quinta-feira, 6 de maio de 2010
domingo, 25 de abril de 2010
Um dia de merda

O que é um peido para quem está todo cagado?
A expressão do título é conhecida de todos, mas o texto que a originou é menos. É uma obra de Luís Fernando Veríssimo sobre a obra veríssima que ele fez numa viagem para Miami.
Só o li recentemente e transcrevo abaixo.
Aeroporto Santos Dumont, 15:30..
Senti um pequeno mal-estar causado por uma cólica intestinal, mas nada que uma urinada ou uma barrigada não aliviasse.
Mas,atrasado para chegar ao ônibus que me levaria para o Galeão, de onde partiria o vôo para Miami, resolvi segurar as pontas.
Afinal de contas são só uns 15 minutos de busão.' Chegando lá, tenho tempo de sobra para dar aquela mijadinha esperta, tranquilo, o avião só sairia às 16:30'.
Entrando no ônibus, sem sanitários. Senti a primeira contração e tomei consciência de que minha gravidez fecal chegara ao nono mês e que faria um parto de cócoras assim que entrasse no banheiro do aeroporto.
Virei para o meu amigo que me acompanhava e, sutil falei: 'Cara, mal posso esperar para chegar na merda do aeroporto porque preciso largar um barro.'
'Nesse momento, senti um urubu beliscando minha cueca, mas botei a força de vontade para trabalhar e segurei a onda.'
O ônibus nem tinha começado a andar quando, para meu desespero, uma voz disse pelo alto falante: 'Senhoras e senhores, nossa viagem, entre os dois aeroportos, levará em torno de 1hora, devido a obras na pista.
'Aí o urubu ficou maluco querendo sair a qualquer custo'. Fiz um esforço hercúleo para segurar o trem merda que estava para chegar na estação ânus a qualquer momento. Suava em bicas
Meu amigo percebeu e, como bom amigo que era, aproveitou para tirar um sarro.
O alívio provisório veio em forma de bolhas estomacais, indicando que pelo menos por enquanto as coisas tinham se acomodado.
Tentava me distrair vendo TV, mas só conseguia pensar em um banheiro, não com uma privada, mas com um vaso sanitário tão branco e tão limpo que alguém poderia botar seu almoço nele. E o papel higiênico então: branco e macio, com textura e perfume e, ops, senti um volume almofadado entre meu traseiro e o assento do ônibus e percebi, consternado, que havia cagado.
Um cocô sólido e comprido daqueles que dão orgulho de pai ao seu autor. Daqueles que dá vontade de ligar pros amigos e parentes e convidá-los a apreciar na privada. Tão perfeita obra, dava pra expor em uma bienal.
Mas sem dúvida, a situação tava tensa. Olhei para o meu amigo, procurando um pouco de piedade, e confessei sério: 'Cara, caguei!'
Quando meu amigo parou de rir, uns cinco minutos depois, aconselhou-me a relaxar, pois agora estava tudo sob controle. 'Que se dane, me limpo no aeroporto' ,pensei. 'Pior que isso não fico'.
Mal o ônibus entrou em movimento, a cólica recomeçou forte.
Arregalei os olhos, segurei-me na cadeira mas não pude evitar, e sem muita cerimônia ou anunciação, veio a segunda leva de merda.
Desta vez, como uma pasta morna. Foi merda para tudo que é lado, borrando, esquentando e melando a bunda, cueca, barra da camisa, pernas, panturrilha, calças, meias e pés.
E mais uma cólica anunciando mais merda, agora líquida, das que queimam o fiofó do freguês ao sair rumo à liberdade. E depois um peido tipo bufa, que eu nem tentei segurar. Afinal de contas, o que era um peidinho para quem já estava todo cagado... Já o peido seguinte, foi do tipo que pesa. E me caguei pela quarta vez. Lembrei de um amigo que certa vez estava com tanta caganeira que resolveu botar modess na cueca, mas colocou as linhas adesivas viradas para cima e quando foi tirá-lo levou metade dos pêlos do rabo junto. Mas era tarde demais para tal artifício absorvente. Tinha menstruado tanta merda que nem uma bomba de cisterna poderia me ajudar a limpar a sujeirada.
Finalmente cheguei ao aeroporto e saindo apressado com passos curtinhos, supliquei ao meu amigo que apanhasse minha mala no bagageiro do ônibus e a levasse ao sanitário do aeroporto para que eu pudesse trocar de roupas. Corri ao banheiro e entrando de boxe em boxe, constatei falta de papel higiênico em todos os cinco.
Olhei para cima e blasfemei: 'Agora chega, né?'
Entrei no último, sem papel mesmo, e tirei a roupa toda para analisar minha situação (que concluí como sendo o fundo do poço) e esperar pela minha salvação, com roupas limpinhas e cheirosinhas e com ela uma lufada de dignidade no meu dia.
Meu amigo entrou no banheiro com pressa, tinha feito o 'check-in' e ia correndo tentar segurar o vôo. Jogou por cima do boxe o cartão de embarque e uma maleta de mão e saiu antes de qualquer protesto de minha parte. 'Ele tinha despachado a mala com roupas'.
Na mala de mão só tinha um pulôver de gola 'V'. A temperatura em Miami era de aproximadamente 35 graus.
Desesperado comecei a analisar quais de minhas roupas seriam, de algum modo, aproveitáveis. Minha cueca, joguei no lixo. A camisa era história.
As calças estavam deploráveis e assim como minhas meias, mudaram de cor tingidas pela merda . Meus sapatos estavam nota 3, numa escala de 1 a 10.
Teria que improvisar. A invenção é mãe da necessidade, então transformei uma simples privada em uma magnífica máquina de lavar. Virei a calça do lado avesso, segurei-a pela barra, e mergulhei a parte atingida na água. Comecei a dar descarga até que o grosso da merda se desprendeu. Estava pronto para embarcar.
