, com a cabeça mais baixa que o corpo. O objetivo não é torturar ninguém, mas simular fisiologicamente alguns dos efeitos da gravidade reduzida.


“Durante esse tipo de estudo em cama é possível simular muitos dos fenômenos que ocorrem quando estamos em microgravidade, como a elevação dos fluídos do corpo e a redistribuição do peso, entre outros”, explica Jennifer Ngo-Anh.

O truque de colocar participantes quase de ponta cabeça para simular a microgravidade pode até dar certo, mas não há jeito de se simular a sensação de ausência de gravidade na Terra (pelo menos não por longos períodos de tempo). Essa é uma das coisas que o Mars500 não poderá testar e é um dos principais problemas de uma missão espacial de longa duração.

A ausência de gravidade enfraquece ossos e atrofia músculos. Na Estação Espacial Internacional, onde astronautas ficam no máximo seis meses consecutivos, há uma esteira onde eles são obrigados a correr regularmente para tentar minimizar os problemas causados pela falta de peso. Rumo a Marte, com aparente gravidade zero por muito mais tempo, o problema deve ser ainda maior.

Riscos e tabus

As questões que o projeto russo pretende responder são sérios dilemas éticos, que estão tirando o sono de especialistas de todo o mundo. Recentemente, um documento da Nasa divulgado à imprensa pedia mais discussões sobre o que fazer em casos como doença e morte durante uma missão de longa duração.

Parece excesso de pessimismo? Pois está longe de ser. Um simples corte no dedão que infeccionasse de forma grave durante uma missão poderia causar problemas graves, e ameaçaria todo o sucesso da missão. Mesmo que houvesse um médico a bordo há certas coisas que só podem ser tratadas em um hospital. O que fazer se o apêndice de um tripulante estourar durante a viagem? Se alguém se estranhar com um equipamento e perder um braço? Se dois astronautas, estressados pela pressão de um projeto como esse, perdessem a cabeça e brigassem até algum se machucar de verdade?

Na teoria, gostaríamos de acreditar que vidas humanas seriam mais importantes e que a missão deveria ser abortada e a nave levada de volta à Terra. Mas no espaço as coisas não são tão simples. Não é possível simplesmente virar a nave 180º e voltar para a Terra, porque viagens do tipo são cuidadosamente calculadas. O combustível é contado e a trajetória depende da gravidade dos corpos celestes por ali.

Há mais: o que fazer se alguém morrer a bordo? Jogar o corpo pela escotilha como lixo espacial? Não parece algo que as famílias vão gostar muito. Ou deixar o que restou da tripulação conviver com um cadáver a bordo por meses a fio? Outro ponto, mais tabu nas agências espaciais que a morte: o sexo. Não é difícil imaginar que uma tripulação mista, confinada por tanto tempo junta, estressada e pressionada, comece a ter pensamentos menos profissionais e mais carnais ao olhar para os colegas. E nenhuma agência até agora parece levar essa possibilidade numa boa.

O que fazer para minimizar esse tipo de coisa? Levar tripulações somente com homens ou somente com mulheres não vai parecer lá muito bem aos olhos de quem defende a igualdade entre os sexos - e, de qualquer maneira, ninguém garante que esse é um modo muito eficiente de evitar o sexo no espaço. No caso de doenças, parece inteligente levar astronautas mais jovens do que mais velhos, que, embora mais experientes, também são mais sujeitos a problemas de saúde. Por outro lado, a radiação espacial pode causar infertilidade e problemas genéticos nos óvulos e espermatozóides - e, nesse ponto, os astronautas mais velhos, que já tiveram filhos, levam vantagem, pois têm menos a perder.

A tripulação e o início da jornada

É por isso que a seleção das vagas para o Mars500 será rigorosa. A distribuição entre homens e mulheres vai depender de quem se qualificar melhor na seleção. Sabe-se, no entanto, que a tripulação será internacional e deverá falar inglês e russo. Segundo Jennifer Ngo-Anh, a seleção será o mais próxima possível da feita com candidatos a astronautas de verdade. “É claro que nossos voluntários estão a par do fato de que não vão voar para lugar nenhum, mas os critérios para a escolha dos participantes serão similares, senão os mesmos, que os exigidos de futuros astronautas. A contribuição deles para a preparação de missões tripuladas de longa duração será suprema”, diz ela.

