quarta-feira, 24 de outubro de 2007
Nigeriano constrói helicóptero caseiro com peças de moto e carro velhos

O nigeriano Mubarak Muhammad Abdullahi, um físico de 24 anos, tem um hobby inusitado: ele desmonta motocicletas e carros velhos no quintal de sua casa e fabrica helicópteros com as peças.
"Levei oito meses para construir esse aqui", ele diz, gotas de suor caindo da testa, enquanto monta o radiador de um modelo de quatro lugares que deixa no campus da universidade Bayero, em Kano (Nigéria).
A engenhoca já levantou vôo seis vezes - no máximo, a dois metros do solo. O motor é de um Honda Civic de segunda mão com 133 cavalos. Os assentos eram de um velho Toyota. Outras partes vieram da carcaça de um Boieng 747 que caiu perto de Kano alguns anos atrás.
O cockpit tem um botão de ignição, um acelerador entre os bancos (que controla os movimentos verticais) e um joysktick. Uma tela no painel de instrumentos conectada a uma câmera sob o helicóptero ajuda na visão do solo. Um pequeno transmissor é usado para a comunicação.
"Você liga, ajusta para voar por um minuto ou dois e depois acelera para o propulsor começar a rodar. Quanto mais você apertar o acelerador, mais rápido ele vai. Quando você atingir 300 rpm, é só apertar o joystick para ele voar", explica o inventor.
Ele está trabalhando agora em outro modelo que, segundo diz, "será um aperfeiçoamento radical do primeiro em termos de sofisticação e estética". O modelo, de dois lugares, será capaz de voar a uma altitude de 4,5 metros por três horas.
Mubarak conta que aprendeu noções rudimentares de vôo brincando com um helicóptero na internet. "Eu assistia a filmes de ação na TV e ficava fascinado com as naves voando. Decidi que era mais fácil construir uma do que construir um carro", disse.
Ele espera que o governo nigeriano e seus compatriotas ricos passem a encomendar suas aeronaves. Embora representantes do governo tenham ficado animados ao ver um vôo de demonstração, a Autoridade de Aviação Civil da Nigéria (NCAA) não mostrou até agora interesse no helicóptero de fundo de quintal. "Ninguém da NCAA veio ver o que eu fiz. Os talentos neste país não são reconhecidos."
"Levei oito meses para construir esse aqui", ele diz, gotas de suor caindo da testa, enquanto monta o radiador de um modelo de quatro lugares que deixa no campus da universidade Bayero, em Kano (Nigéria).
A engenhoca já levantou vôo seis vezes - no máximo, a dois metros do solo. O motor é de um Honda Civic de segunda mão com 133 cavalos. Os assentos eram de um velho Toyota. Outras partes vieram da carcaça de um Boieng 747 que caiu perto de Kano alguns anos atrás.
O cockpit tem um botão de ignição, um acelerador entre os bancos (que controla os movimentos verticais) e um joysktick. Uma tela no painel de instrumentos conectada a uma câmera sob o helicóptero ajuda na visão do solo. Um pequeno transmissor é usado para a comunicação.
"Você liga, ajusta para voar por um minuto ou dois e depois acelera para o propulsor começar a rodar. Quanto mais você apertar o acelerador, mais rápido ele vai. Quando você atingir 300 rpm, é só apertar o joystick para ele voar", explica o inventor.
Ele está trabalhando agora em outro modelo que, segundo diz, "será um aperfeiçoamento radical do primeiro em termos de sofisticação e estética". O modelo, de dois lugares, será capaz de voar a uma altitude de 4,5 metros por três horas.
Mubarak conta que aprendeu noções rudimentares de vôo brincando com um helicóptero na internet. "Eu assistia a filmes de ação na TV e ficava fascinado com as naves voando. Decidi que era mais fácil construir uma do que construir um carro", disse.
Ele espera que o governo nigeriano e seus compatriotas ricos passem a encomendar suas aeronaves. Embora representantes do governo tenham ficado animados ao ver um vôo de demonstração, a Autoridade de Aviação Civil da Nigéria (NCAA) não mostrou até agora interesse no helicóptero de fundo de quintal. "Ninguém da NCAA veio ver o que eu fiz. Os talentos neste país não são reconhecidos."