Saí do banheiro e atravessei o aeroporto em direção ao portão de embarque trajando sapatos sem meias, as calças do lado avesso e molhadas da cintura ao joelho (não exatamente limpas) e o pulôver gola 'V', sem camisa. Mas caminhava com a dignidade de um lorde.
Embarquei no avião, onde todos os passageiros estavam esperando o 'RAPAZ QUE ESTAVA NO BANHEIRO' e atravessei todo o corredor até o meu assento, ao lado do meu amigo que sorria. A aeromoça aproximou-se e perguntou se precisava de algo.
Eu cheguei a pensar em pedir 120 toalhinhas perfumadas para disfarçar o cheiro de fossa transbordante e uma gilete para cortar os pulsos, mas decidi não pedir:
'Nada, obrigado.'
Eu só queria esquecer este dia de merda . Um dia de merda...
* Luís Fernando Veríssimo* (verídico).
sexta-feira, 23 de abril de 2010
O BALÃO
Se você conseguir imaginar a cena, esta piada vai ser impagável...
O pirralho estava brincando pelo apartamento com um destes balõezinhos de festa de aniversário, tipo bexiga. Chutava prá cá, chutava prá lá, até que o balão acabou entrando no banheiro e foi cair justamente dentro da privada.
Ele chegou, espiou a bola molhada, ficou com nojo e deixou a danada ali mesmo.
Pouco tempo depois seu pai entrou para se "desocupar" e nem notou a bola.
Ficou ali, lendo, enquanto fazia o "serviço". Ao terminar, olhou para o vaso sanitário. Suas fezes haviam coberto o balão e a impressão que se tinha era de um imenso, um absurdo, um gigantesco bolo fecal! Sem acreditar naquilo, ligou dali mesmo, pelo celular, para o seu amigo que era médico:
- Geraldo, eu enchi a privada de bosta. Nunca vi tanta assim na minha vida, cara! Tá quase passando do limite do vaso! Acho que eu devo estar com algum problema sério!
- Que isso, Anselmo, cê tá exagerando!
- Que exagerando o quê, meu! Eu tô olhando pra esse 'merdel' todo agora! É um absurdo! Eu devo estar doente!
- Bom, eu já tava indo pra casa mesmo... aproveito e passo aí que é caminho!
O médico chega e vai direto ao encontro do amigo, que estava na porta do banheiro esperando.
- Olá, Anselmo, cadê o negócio que vo... NOSSA MÃE DO CÉU! O que é isso?
O que você comeu, criatura?
- Não falei?! Agora tá acreditando, né?!
- Nossa! Isso é inacreditável!
- E então, será que eu tenho algum problema sério?!
- Olha, o melhor é eu pegar uma amostra desse cocozão e mandar para análise.
O médico saca uma pequena espátula e um frasco esterilizado de sua maleta, espeta o 'bolo' para coletar uma amostra do material e.... BUMMM !!!!!!!!!!!
A bexiga estoura e voa merda pra tudo que é lado!
Seguem-se instantes de absoluto silêncio.... Os dois, completamente sujos de bosta, se olham e, estupefato, o médico berra:
- PUUUUUTA QUE O PARIU !!!!! Eu achava que já tinha visto de tudo nesta vida, mas peido com casca, nunca!
O pirralho estava brincando pelo apartamento com um destes balõezinhos de festa de aniversário, tipo bexiga. Chutava prá cá, chutava prá lá, até que o balão acabou entrando no banheiro e foi cair justamente dentro da privada.
Ele chegou, espiou a bola molhada, ficou com nojo e deixou a danada ali mesmo.
Pouco tempo depois seu pai entrou para se "desocupar" e nem notou a bola.
Ficou ali, lendo, enquanto fazia o "serviço". Ao terminar, olhou para o vaso sanitário. Suas fezes haviam coberto o balão e a impressão que se tinha era de um imenso, um absurdo, um gigantesco bolo fecal! Sem acreditar naquilo, ligou dali mesmo, pelo celular, para o seu amigo que era médico:
- Geraldo, eu enchi a privada de bosta. Nunca vi tanta assim na minha vida, cara! Tá quase passando do limite do vaso! Acho que eu devo estar com algum problema sério!
- Que isso, Anselmo, cê tá exagerando!
- Que exagerando o quê, meu! Eu tô olhando pra esse 'merdel' todo agora! É um absurdo! Eu devo estar doente!
- Bom, eu já tava indo pra casa mesmo... aproveito e passo aí que é caminho!
O médico chega e vai direto ao encontro do amigo, que estava na porta do banheiro esperando.
- Olá, Anselmo, cadê o negócio que vo... NOSSA MÃE DO CÉU! O que é isso?
O que você comeu, criatura?
- Não falei?! Agora tá acreditando, né?!
- Nossa! Isso é inacreditável!
- E então, será que eu tenho algum problema sério?!
- Olha, o melhor é eu pegar uma amostra desse cocozão e mandar para análise.
O médico saca uma pequena espátula e um frasco esterilizado de sua maleta, espeta o 'bolo' para coletar uma amostra do material e.... BUMMM !!!!!!!!!!!
A bexiga estoura e voa merda pra tudo que é lado!
Seguem-se instantes de absoluto silêncio.... Os dois, completamente sujos de bosta, se olham e, estupefato, o médico berra:
- PUUUUUTA QUE O PARIU !!!!! Eu achava que já tinha visto de tudo nesta vida, mas peido com casca, nunca!
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domingo, 17 de janeiro de 2010
Fortaleza das antigas - O primeiro automóvel de Fortaleza
Era um automóvel da marca “Rambler” usado, comprado pela Empresa Auto Transporte, de propriedade do Dr. Meton de Alencar e de Julio Pinto, adquirido por 8:000$000. (Creio que o valor seja oito mil Réis).