Quem topar aventura precisa ter entre 25 e 50 anos, falar inglês e russo fluentemente, ter formação universitária e especialização em engenharia, biologia, medicina ou ciência da computação. Conhecimentos de primeiros socorros são bem vindos. A seleção dos participantes já começou (ficou interessado? Visite o
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Os trabalhos começam já em dezembro de 2007, com um teste de isolamento que deve durar entre 10 dias e duas semanas. No primeiro semestre de 2008, outro teste, dessa vez, de 100 dias. No segundo semestre, mais um de 100 dias. E no primeiro semestre de 2009 começa a aventura para valer. Moscou não é Marte, mas a experiência promete reservar muitas emoções. Vale uma espiadinha.
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A história da American Express Company começou em 1850 na cidade de Búfalo, Estados Unidos, quando os senhores Henry Wells, William Fargo, Butterfield, Livingston e Wasson se uniram para começar um “serviço expresso” de transporte de cargas e valores, que depois de pronto estendeu-se a produtos financeiros como ordens de pagamento e cheques de viagem.

Em 1882, Marcellus Berry, empregado da American Express, criou a inovadora ordem de pagamento “Money Order” da American Express e em 1891 criou os American Express Travelers Check, idéia do funcionário Marcellus Berry, em resposta às necessidades daqueles que realizavam viagens extensas, principalmente viagens internacionais, e que necessitavam de uma forma simples e segura de transportar valores.

Atualmente disponíveis em 9 moedas (dólar americano, libra esterlina, franco suíço, iene japonês, dólar canadense, dólar australiano, florim holandês, rial saudita e euro) os American Express Travelers Cheques são aceitos em mais de 150 países.

Depois de uma época de expansão internacional e uma forte tendência para a indústria de viagens, a empresa aumentou o seu reconhecimento com o lançamento do American Express Card.

Emitido nos Estados Unidos e Canadá pela primeira vez em 1958, sobre um cartão de cor lilás, em 1964 já contava com mais de um milhão de associados e 121.000 estabelecimentos afiliados.


No ano de 1969 introduziu o famoso slogan “The only money, wich a traveler needs”, com o objetivo de provocar a utilização do meio de pagamento em viagens para o exterior.

Em 1970 já era aceito em mais de dez países.

Seu rápido crescimento deveu-se à força de sua marca, à excelência de seus serviços a clientes e a seus escritórios ao redor de todo o mundo.

Em 1975 a empresa lançou as famosas campanhas “Don’t leave home without it”, que tinha como protagonista o ator Karl Maden, estrelando mais de 100 comerciais, e “Do You Know Me?”.

Foi neste mesmo ano que a empresa lançou o novo logotipo corporativo conhecido como “Blue Box”, que se tornou uma das mais familiares e conhecidas identificações corporativas do mundo.

Em 1987 o slogan “Pay simple with your good name”, criado pela agência Ogilvy & Mather, foi introduzido no mercado.

Na década de 90 a empresa utilizou garotos propaganda como o golfista Tiger Woods e Jerry Seinfeld em suas campanhas publicitárias.

No ano de 2002, a campanha publicitária “Long Lives Dreams” foi lançada no mercado.

As necessidades dos clientes impulsionaram a American Express a reinventar-se constantemente e é essa capacidade de reinvenção que faz dela uma empresa única.

O valor

Segundo a consultoria britânica InterBrands, somente a marca American Express está avaliada em US$ 17.68 bilhões, ocupando a posição de número 14 no ranking das marcas mais valiosas do mundo.

A marca no mundo

A partir da década de 90, concentrou suas atividades como provedora global de serviços de viagens, financeiros e de cartões, expandindo suas operações através de alianças e co-brandings, contando atualmente com mais de 1.700 escritórios de viagens em mais de 130 países. A empresa possui uma base de 42 milhões de associados.