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Ceará lidera ranking nacional

Atualmente, o Estado do Ceará ocupa o primeiro lugar no ranking nacional de produtores de tilápia, com número de produção estimado, para 2007, em torno de 25 mil toneladas, estando à frente de pólos de criação como Paraná e São Paulo. Em reconhecimento a este potencial, a cadeia produtiva da tilápia será destaque na 5ª Feira de Agronegócios da Zona Norte (Agrinorte 2007), realizada no Centro de Convenções de Sobral, de hoje até sexta-feira, com o 4º Festival da Tilápia.
Conforme informações do gerente de piscicultura da Ematerce/ Instituto Agropolo, Marcus Borges, quatro regiões no Ceará — Cariri, Sertão Central, Centro-Sul e Norte — estão trabalhando com criação de tilápia em gaiolas. “Esses produtores recebem capacitação, trabalham com linha de financiamento e já percebemos que vários produtores saíram do trabalho extrativista para produção. Isso tem se revelado no desenvolvimento socioeconômico dos municípios e na melhoria da infra-estrutura familiar”.
No Açude Aires de Sousa, no distrito de Jaibaras, distante 20 quilômetros de Sobral, a produção de tilápia vem modificando a realidade local. Segundo o presidente da Associação dos Pescadores de Jaibaras, Alberto Fernandes, o projeto teve início quando o então prefeito, Cid Gomes, doou dez gaiolas e dez mil peixes, e o Banco do Nordeste garantiu o empréstimo para que o negócio fosse iniciado.
“Hoje estamos numa situação boa, tirando cinco toneladas de peixe por mês. Temos que agradecer aos órgãos competentes, como Sebrae, Prefeitura, porque eles ajudaram a acontecer isso aqui”, destacou.
A Agrinorte, este ano, trará o tema “Por uma Agricultura Familiar Solidária e Sustentável”. Além do Festival da Tilápia, a novidade fica por conta de outro importante evento que também foi anexado à Feira de Agronegócios: o 1º Festival do Mel, além de uma vasta programação de mesas-redondas, palestras e visitas de campo.
Consolidação
Segundo o secretário-adjunto de Agricultura de Sobral, Joaquim Torres Filho, a Agrinorte vem se consolidando como um dos mais importantes encontros de produtores da região norte do Estado.
“A programação atende à agricultura familiar completa, desde políticas públicas até informações práticas. Será um encontro de muito trabalho e produtividade. Entre os temas que serão discutidos está a criação da Agência de Desenvolvimento Econômico, pelo governo do Estado, que vai comandar o processo de ‘tilapicultura’ no Ceará. E esse será o momento ideal para discutir gargalos como outorga, licenciamento ambiental e outros”, disse
OPÇÕES
1 VÍSCERAS. Podem ser aproveitadas na produção de biodiesel ou sabão e miúdos, como coração e fígado.
2 CORTE. A tilápia pode ser vendida em postas, como tradicionalmente, no Ceará, se consome a Cavala.
3 FILÉ. É a parte mais procurada pelo consumidor. Ele pode ser vendido com ou sem pele.
Mais informações:
A Agrinorte 2007 acontece de 24 a 26 de outubro, no Centro de Convenções de Sobral
A abertura será às 8 horas
Site: www.sobral.ce.gov.br/sec/sdr
ÁREAS PRODUTIVAS
Peixe é criado em quatro açudes
Sobral. Além do Açude Jaibaras, que hoje tem cerca de 600 gaiolas, que medem 2 x 2 e comportam 800 peixes; 4 x 2, três mil peixes; e 6 x 2, cinco mil peixes, outros três açudes, Castanhão, Orós e Pentecoste estão com equipes formadas para produção de tilápia. O preço do peixe vendido na beira do açude varia entre R$ 3,50 e R$ 3,70.
Segundo o engenheiro de pesca, Galdino Moura Neto, responsável pelo projeto em Jaibaras, a tilapicultura é uma atividade que agrega famílias que trabalham com agricultura. “Estamos trabalhando com três associações comunitárias, com produção anual em torno de 40 toneladas/ano e a produção privada girando em 300 toneladas/ano”, destacou.