Após o desembarque na alfândega, como ninguém soubesse dirigir, o veículo foi puxado por um jumento no trajeto entre o prédio da alfândega até o edifício do Cinema Júlio Pinto, localizado na Rua Major Facundo n° 64, acompanhado por uma verdadeira multidão de curiosos, que se formou ao redor do veiculo e do jumento.
Depois de muito pesquisar o motor, dois intrépidos cidadãos aprenderam a dirigir e quando saíam para a via pública, eram sempre alvos de curiosidade por parte da população.
Nessas viagens quase sempre o carro enguiçava, sendo preciso desmontá-lo em plena rua para consertá-lo. Como o motor estava localizado sob o veiculo, era necessário arrancar a carroceria todas as vezes que isso acontecia.
Certa vez perdeu-se a tampa do radiador na estrada de Messejana, e o proprietário anunciou no jornal que gratificaria a quem a encontrasse e devolvesse. Movimentou-se então uma multidão de populares em busca da peça, mas como ninguém sabia o que seria uma tampa de radiador, foram levados ao proprietário, todos os tipos de objetos de ferro que puderam ser encontrados naquela estrada, inclusive, até camburões de ferro.
Depois de um tempo, de tanto rodar, os pneus ficaram gastos e precisaram ser substituídos, mas onde encontrá-los? Improvisaram então umas rodas de madeira com aros de ferro, que faziam uma barulheira infernal nas pedras de calçamento.
Apesar dos percalços, esse carro conseguiu fazer diversas viagens a Messejana, e de certa feita, foi até Canindé, durante as festas religiosas. Seguiu de Fortaleza até Itaúna dentro de um vagão da E.F. de Baturité, e daí em diante rodando por uma estrada improvisada, levou um dia inteiro até chegar a Canindé.
Em certa ocasião ao trafegar na Avenida do Imperador, ao desviar-se de um pedestre, o carro foi de encontro a um muro, derrubando-o. Esse foi o primeiro acidente de trânsito da história da cidade.
Extraído do livro “Coisas que o Tempo Levou” de Raimundo de Menezes
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fortaleza das antigas
sexta-feira, 11 de dezembro de 2009
Definições Gerais
é comprar uma coisa que você não quer, com um dinheiro que você não tem, para mostrar pra gente que você não gosta, uma pessoa que você não é.
Sexo:
é aquilo que quando é bom é ótimo. Mas mesmo quando é ruim ainda é muito bom.
Chefe:
é aquele que vem cedo quando você vem tarde, e tarde quando você vem cedo.
Homem:
é aquele que sonha ser tão bonito quanto a mãe acha que ele é; ter tanto dinheiro quanto o filho dele acha que tem; ter tantas mulheres quanto a mulher dele acha que ele tem; e ser tão bom de cama como ele acha que é.
Casamento:
é uma tragédia em dois atos: civil e religioso.
Uísque:
é o melhor amigo do homem. É o cachorro engarrafado.
Mulheres:
são umas chatas, os homens as levam para passear, dançar, ao cinema e mesmo assim, ainda vivem reclamando que eles nunca as levam a esse tal de orgasmo.
Distraído:
é aquele sujeito que na hora de dormir, beija o relógio, dá corda no gato e enxota a mulher pela janela.
Amor:
é aquilo que começa com um príncipe beijando um anjo e acaba com um careca olhando para uma gorda.
Indigestão:
é uma criação de Deus para impor uma certa moralidade ao estômago.
Advogado:
é o sujeito que salva os vossos bens dos inimigos, e os guarda para si.
Beijo:
pode ser uma vírgula, um ponto de interrogação, ou um ponto de exclamação.
Idoso:
é aquele que quando jovem costumava ter quatro membros flexíveis e um duro. Agora tem quatro duros e um flexível.
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pensamentos
sábado, 14 de novembro de 2009
Diário dela x diário dele
DIÁRIO DELA…
No domingo à noite ele estava estranho. Saímos e fomos até um bar para tomar um drink.
A conversa não estava muito animada, de maneira que pensei em irmos a um lugar mais íntimo.
Fomos a um restaurante e ele AINDA agindo de modo estranho.
Perguntei o que era, e ele disse que nada, que não era eu. Mas não fiquei muito convencida.
No caminho para casa, no carro, disse-lhe que o amava muito e de toda sua importância.
Ele limitou-se a passar o braço por cima dos meus ombros.
Finalmente chegamos em casa e eu já estava pensando se ele iria me deixar!
Por isso tentei fazê-lo falar, mas sem me dar muita bola ligou a televisão, e sentou-se com um olhar distante que parecia estar me dizendo que estava tudo acabado entre nós. Por fim, embora relutante, disse que ia me deitar.
Mais ou menos 10 minutos ele veio se deitar também e, para minha surpresa correspondeu aos meus avanços, e fizemos amor. Mas depois ele ainda parecia muito distraído e adormeceu.
Comecei a chorar, chorei até adormecer. Já não sei o que fazer.
Tenho quase certeza que ele tem alguém e que a minha vida é um autêntico desastre.
DIÁRIO DELE…
O meu time perdeu.
Fiquei chateado a noite toda. Pelo menos dei umazinha.
Mas ainda tô puto… time de merda!
No domingo à noite ele estava estranho. Saímos e fomos até um bar para tomar um drink.
A conversa não estava muito animada, de maneira que pensei em irmos a um lugar mais íntimo.
Fomos a um restaurante e ele AINDA agindo de modo estranho.
Perguntei o que era, e ele disse que nada, que não era eu. Mas não fiquei muito convencida.
No caminho para casa, no carro, disse-lhe que o amava muito e de toda sua importância.
Ele limitou-se a passar o braço por cima dos meus ombros.
Finalmente chegamos em casa e eu já estava pensando se ele iria me deixar!
Por isso tentei fazê-lo falar, mas sem me dar muita bola ligou a televisão, e sentou-se com um olhar distante que parecia estar me dizendo que estava tudo acabado entre nós. Por fim, embora relutante, disse que ia me deitar.