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A potência do motor passa de 440 cv do Axor 2044 de estrada para algo próximo dos 1.100 cv, com virabrequim e comando especiais, bielas sob medida, pistões e válvulas especiais e retrabalho no cabeçote. Enquanto o caminhão de estrada chega a 2.100 rpm, o Truck chega a 3.700 rpm. O lugar da entrada de ar para o turbo muda da lateral da cabine para uma tomada frontal, na parte superior do pára-brisa. Um grande diferencial do motor é a turbina, de proporções bem maiores que nas utilizadas no caminhão estrada -o regulamento técnico faculta às equipes o uso do kit biturbo.

O sistema ainda conta com escapamento direto, sem o silenciador e o catalisador, obrigatórios no caminhão de transporte. Todas essas mudanças e mais a disponibilidade de seis diferenciais originais permitem que o Truck, que pesa quase cinco toneladas, chegue a uma velocidade de 230 km/h.

Cabine

Se há um lugar em que o carreteiro leva nítida vantagem sobre o piloto da Fórmula Truck é na cabine. Ela passa por uma mudança radical, pondo fim ao conforto existente no caminhão de estrada. Saem o painel, os revestimentos, a forração térmica, a cabine leito, os bancos pneumáticos e o ar-condicionado. Durante as corridas as temperaturas internas na cabine podem superar a casa dos 50 graus.

Entram o banco tipo concha para competição e espelhos menores. No lugar do painel aparecem o conta-giros e os relógios de temperatura de água e óleo e de pressão do turbo. Por questão de segurança, a cabine é mantida igual à original, em chapas de aço, nas quais é instalado o santantônio (arco de proteção em caso de capotagem) homologado pela organização. Também é obrigatório o uso do cinto de segurança especial para competição, com cinco pontos de fixação.

Na falta de um pneu específico para corridas de caminhão, a Truck brasileira utiliza o modelo Bridgestone R227, sem câmara, o mesmo utilizado nos caminhões estradeiros. O segredo é a raspagem (limagem) da banda de rodagem, que dá semelhança e desempenho próximo ao dos pneus slick (lisos) normais de competição. O uso de roda original de aço para o rodado externo do eixo traseiro é obrigatório. Nos demais, as rodas são de alumínio.

O sistema de freios é especial e funciona a disco na traseira e na dianteira, com sistema especial de refrigeração para poder frear rápido. No Axor 2044, os freios são a tambor nas rodas traseiras e a disco nas dianteiras.

Câmbio e peso

O câmbio usado no caminhão Axor 2044 de corrida é igual ao do caminhão de estrada, sem qualquer retrabalho. A confecção da quinta roda (engate da carreta) é de fibra de vidro, diferente da do caminhão original, de aço. É obrigatório o uso da quinta roda para não descaracterizar o cavalo mecânico. O F-Truck da Mercedes-Benz pesa 4,7 mil quilos, contra as 7,3 toneladas do caminhão de estrada (sem a carreta).

Ingressos: onde comprar

Eles custam R$ 25,00. A compra antecipada dá direito a um boné oficial. No domingo, no Autódromo, terão o mesmo preço. Crianças até 8 anos, acompanhadas dos pais, e idosos com mais de 65 anos têm acesso gratuito. Para estudantes com desconto de 50%, serão vendidos no autódromo, a partir de sexta. Confira onde comprar: Posto Servi 100, Posto Iguatemi, Posto Meireles I, Posto Meireles II, Posto Meireles III, Posto Record, Posto Sousa Pet I, Posto Souza B, Posto Estação Dominique, Posto Jab, Centro Automotivo Bezerra Menezes, DH Empreendimentos, Posto Dias Roma, J.C. Comércio de Combustíveis, Posto Hora Certa, Posto Neri 105, Posto Podium, Posto Dunas, RR Pneus, FG Pneus, EG Comércio de Pneus, Hélio Barreira & Cia, Beto´s Car Manutenção, Acepel e GC Pneus e Acessórios.

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Postado por Igor Guilhon Marcadores: , ,