Segundo o engenheiro, há muita demanda para ser desenvolvida no setor. “São 340 toneladas/ano somente no Jaibaras e existem, pelo menos, mais 17 localidades vizinhas que podem produzir tilápia. Locais como Massapê, Varjota, Frecheirinha, cidades num raio de 50, 70 quilômetros, que têm reservatórios com capacidade até maior que o Jaibaras. Talvez seja a hora exata para expandir o projeto”, destacou Galdino.
De acordo com engenheiro de Pesca, Marcus Borges, que durante a Agrinorte 2007 demonstrará diversas maneira de consumir a tilápia, chefs do mundo inteiro estão utilizando o peixe em pratos bem elaborados. “A tilápia é um dos peixes mais criados no mundo e o maior consumidor são os Estados Unidos. Quem produz mais é a China e o Ceará figura como o maior produtor de tilápia do Brasil”. Como a tilápia é um peixe tropical, o Ceará tem condições climáticas favoráveis para a cadeia produtiva.
Conforme informações do gerente de piscicultura da Ematerce/ Instituto Agropolo, Marcus Borges, quatro regiões no Ceará — Cariri, Sertão Central, Centro-Sul e Norte — estão trabalhando com criação de tilápia em gaiolas. “Esses produtores recebem capacitação, trabalham com linha de financiamento e já percebemos que vários produtores saíram do trabalho extrativista para produção. Isso tem se revelado no desenvolvimento socioeconômico dos municípios e na melhoria da infra-estrutura familiar”.
No Açude Aires de Sousa, no distrito de Jaibaras, distante 20 quilômetros de Sobral, a produção de tilápia vem modificando a realidade local. Segundo o presidente da Associação dos Pescadores de Jaibaras, Alberto Fernandes, o projeto teve início quando o então prefeito, Cid Gomes, doou dez gaiolas e dez mil peixes, e o Banco do Nordeste garantiu o empréstimo para que o negócio fosse iniciado.
“Hoje estamos numa situação boa, tirando cinco toneladas de peixe por mês. Temos que agradecer aos órgãos competentes, como Sebrae, Prefeitura, porque eles ajudaram a acontecer isso aqui”, destacou.
A Agrinorte, este ano, trará o tema “Por uma Agricultura Familiar Solidária e Sustentável”. Além do Festival da Tilápia, a novidade fica por conta de outro importante evento que também foi anexado à Feira de Agronegócios: o 1º Festival do Mel, além de uma vasta programação de mesas-redondas, palestras e visitas de campo.
Consolidação
Segundo o secretário-adjunto de Agricultura de Sobral, Joaquim Torres Filho, a Agrinorte vem se consolidando como um dos mais importantes encontros de produtores da região norte do Estado.
“A programação atende à agricultura familiar completa, desde políticas públicas até informações práticas. Será um encontro de muito trabalho e produtividade. Entre os temas que serão discutidos está a criação da Agência de Desenvolvimento Econômico, pelo governo do Estado, que vai comandar o processo de ‘tilapicultura’ no Ceará. E esse será o momento ideal para discutir gargalos como outorga, licenciamento ambiental e outros”, disse
OPÇÕES
1 VÍSCERAS. Podem ser aproveitadas na produção de biodiesel ou sabão e miúdos, como coração e fígado.
2 CORTE. A tilápia pode ser vendida em postas, como tradicionalmente, no Ceará, se consome a Cavala.
3 FILÉ. É a parte mais procurada pelo consumidor. Ele pode ser vendido com ou sem pele.
Mais informações:
A Agrinorte 2007 acontece de 24 a 26 de outubro, no Centro de Convenções de Sobral
A abertura será às 8 horas
Site: www.sobral.ce.gov.br/sec/sdr
ÁREAS PRODUTIVAS
Peixe é criado em quatro açudes
Sobral. Além do Açude Jaibaras, que hoje tem cerca de 600 gaiolas, que medem 2 x 2 e comportam 800 peixes; 4 x 2, três mil peixes; e 6 x 2, cinco mil peixes, outros três açudes, Castanhão, Orós e Pentecoste estão com equipes formadas para produção de tilápia. O preço do peixe vendido na beira do açude varia entre R$ 3,50 e R$ 3,70.