Mais ou menos 10 minutos ele veio se deitar também e, para minha surpresa correspondeu aos meus avanços, e fizemos amor. Mas depois ele ainda parecia muito distraído e adormeceu.
Comecei a chorar, chorei até adormecer. Já não sei o que fazer.
Tenho quase certeza que ele tem alguém e que a minha vida é um autêntico desastre.
DIÁRIO DELE…
O meu time perdeu.
Fiquei chateado a noite toda. Pelo menos dei umazinha.
Mas ainda tô puto… time de merda!
sexta-feira, 6 de novembro de 2009
ORGASMO TRIFÁSICO
Orgasmo feminino é coisa da qual as mulheres entendem muito pouco... e os homens, muito menos! Pelo fato de ser uma reação endócrina que se dá sem expelir nada, não apresenta nenhuma prova evidente de que aconteceu ou se foi simulado.Orgasmo masculino, não É aquela coisa que todo mundo vê. Deixa o maior flagrante por onde passa...
Diante desse mistério, as investigações continuam e muitas pesquisas são feitas e centenas de livros escritos para esclarecer este gostoso e excitante assunto. Acompanho de perto, aliás, juntinho, este latejante tema.
Vi, outro dia, no programa do Jô Soares, uma sexóloga sergipana dando uma entrevista sobre orgasmo feminino.
A mulher, que mais parecia a gerente comercial da Walita, falava do corpo, como quem apresenta o desempenho de uma nova cafeteira doméstica. Apresentou uma pesquisa que foi feita nos Estados Unidos para medir a descarga elétrica emitida pela "Periquita“, na hora do orgasmo.
E chegou à incrível conclusão de que, na hora"H",a“perseguida” dispara uma descarga de 250.000 microvolts!
Ou seja, cinco "pererecas" juntas, ligadas na hora do “ai meu Deus”, seriam suficientes para acender uma lâmpada!
Uma dúzia, então, é capaz de dar partida num Fusca com a bateria arriada!
Uma amiga me contou que está treinando para carregar a bateria do telefone celular...
Disse que gozou e... Tcham! Carregou!
É preciso ter cuidado, porque, isso não é mais “xibiu”... é torradeira elétrica!
E se der um curto circuito na hora de "virar o zoinho", além de vesgo, a gente sai com mal de Parkinson e com a “lingüiça” torrada!!!
Pensei: camisinha agora é pouco, tem de mandar encapar na Pirelli ou enrolar com fita isolante. E na hora "H", não tire o tênis nem pise no chão molhado... Pode ser pior!
É recomendável, meu amigo, na hora que você for “molhar” o seu "biscoito" lá na “canequinha” de sua namorada, perguntar: é 110 ou 220 volts? Se não,meu xará, depois do que essa moça falou lá no Jô, pode dar "ovo frito no café da manhã”!
Esse país não melhora, por absoluta falta de criatividade... São as mulheres, a solução contra o apagão!!
A CERVEJA AUMENTA A FEMINILIDADE DO HOMEM!
UM CIENTISTA, DA UNIVERSITY OF MASSACHUSSETTS, SUGERIU QUE OS HOMENS DEVERIAM TOMAR MAIS CUIDADO COM O CONSUMO DE CERVEJA, POIS, A ANÁLISE DOS RESULTADOS DE UMA RECENTE PESQUISA REVELOU A PRESENÇA DE HORMÔNIOS FEMININOS.A TEORIA É DE QUE:
"BEBER CERVEJA FAZ OS HOMENS TORNAREM-SE MULHERES!"
PARA PROVAR A TEORIA, FORAM DADOS A 100 HOMENS 5 LITROS DE CERVEJA A CADA UM.
OBSERVOU-SE QUE 100% DOS HOMENS:
GANHARAM PESO - (COISA DE MULHER)
COMEÇARAM A FALAR EXCESSIVAMENTE E SEM SENTIDO - (COISA DE MULHER)
TORNARAM-SE ALTAMENTE EMOCIONAIS - (COISA DE MULHER)
NÃO CONSEGUIRAM DIRIGIR.... DIREITO!! - (COISA DE MULHER).
NÃO CONSEGUIRAM ESTACIONAR O CARRO NA VAGA...(COISA DE MULHER)
NÃO CONSEGUIRAM PENSAR RACIONALMENTE - (COISA DE MULHER)
DISCUTIRAM POR QUALQUER BESTEIRA - (COISA DE MULHER)
RECUSARAM-SE A PEDIR DESCULPAS, MESMO QUANDO ERRADOS - (COISA DE MULHER)
ASSIM SENDO, NÃO HÁ MAIS TESTES PROGRAMADOS, SENDO QUE ESTE FOI CONSIDERADO SUFICIENTE, ASSUSTADOR E DEFINITIVO. ENFIM...., TERRÍVEL!!
PROPRIEDADES DE ALGUMAS CERVEJAS BRASILEIRAS, OBSERVADAS NO TESTE ACIMA, (ANÁLISE E CONCLUSÃO DO GT DE UNIVERSIDADES BRASILEIRAS):
Propriedades das Cervejas Brasileiras
BOHEMIA: é igual a nossa mãe, a melhor delas, a mais respeitada.
BRAHMA: é igual a mulher de casa....A número 1
SKOL: é igual a mulher do vizinho.....desce redonda.
KAISER: é igual a sogra.... amarga e dá dor de cabeça.
ANTARCTICA: é igual a amante... vive brigando pra ser a Nº1.
BAVARIA: é igual a mulher dos amigos...todos bebem.
ITAIPAVA: é igual a cunhada – vale a pena experimentar.
E
NOVA SCHIN: é igual a mulher feia....no desespero a gente encara.
CERVEJEIROS, DO MEU BRASIL VARONIL, PASSEMOS URGENTEMENTE PARA OS "DESTILADOS E VINHOS“.
ANTES, PARA DESPEDIDA, DÊ UMA OLHADINHA NESSA FOTO.
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domingo, 25 de abril de 2010
às
8:41:00 AM
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O que é um peido para quem está todo cagado?
A expressão do título é conhecida de todos, mas o texto que a originou é menos. É uma obra de Luís Fernando Veríssimo sobre a obra veríssima que ele fez numa viagem para Miami.
Só o li recentemente e transcrevo abaixo.
Aeroporto Santos Dumont, 15:30..
Senti um pequeno mal-estar causado por uma cólica intestinal, mas nada que uma urinada ou uma barrigada não aliviasse.
Mas,atrasado para chegar ao ônibus que me levaria para o Galeão, de onde partiria o vôo para Miami, resolvi segurar as pontas.
Afinal de contas são só uns 15 minutos de busão.' Chegando lá, tenho tempo de sobra para dar aquela mijadinha esperta, tranquilo, o avião só sairia às 16:30'.
Entrando no ônibus, sem sanitários. Senti a primeira contração e tomei consciência de que minha gravidez fecal chegara ao nono mês e que faria um parto de cócoras assim que entrasse no banheiro do aeroporto.
Virei para o meu amigo que me acompanhava e, sutil falei: 'Cara, mal posso esperar para chegar na merda do aeroporto porque preciso largar um barro.'
'Nesse momento, senti um urubu beliscando minha cueca, mas botei a força de vontade para trabalhar e segurei a onda.'
O ônibus nem tinha começado a andar quando, para meu desespero, uma voz disse pelo alto falante: 'Senhoras e senhores, nossa viagem, entre os dois aeroportos, levará em torno de 1hora, devido a obras na pista.
'Aí o urubu ficou maluco querendo sair a qualquer custo'. Fiz um esforço hercúleo para segurar o trem merda que estava para chegar na estação ânus a qualquer momento. Suava em bicas
Meu amigo percebeu e, como bom amigo que era, aproveitou para tirar um sarro.
O alívio provisório veio em forma de bolhas estomacais, indicando que pelo menos por enquanto as coisas tinham se acomodado.
Tentava me distrair vendo TV, mas só conseguia pensar em um banheiro, não com uma privada, mas com um vaso sanitário tão branco e tão limpo que alguém poderia botar seu almoço nele. E o papel higiênico então: branco e macio, com textura e perfume e, ops, senti um volume almofadado entre meu traseiro e o assento do ônibus e percebi, consternado, que havia cagado.
Um cocô sólido e comprido daqueles que dão orgulho de pai ao seu autor. Daqueles que dá vontade de ligar pros amigos e parentes e convidá-los a apreciar na privada. Tão perfeita obra, dava pra expor em uma bienal.
Mas sem dúvida, a situação tava tensa. Olhei para o meu amigo, procurando um pouco de piedade, e confessei sério: 'Cara, caguei!'
Quando meu amigo parou de rir, uns cinco minutos depois, aconselhou-me a relaxar, pois agora estava tudo sob controle. 'Que se dane, me limpo no aeroporto' ,pensei. 'Pior que isso não fico'.
Mal o ônibus entrou em movimento, a cólica recomeçou forte.
Arregalei os olhos, segurei-me na cadeira mas não pude evitar, e sem muita cerimônia ou anunciação, veio a segunda leva de merda.
Desta vez, como uma pasta morna. Foi merda para tudo que é lado, borrando, esquentando e melando a bunda, cueca, barra da camisa, pernas, panturrilha, calças, meias e pés.
E mais uma cólica anunciando mais merda, agora líquida, das que queimam o fiofó do freguês ao sair rumo à liberdade. E depois um peido tipo bufa, que eu nem tentei segurar. Afinal de contas, o que era um peidinho para quem já estava todo cagado... Já o peido seguinte, foi do tipo que pesa. E me caguei pela quarta vez. Lembrei de um amigo que certa vez estava com tanta caganeira que resolveu botar modess na cueca, mas colocou as linhas adesivas viradas para cima e quando foi tirá-lo levou metade dos pêlos do rabo junto. Mas era tarde demais para tal artifício absorvente. Tinha menstruado tanta merda que nem uma bomba de cisterna poderia me ajudar a limpar a sujeirada.
Finalmente cheguei ao aeroporto e saindo apressado com passos curtinhos, supliquei ao meu amigo que apanhasse minha mala no bagageiro do ônibus e a levasse ao sanitário do aeroporto para que eu pudesse trocar de roupas. Corri ao banheiro e entrando de boxe em boxe, constatei falta de papel higiênico em todos os cinco.
Olhei para cima e blasfemei: 'Agora chega, né?'
Entrei no último, sem papel mesmo, e tirei a roupa toda para analisar minha situação (que concluí como sendo o fundo do poço) e esperar pela minha salvação, com roupas limpinhas e cheirosinhas e com ela uma lufada de dignidade no meu dia.
Meu amigo entrou no banheiro com pressa, tinha feito o 'check-in' e ia correndo tentar segurar o vôo. Jogou por cima do boxe o cartão de embarque e uma maleta de mão e saiu antes de qualquer protesto de minha parte. 'Ele tinha despachado a mala com roupas'.
Na mala de mão só tinha um pulôver de gola 'V'. A temperatura em Miami era de aproximadamente 35 graus.
Desesperado comecei a analisar quais de minhas roupas seriam, de algum modo, aproveitáveis. Minha cueca, joguei no lixo. A camisa era história.
As calças estavam deploráveis e assim como minhas meias, mudaram de cor tingidas pela merda . Meus sapatos estavam nota 3, numa escala de 1 a 10.
Teria que improvisar. A invenção é mãe da necessidade, então transformei uma simples privada em uma magnífica máquina de lavar. Virei a calça do lado avesso, segurei-a pela barra, e mergulhei a parte atingida na água. Comecei a dar descarga até que o grosso da merda se desprendeu. Estava pronto para embarcar.