Segundo o engenheiro de pesca, Galdino Moura Neto, responsável pelo projeto em Jaibaras, a tilapicultura é uma atividade que agrega famílias que trabalham com agricultura. “Estamos trabalhando com três associações comunitárias, com produção anual em torno de 40 toneladas/ano e a produção privada girando em 300 toneladas/ano”, destacou.
Segundo o engenheiro, há muita demanda para ser desenvolvida no setor. “São 340 toneladas/ano somente no Jaibaras e existem, pelo menos, mais 17 localidades vizinhas que podem produzir tilápia. Locais como Massapê, Varjota, Frecheirinha, cidades num raio de 50, 70 quilômetros, que têm reservatórios com capacidade até maior que o Jaibaras. Talvez seja a hora exata para expandir o projeto”, destacou Galdino.
De acordo com engenheiro de Pesca, Marcus Borges, que durante a Agrinorte 2007 demonstrará diversas maneira de consumir a tilápia, chefs do mundo inteiro estão utilizando o peixe em pratos bem elaborados. “A tilápia é um dos peixes mais criados no mundo e o maior consumidor são os Estados Unidos. Quem produz mais é a China e o Ceará figura como o maior produtor de tilápia do Brasil”. Como a tilápia é um peixe tropical, o Ceará tem condições climáticas favoráveis para a cadeia produtiva.
dn
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Polícia fecha maior site mundial de músicas piratas
As polícias britânica e holandesa desmantelaram o site OiNK, considerado a principal fonte mundial de downloads de álbuns pirateados antes mesmo de seu lançamento, anunciou nesta terça-feira a Federação Internacional da Indústria Fonográfica (IFPI).
Desde o início de 2007, o site - que conta com 180.000 sócios - disponibilizou na internet mais de 600 álbuns, às vezes semanas antes de seu lançamento oficial no mercado.
A investigação, coordenada pela Interpol, levou à prisão nesta terça-feira do responsável pelo site, um homem de 24 anos que vive perto de Middlesbrough (norte de Inglaterra).
Que pena!!!! o jeito agora é encontrar outro site de música, opaaaa Achei clique aqui!!!
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terça-feira, 23 de outubro de 2007
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quarta-feira, 24 de outubro de 2007
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O nigeriano Mubarak Muhammad Abdullahi, um físico de 24 anos, tem um hobby inusitado: ele desmonta motocicletas e carros velhos no quintal de sua casa e fabrica helicópteros com as peças.
"Levei oito meses para construir esse aqui", ele diz, gotas de suor caindo da testa, enquanto monta o radiador de um modelo de quatro lugares que deixa no campus da universidade Bayero, em Kano (Nigéria).
A engenhoca já levantou vôo seis vezes - no máximo, a dois metros do solo. O motor é de um Honda Civic de segunda mão com 133 cavalos. Os assentos eram de um velho Toyota. Outras partes vieram da carcaça de um Boieng 747 que caiu perto de Kano alguns anos atrás.
O cockpit tem um botão de ignição, um acelerador entre os bancos (que controla os movimentos verticais) e um joysktick. Uma tela no painel de instrumentos conectada a uma câmera sob o helicóptero ajuda na visão do solo. Um pequeno transmissor é usado para a comunicação.
"Você liga, ajusta para voar por um minuto ou dois e depois acelera para o propulsor começar a rodar. Quanto mais você apertar o acelerador, mais rápido ele vai. Quando você atingir 300 rpm, é só apertar o joystick para ele voar", explica o inventor.
Ele está trabalhando agora em outro modelo que, segundo diz, "será um aperfeiçoamento radical do primeiro em termos de sofisticação e estética". O modelo, de dois lugares, será capaz de voar a uma altitude de 4,5 metros por três horas.
Mubarak conta que aprendeu noções rudimentares de vôo brincando com um helicóptero na internet. "Eu assistia a filmes de ação na TV e ficava fascinado com as naves voando. Decidi que era mais fácil construir uma do que construir um carro", disse.
Ele espera que o governo nigeriano e seus compatriotas ricos passem a encomendar suas aeronaves. Embora representantes do governo tenham ficado animados ao ver um vôo de demonstração, a Autoridade de Aviação Civil da Nigéria (NCAA) não mostrou até agora interesse no helicóptero de fundo de quintal. "Ninguém da NCAA veio ver o que eu fiz. Os talentos neste país não são reconhecidos."
"Levei oito meses para construir esse aqui", ele diz, gotas de suor caindo da testa, enquanto monta o radiador de um modelo de quatro lugares que deixa no campus da universidade Bayero, em Kano (Nigéria).
A engenhoca já levantou vôo seis vezes - no máximo, a dois metros do solo. O motor é de um Honda Civic de segunda mão com 133 cavalos. Os assentos eram de um velho Toyota. Outras partes vieram da carcaça de um Boieng 747 que caiu perto de Kano alguns anos atrás.
O cockpit tem um botão de ignição, um acelerador entre os bancos (que controla os movimentos verticais) e um joysktick. Uma tela no painel de instrumentos conectada a uma câmera sob o helicóptero ajuda na visão do solo. Um pequeno transmissor é usado para a comunicação.
"Você liga, ajusta para voar por um minuto ou dois e depois acelera para o propulsor começar a rodar. Quanto mais você apertar o acelerador, mais rápido ele vai. Quando você atingir 300 rpm, é só apertar o joystick para ele voar", explica o inventor.
Ele está trabalhando agora em outro modelo que, segundo diz, "será um aperfeiçoamento radical do primeiro em termos de sofisticação e estética". O modelo, de dois lugares, será capaz de voar a uma altitude de 4,5 metros por três horas.
Mubarak conta que aprendeu noções rudimentares de vôo brincando com um helicóptero na internet. "Eu assistia a filmes de ação na TV e ficava fascinado com as naves voando. Decidi que era mais fácil construir uma do que construir um carro", disse.
Ele espera que o governo nigeriano e seus compatriotas ricos passem a encomendar suas aeronaves. Embora representantes do governo tenham ficado animados ao ver um vôo de demonstração, a Autoridade de Aviação Civil da Nigéria (NCAA) não mostrou até agora interesse no helicóptero de fundo de quintal. "Ninguém da NCAA veio ver o que eu fiz. Os talentos neste país não são reconhecidos."
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Atualmente, o Estado do Ceará ocupa o primeiro lugar no ranking nacional de produtores de tilápia, com número de produção estimado, para 2007, em torno de 25 mil toneladas, estando à frente de pólos de criação como Paraná e São Paulo. Em reconhecimento a este potencial, a cadeia produtiva da tilápia será destaque na 5ª Feira de Agronegócios da Zona Norte (Agrinorte 2007), realizada no Centro de Convenções de Sobral, de hoje até sexta-feira, com o 4º Festival da Tilápia.
Conforme informações do gerente de piscicultura da Ematerce/ Instituto Agropolo, Marcus Borges, quatro regiões no Ceará — Cariri, Sertão Central, Centro-Sul e Norte — estão trabalhando com criação de tilápia em gaiolas. “Esses produtores recebem capacitação, trabalham com linha de financiamento e já percebemos que vários produtores saíram do trabalho extrativista para produção. Isso tem se revelado no desenvolvimento socioeconômico dos municípios e na melhoria da infra-estrutura familiar”.
No Açude Aires de Sousa, no distrito de Jaibaras, distante 20 quilômetros de Sobral, a produção de tilápia vem modificando a realidade local. Segundo o presidente da Associação dos Pescadores de Jaibaras, Alberto Fernandes, o projeto teve início quando o então prefeito, Cid Gomes, doou dez gaiolas e dez mil peixes, e o Banco do Nordeste garantiu o empréstimo para que o negócio fosse iniciado.
“Hoje estamos numa situação boa, tirando cinco toneladas de peixe por mês. Temos que agradecer aos órgãos competentes, como Sebrae, Prefeitura, porque eles ajudaram a acontecer isso aqui”, destacou.
A Agrinorte, este ano, trará o tema “Por uma Agricultura Familiar Solidária e Sustentável”. Além do Festival da Tilápia, a novidade fica por conta de outro importante evento que também foi anexado à Feira de Agronegócios: o 1º Festival do Mel, além de uma vasta programação de mesas-redondas, palestras e visitas de campo.