Saí do banheiro e atravessei o aeroporto em direção ao portão de embarque trajando sapatos sem meias, as calças do lado avesso e molhadas da cintura ao joelho (não exatamente limpas) e o pulôver gola 'V', sem camisa. Mas caminhava com a dignidade de um lorde.
Embarquei no avião, onde todos os passageiros estavam esperando o 'RAPAZ QUE ESTAVA NO BANHEIRO' e atravessei todo o corredor até o meu assento, ao lado do meu amigo que sorria. A aeromoça aproximou-se e perguntou se precisava de algo.
Eu cheguei a pensar em pedir 120 toalhinhas perfumadas para disfarçar o cheiro de fossa transbordante e uma gilete para cortar os pulsos, mas decidi não pedir:
'Nada, obrigado.'
Eu só queria esquecer este dia de merda . Um dia de merda...
* Luís Fernando Veríssimo* (verídico).
sexta-feira, 23 de abril de 2010
às
6:10:00 PM
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Se você conseguir imaginar a cena, esta piada vai ser impagável...
O pirralho estava brincando pelo apartamento com um destes balõezinhos de festa de aniversário, tipo bexiga. Chutava prá cá, chutava prá lá, até que o balão acabou entrando no banheiro e foi cair justamente dentro da privada.
Ele chegou, espiou a bola molhada, ficou com nojo e deixou a danada ali mesmo.
Pouco tempo depois seu pai entrou para se "desocupar" e nem notou a bola.
Ficou ali, lendo, enquanto fazia o "serviço". Ao terminar, olhou para o vaso sanitário. Suas fezes haviam coberto o balão e a impressão que se tinha era de um imenso, um absurdo, um gigantesco bolo fecal! Sem acreditar naquilo, ligou dali mesmo, pelo celular, para o seu amigo que era médico:
- Geraldo, eu enchi a privada de bosta. Nunca vi tanta assim na minha vida, cara! Tá quase passando do limite do vaso! Acho que eu devo estar com algum problema sério!
- Que isso, Anselmo, cê tá exagerando!
- Que exagerando o quê, meu! Eu tô olhando pra esse 'merdel' todo agora! É um absurdo! Eu devo estar doente!
- Bom, eu já tava indo pra casa mesmo... aproveito e passo aí que é caminho!
O médico chega e vai direto ao encontro do amigo, que estava na porta do banheiro esperando.
- Olá, Anselmo, cadê o negócio que vo... NOSSA MÃE DO CÉU! O que é isso?
O que você comeu, criatura?
- Não falei?! Agora tá acreditando, né?!
- Nossa! Isso é inacreditável!
- E então, será que eu tenho algum problema sério?!
- Olha, o melhor é eu pegar uma amostra desse cocozão e mandar para análise.
O médico saca uma pequena espátula e um frasco esterilizado de sua maleta, espeta o 'bolo' para coletar uma amostra do material e.... BUMMM !!!!!!!!!!!
A bexiga estoura e voa merda pra tudo que é lado!
Seguem-se instantes de absoluto silêncio.... Os dois, completamente sujos de bosta, se olham e, estupefato, o médico berra:
- PUUUUUTA QUE O PARIU !!!!! Eu achava que já tinha visto de tudo nesta vida, mas peido com casca, nunca!
O pirralho estava brincando pelo apartamento com um destes balõezinhos de festa de aniversário, tipo bexiga. Chutava prá cá, chutava prá lá, até que o balão acabou entrando no banheiro e foi cair justamente dentro da privada.
Ele chegou, espiou a bola molhada, ficou com nojo e deixou a danada ali mesmo.
Pouco tempo depois seu pai entrou para se "desocupar" e nem notou a bola.
Ficou ali, lendo, enquanto fazia o "serviço". Ao terminar, olhou para o vaso sanitário. Suas fezes haviam coberto o balão e a impressão que se tinha era de um imenso, um absurdo, um gigantesco bolo fecal! Sem acreditar naquilo, ligou dali mesmo, pelo celular, para o seu amigo que era médico:
- Geraldo, eu enchi a privada de bosta. Nunca vi tanta assim na minha vida, cara! Tá quase passando do limite do vaso! Acho que eu devo estar com algum problema sério!
- Que isso, Anselmo, cê tá exagerando!
- Que exagerando o quê, meu! Eu tô olhando pra esse 'merdel' todo agora! É um absurdo! Eu devo estar doente!
- Bom, eu já tava indo pra casa mesmo... aproveito e passo aí que é caminho!
O médico chega e vai direto ao encontro do amigo, que estava na porta do banheiro esperando.
- Olá, Anselmo, cadê o negócio que vo... NOSSA MÃE DO CÉU! O que é isso?
O que você comeu, criatura?
- Não falei?! Agora tá acreditando, né?!
- Nossa! Isso é inacreditável!
- E então, será que eu tenho algum problema sério?!
- Olha, o melhor é eu pegar uma amostra desse cocozão e mandar para análise.
O médico saca uma pequena espátula e um frasco esterilizado de sua maleta, espeta o 'bolo' para coletar uma amostra do material e.... BUMMM !!!!!!!!!!!
A bexiga estoura e voa merda pra tudo que é lado!
Seguem-se instantes de absoluto silêncio.... Os dois, completamente sujos de bosta, se olham e, estupefato, o médico berra:
- PUUUUUTA QUE O PARIU !!!!! Eu achava que já tinha visto de tudo nesta vida, mas peido com casca, nunca!
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Igor Guilhon
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domingo, 17 de janeiro de 2010
às
9:42:00 AM
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Era um automóvel da marca “Rambler” usado, comprado pela Empresa Auto Transporte, de propriedade do Dr. Meton de Alencar e de Julio Pinto, adquirido por 8:000$000. (Creio que o valor seja oito mil Réis).