Consolidação
Segundo o secretário-adjunto de Agricultura de Sobral, Joaquim Torres Filho, a Agrinorte vem se consolidando como um dos mais importantes encontros de produtores da região norte do Estado.
“A programação atende à agricultura familiar completa, desde políticas públicas até informações práticas. Será um encontro de muito trabalho e produtividade. Entre os temas que serão discutidos está a criação da Agência de Desenvolvimento Econômico, pelo governo do Estado, que vai comandar o processo de ‘tilapicultura’ no Ceará. E esse será o momento ideal para discutir gargalos como outorga, licenciamento ambiental e outros”, disse
OPÇÕES
1 VÍSCERAS. Podem ser aproveitadas na produção de biodiesel ou sabão e miúdos, como coração e fígado.
2 CORTE. A tilápia pode ser vendida em postas, como tradicionalmente, no Ceará, se consome a Cavala.
3 FILÉ. É a parte mais procurada pelo consumidor. Ele pode ser vendido com ou sem pele.
Mais informações:
A Agrinorte 2007 acontece de 24 a 26 de outubro, no Centro de Convenções de Sobral
A abertura será às 8 horas
Site: www.sobral.ce.gov.br/sec/sdr
ÁREAS PRODUTIVAS
Peixe é criado em quatro açudes
Sobral. Além do Açude Jaibaras, que hoje tem cerca de 600 gaiolas, que medem 2 x 2 e comportam 800 peixes; 4 x 2, três mil peixes; e 6 x 2, cinco mil peixes, outros três açudes, Castanhão, Orós e Pentecoste estão com equipes formadas para produção de tilápia. O preço do peixe vendido na beira do açude varia entre R$ 3,50 e R$ 3,70.
Segundo o engenheiro de pesca, Galdino Moura Neto, responsável pelo projeto em Jaibaras, a tilapicultura é uma atividade que agrega famílias que trabalham com agricultura. “Estamos trabalhando com três associações comunitárias, com produção anual em torno de 40 toneladas/ano e a produção privada girando em 300 toneladas/ano”, destacou.
Segundo o engenheiro, há muita demanda para ser desenvolvida no setor. “São 340 toneladas/ano somente no Jaibaras e existem, pelo menos, mais 17 localidades vizinhas que podem produzir tilápia. Locais como Massapê, Varjota, Frecheirinha, cidades num raio de 50, 70 quilômetros, que têm reservatórios com capacidade até maior que o Jaibaras. Talvez seja a hora exata para expandir o projeto”, destacou Galdino.
De acordo com engenheiro de Pesca, Marcus Borges, que durante a Agrinorte 2007 demonstrará diversas maneira de consumir a tilápia, chefs do mundo inteiro estão utilizando o peixe em pratos bem elaborados. “A tilápia é um dos peixes mais criados no mundo e o maior consumidor são os Estados Unidos. Quem produz mais é a China e o Ceará figura como o maior produtor de tilápia do Brasil”. Como a tilápia é um peixe tropical, o Ceará tem condições climáticas favoráveis para a cadeia produtiva.
Conforme informações do gerente de piscicultura da Ematerce/ Instituto Agropolo, Marcus Borges, quatro regiões no Ceará — Cariri, Sertão Central, Centro-Sul e Norte — estão trabalhando com criação de tilápia em gaiolas. “Esses produtores recebem capacitação, trabalham com linha de financiamento e já percebemos que vários produtores saíram do trabalho extrativista para produção. Isso tem se revelado no desenvolvimento socioeconômico dos municípios e na melhoria da infra-estrutura familiar”.
No Açude Aires de Sousa, no distrito de Jaibaras, distante 20 quilômetros de Sobral, a produção de tilápia vem modificando a realidade local. Segundo o presidente da Associação dos Pescadores de Jaibaras, Alberto Fernandes, o projeto teve início quando o então prefeito, Cid Gomes, doou dez gaiolas e dez mil peixes, e o Banco do Nordeste garantiu o empréstimo para que o negócio fosse iniciado.