Após o desembarque na alfândega, como ninguém soubesse dirigir, o veículo foi puxado por um jumento no trajeto entre o prédio da alfândega até o edifício do Cinema Júlio Pinto, localizado na Rua Major Facundo n° 64, acompanhado por uma verdadeira multidão de curiosos, que se formou ao redor do veiculo e do jumento.
Depois de muito pesquisar o motor, dois intrépidos cidadãos aprenderam a dirigir e quando saíam para a via pública, eram sempre alvos de curiosidade por parte da população.
Nessas viagens quase sempre o carro enguiçava, sendo preciso desmontá-lo em plena rua para consertá-lo. Como o motor estava localizado sob o veiculo, era necessário arrancar a carroceria todas as vezes que isso acontecia.
Certa vez perdeu-se a tampa do radiador na estrada de Messejana, e o proprietário anunciou no jornal que gratificaria a quem a encontrasse e devolvesse. Movimentou-se então uma multidão de populares em busca da peça, mas como ninguém sabia o que seria uma tampa de radiador, foram levados ao proprietário, todos os tipos de objetos de ferro que puderam ser encontrados naquela estrada, inclusive, até camburões de ferro.
Depois de um tempo, de tanto rodar, os pneus ficaram gastos e precisaram ser substituídos, mas onde encontrá-los? Improvisaram então umas rodas de madeira com aros de ferro, que faziam uma barulheira infernal nas pedras de calçamento.
Apesar dos percalços, esse carro conseguiu fazer diversas viagens a Messejana, e de certa feita, foi até Canindé, durante as festas religiosas. Seguiu de Fortaleza até Itaúna dentro de um vagão da E.F. de Baturité, e daí em diante rodando por uma estrada improvisada, levou um dia inteiro até chegar a Canindé.
Em certa ocasião ao trafegar na Avenida do Imperador, ao desviar-se de um pedestre, o carro foi de encontro a um muro, derrubando-o. Esse foi o primeiro acidente de trânsito da história da cidade.
Extraído do livro “Coisas que o Tempo Levou” de Raimundo de Menezes
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Igor Guilhon
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sexta-feira, 11 de dezembro de 2009
às
2:35:00 PM
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é comprar uma coisa que você não quer, com um dinheiro que você não tem, para mostrar pra gente que você não gosta, uma pessoa que você não é.
Sexo:
é aquilo que quando é bom é ótimo. Mas mesmo quando é ruim ainda é muito bom.
Chefe:
é aquele que vem cedo quando você vem tarde, e tarde quando você vem cedo.
Homem:
é aquele que sonha ser tão bonito quanto a mãe acha que ele é; ter tanto dinheiro quanto o filho dele acha que tem; ter tantas mulheres quanto a mulher dele acha que ele tem; e ser tão bom de cama como ele acha que é.
Casamento:
é uma tragédia em dois atos: civil e religioso.
Uísque:
é o melhor amigo do homem. É o cachorro engarrafado.
Mulheres:
são umas chatas, os homens as levam para passear, dançar, ao cinema e mesmo assim, ainda vivem reclamando que eles nunca as levam a esse tal de orgasmo.
Distraído:
é aquele sujeito que na hora de dormir, beija o relógio, dá corda no gato e enxota a mulher pela janela.
Amor:
é aquilo que começa com um príncipe beijando um anjo e acaba com um careca olhando para uma gorda.
Indigestão:
é uma criação de Deus para impor uma certa moralidade ao estômago.
Advogado:
é o sujeito que salva os vossos bens dos inimigos, e os guarda para si.
Beijo:
pode ser uma vírgula, um ponto de interrogação, ou um ponto de exclamação.
Idoso:
é aquele que quando jovem costumava ter quatro membros flexíveis e um duro. Agora tem quatro duros e um flexível.
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Igor Guilhon
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pensamentos
sábado, 14 de novembro de 2009
às
9:24:00 AM
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DIÁRIO DELA…
No domingo à noite ele estava estranho. Saímos e fomos até um bar para tomar um drink.
A conversa não estava muito animada, de maneira que pensei em irmos a um lugar mais íntimo.
Fomos a um restaurante e ele AINDA agindo de modo estranho.
Perguntei o que era, e ele disse que nada, que não era eu. Mas não fiquei muito convencida.
No caminho para casa, no carro, disse-lhe que o amava muito e de toda sua importância.
Ele limitou-se a passar o braço por cima dos meus ombros.
Finalmente chegamos em casa e eu já estava pensando se ele iria me deixar!
Por isso tentei fazê-lo falar, mas sem me dar muita bola ligou a televisão, e sentou-se com um olhar distante que parecia estar me dizendo que estava tudo acabado entre nós. Por fim, embora relutante, disse que ia me deitar.
Mais ou menos 10 minutos ele veio se deitar também e, para minha surpresa correspondeu aos meus avanços, e fizemos amor. Mas depois ele ainda parecia muito distraído e adormeceu.
Comecei a chorar, chorei até adormecer. Já não sei o que fazer.
Tenho quase certeza que ele tem alguém e que a minha vida é um autêntico desastre.
DIÁRIO DELE…
O meu time perdeu.
Fiquei chateado a noite toda. Pelo menos dei umazinha.
Mas ainda tô puto… time de merda!
No domingo à noite ele estava estranho. Saímos e fomos até um bar para tomar um drink.
A conversa não estava muito animada, de maneira que pensei em irmos a um lugar mais íntimo.
Fomos a um restaurante e ele AINDA agindo de modo estranho.
Perguntei o que era, e ele disse que nada, que não era eu. Mas não fiquei muito convencida.
No caminho para casa, no carro, disse-lhe que o amava muito e de toda sua importância.
Ele limitou-se a passar o braço por cima dos meus ombros.
Finalmente chegamos em casa e eu já estava pensando se ele iria me deixar!
Por isso tentei fazê-lo falar, mas sem me dar muita bola ligou a televisão, e sentou-se com um olhar distante que parecia estar me dizendo que estava tudo acabado entre nós. Por fim, embora relutante, disse que ia me deitar.