“Hoje estamos numa situação boa, tirando cinco toneladas de peixe por mês. Temos que agradecer aos órgãos competentes, como Sebrae, Prefeitura, porque eles ajudaram a acontecer isso aqui”, destacou.
A Agrinorte, este ano, trará o tema “Por uma Agricultura Familiar Solidária e Sustentável”. Além do Festival da Tilápia, a novidade fica por conta de outro importante evento que também foi anexado à Feira de Agronegócios: o 1º Festival do Mel, além de uma vasta programação de mesas-redondas, palestras e visitas de campo.
Consolidação
Segundo o secretário-adjunto de Agricultura de Sobral, Joaquim Torres Filho, a Agrinorte vem se consolidando como um dos mais importantes encontros de produtores da região norte do Estado.
“A programação atende à agricultura familiar completa, desde políticas públicas até informações práticas. Será um encontro de muito trabalho e produtividade. Entre os temas que serão discutidos está a criação da Agência de Desenvolvimento Econômico, pelo governo do Estado, que vai comandar o processo de ‘tilapicultura’ no Ceará. E esse será o momento ideal para discutir gargalos como outorga, licenciamento ambiental e outros”, disse
OPÇÕES
1 VÍSCERAS. Podem ser aproveitadas na produção de biodiesel ou sabão e miúdos, como coração e fígado.
2 CORTE. A tilápia pode ser vendida em postas, como tradicionalmente, no Ceará, se consome a Cavala.
3 FILÉ. É a parte mais procurada pelo consumidor. Ele pode ser vendido com ou sem pele.
Mais informações:
A Agrinorte 2007 acontece de 24 a 26 de outubro, no Centro de Convenções de Sobral
A abertura será às 8 horas
Site: www.sobral.ce.gov.br/sec/sdr
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Peixe é criado em quatro açudes
Sobral. Além do Açude Jaibaras, que hoje tem cerca de 600 gaiolas, que medem 2 x 2 e comportam 800 peixes; 4 x 2, três mil peixes; e 6 x 2, cinco mil peixes, outros três açudes, Castanhão, Orós e Pentecoste estão com equipes formadas para produção de tilápia. O preço do peixe vendido na beira do açude varia entre R$ 3,50 e R$ 3,70.
Segundo o engenheiro de pesca, Galdino Moura Neto, responsável pelo projeto em Jaibaras, a tilapicultura é uma atividade que agrega famílias que trabalham com agricultura. “Estamos trabalhando com três associações comunitárias, com produção anual em torno de 40 toneladas/ano e a produção privada girando em 300 toneladas/ano”, destacou.
Segundo o engenheiro, há muita demanda para ser desenvolvida no setor. “São 340 toneladas/ano somente no Jaibaras e existem, pelo menos, mais 17 localidades vizinhas que podem produzir tilápia. Locais como Massapê, Varjota, Frecheirinha, cidades num raio de 50, 70 quilômetros, que têm reservatórios com capacidade até maior que o Jaibaras. Talvez seja a hora exata para expandir o projeto”, destacou Galdino.
De acordo com engenheiro de Pesca, Marcus Borges, que durante a Agrinorte 2007 demonstrará diversas maneira de consumir a tilápia, chefs do mundo inteiro estão utilizando o peixe em pratos bem elaborados. “A tilápia é um dos peixes mais criados no mundo e o maior consumidor são os Estados Unidos. Quem produz mais é a China e o Ceará figura como o maior produtor de tilápia do Brasil”. Como a tilápia é um peixe tropical, o Ceará tem condições climáticas favoráveis para a cadeia produtiva.
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As polícias britânica e holandesa desmantelaram o site OiNK, considerado a principal fonte mundial de downloads de álbuns pirateados antes mesmo de seu lançamento, anunciou nesta terça-feira a Federação Internacional da Indústria Fonográfica (IFPI).
Desde o início de 2007, o site - que conta com 180.000 sócios - disponibilizou na internet mais de 600 álbuns, às vezes semanas antes de seu lançamento oficial no mercado.
A investigação, coordenada pela Interpol, levou à prisão nesta terça-feira do responsável pelo site, um homem de 24 anos que vive perto de Middlesbrough (norte de Inglaterra).
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