Mais ou menos 10 minutos ele veio se deitar também e, para minha surpresa correspondeu aos meus avanços, e fizemos amor. Mas depois ele ainda parecia muito distraído e adormeceu.
Comecei a chorar, chorei até adormecer. Já não sei o que fazer.
Tenho quase certeza que ele tem alguém e que a minha vida é um autêntico desastre.
DIÁRIO DELE…
O meu time perdeu.
Fiquei chateado a noite toda. Pelo menos dei umazinha.
Mas ainda tô puto… time de merda!
sexta-feira, 6 de novembro de 2009
às
5:35:00 PM
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Orgasmo feminino é coisa da qual as mulheres entendem muito pouco... e os homens, muito menos! Pelo fato de ser uma reação endócrina que se dá sem expelir nada, não apresenta nenhuma prova evidente de que aconteceu ou se foi simulado.Orgasmo masculino, não É aquela coisa que todo mundo vê. Deixa o maior flagrante por onde passa...
Diante desse mistério, as investigações continuam e muitas pesquisas são feitas e centenas de livros escritos para esclarecer este gostoso e excitante assunto. Acompanho de perto, aliás, juntinho, este latejante tema.
Vi, outro dia, no programa do Jô Soares, uma sexóloga sergipana dando uma entrevista sobre orgasmo feminino.
A mulher, que mais parecia a gerente comercial da Walita, falava do corpo, como quem apresenta o desempenho de uma nova cafeteira doméstica. Apresentou uma pesquisa que foi feita nos Estados Unidos para medir a descarga elétrica emitida pela "Periquita“, na hora do orgasmo.
E chegou à incrível conclusão de que, na hora"H",a“perseguida” dispara uma descarga de 250.000 microvolts!
Ou seja, cinco "pererecas" juntas, ligadas na hora do “ai meu Deus”, seriam suficientes para acender uma lâmpada!
Uma dúzia, então, é capaz de dar partida num Fusca com a bateria arriada!
Uma amiga me contou que está treinando para carregar a bateria do telefone celular...
Disse que gozou e... Tcham! Carregou!
É preciso ter cuidado, porque, isso não é mais “xibiu”... é torradeira elétrica!
E se der um curto circuito na hora de "virar o zoinho", além de vesgo, a gente sai com mal de Parkinson e com a “lingüiça” torrada!!!
Pensei: camisinha agora é pouco, tem de mandar encapar na Pirelli ou enrolar com fita isolante. E na hora "H", não tire o tênis nem pise no chão molhado... Pode ser pior!
É recomendável, meu amigo, na hora que você for “molhar” o seu "biscoito" lá na “canequinha” de sua namorada, perguntar: é 110 ou 220 volts? Se não,meu xará, depois do que essa moça falou lá no Jô, pode dar "ovo frito no café da manhã”!
Esse país não melhora, por absoluta falta de criatividade... São as mulheres, a solução contra o apagão!!
UM CIENTISTA, DA UNIVERSITY OF MASSACHUSSETTS, SUGERIU QUE OS HOMENS DEVERIAM TOMAR MAIS CUIDADO COM O CONSUMO DE CERVEJA, POIS, A ANÁLISE DOS RESULTADOS DE UMA RECENTE PESQUISA REVELOU A PRESENÇA DE HORMÔNIOS FEMININOS.A TEORIA É DE QUE:
"BEBER CERVEJA FAZ OS HOMENS TORNAREM-SE MULHERES!"
PARA PROVAR A TEORIA, FORAM DADOS A 100 HOMENS 5 LITROS DE CERVEJA A CADA UM.
OBSERVOU-SE QUE 100% DOS HOMENS:
GANHARAM PESO - (COISA DE MULHER)
COMEÇARAM A FALAR EXCESSIVAMENTE E SEM SENTIDO - (COISA DE MULHER)
TORNARAM-SE ALTAMENTE EMOCIONAIS - (COISA DE MULHER)
NÃO CONSEGUIRAM DIRIGIR.... DIREITO!! - (COISA DE MULHER).
NÃO CONSEGUIRAM ESTACIONAR O CARRO NA VAGA...(COISA DE MULHER)
NÃO CONSEGUIRAM PENSAR RACIONALMENTE - (COISA DE MULHER)
DISCUTIRAM POR QUALQUER BESTEIRA - (COISA DE MULHER)
RECUSARAM-SE A PEDIR DESCULPAS, MESMO QUANDO ERRADOS - (COISA DE MULHER)
ASSIM SENDO, NÃO HÁ MAIS TESTES PROGRAMADOS, SENDO QUE ESTE FOI CONSIDERADO SUFICIENTE, ASSUSTADOR E DEFINITIVO. ENFIM...., TERRÍVEL!!
PROPRIEDADES DE ALGUMAS CERVEJAS BRASILEIRAS, OBSERVADAS NO TESTE ACIMA, (ANÁLISE E CONCLUSÃO DO GT DE UNIVERSIDADES BRASILEIRAS):
Propriedades das Cervejas Brasileiras
BOHEMIA: é igual a nossa mãe, a melhor delas, a mais respeitada.
BRAHMA: é igual a mulher de casa....A número 1
SKOL: é igual a mulher do vizinho.....desce redonda.
KAISER: é igual a sogra.... amarga e dá dor de cabeça.
ANTARCTICA: é igual a amante... vive brigando pra ser a Nº1.
BAVARIA: é igual a mulher dos amigos...todos bebem.
ITAIPAVA: é igual a cunhada – vale a pena experimentar.
E
NOVA SCHIN: é igual a mulher feia....no desespero a gente encara.
CERVEJEIROS, DO MEU BRASIL VARONIL, PASSEMOS URGENTEMENTE PARA OS "DESTILADOS E VINHOS“.
ANTES, PARA DESPEDIDA, DÊ UMA OLHADINHA NESSA FOTO.


