sexta-feira, 30 de novembro de 2007

Burocracia (Arnaldo Jabor)

Na realidade, a burocracia inventou o Brasil.

A burocracia nasce em 1500, veio com Cabral, nas caravelas e é um dos vícios portugueses plantados aqui.

Visava a fortalecer o poder da Coroa, tornando empresários sem iniciativa, dependentes do rei e depois do estado, de modo que a sociedade servisse ao estado e não o estado à ela, como é nos países desenvolvidos.

Na realidade, a burocracia inventou o Brasil. A idéia de uma sociedade empreendedora, criativa, sempre repugnou os chefes coloniais.

Até hoje aqui, "empresas" são vistas com desconfiança, já o "emprego" público é desejado desde a infância: "ah...quando crescer meu filho vai pro banco do Brasil..."

A burocracia também da poder à medíocres para criar dificuldades e vender facilidade. É nossa principal doença, de onde vêm os outros males.

Com a aceleração do progresso tecnológico, aumenta nosso caos. Somos uma carroça velha que tenta andar, movida a computador.

A principal revolução desse país seria contra a burocracia. Mas, como? Com este governo, que já contratou milhares de burocratas, que quer acabar com a responsabilidade fiscal, que acredita no estado pai, estado gigante, estado Lulão. Como?

Chinelos Havaianas de procedência Chinesa

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Tire suas dúvidas sobre a TV digital


A TV digital estréia no próximo domingo (2) na grande São Paulo.

Para esclarecer as dúvidas relacionadas a essa nova forma de transmissão das emissoras abertas, elaboramos um tira-dúvidas da TV digital, com as principais questões sobre o tema.

Perguntas e respostas

Quando começa a TV digital?
A TV digital será lançada oficialmente na grande São Paulo no dia 2 de dezembro. Depois disso, essa nova tecnologia de transmissão vai se expandir para outras regiões do país. De acordo com o Fórum Brasileiro de TV Digital, até 2013 a novidade deve estar disponível em todo o Brasil. A previsão é que, no semestre que vem, esteja disponível também no Rio de Janeiro.

O que muda com a TV digital?
As principais mudanças trazidas por essa novidade são imagem e som de maior qualidade, além de mobilidade, portabilidade, multiprogramação e também a possibilidade de o telespectador interagir com os programas da TV. Saiba mais.

A TV digital é gratuita?
Sim, essa forma de transmissão é gratuita. Porém, para acessar os canais em alta definição, é necessário ter um conversor digital (set-top box) ou uma TV já adaptada e uma antena UHF. Para obter a melhor qualidade das imagens de alta definição, também é preciso ter um aparelho de TV com tecnologia Full HD (1.920 x 1.080).

Quanto se gasta para comprar esses equipamentos?
Depende do nível de qualidade desejado. O gasto pode ficar entre R$ 100 (se o governo atingir seu objetivo de reduzir os preços) e R$ 800, na compra do conversor digital. Se o usuário preferir qualidade digital em TV de plasma ou LCD, gastará de R$ 2 mil a R$ 270 mil. TVs modernas, com o receptor digital integrado, devem ter preço de 10% a 15% maior que os modelos correspondentes sem o receptor. Com o tempo, os preços devem diminuir.

Serei obrigado a migrar para a TV digital?
Não, pelo menos nos próximos anos. De acordo com o decreto 5.280 (29 de junho de 2006), a transmissão analógica só deve deixar de existir em 29 de junho de 2016. Até lá, os telespectadores poderão continuar assistindo à TV com transmissão analógica.

Vou poder gravar a programação?
Sim, mas o usuário estará sujeito às leis de direitos autorais e às regras dos detentores de conteúdo.

A TV digital também vai transmitir programas antigos?
Sim. Os canais transmitidos digitalmente terão exatamente a mesma grade de programação que as suas versões transmitidas de forma analógica -- a imagem das “velharias” também será melhor na TV digital, pois ela elimina sombras e interferências que ocorrem durante a transmissão da emissora para as residências. Os programas já produzidos para a TV de alta definição terão melhor qualidade que os demais.

Essa nova forma de transmissão está disponível para canais a cabo?
Não, porque tratam-se de meios diferentes: a TV digital trafega pelo ar, enquanto a outra trafega por cabos espalhados pela cidade.

Todas as funcionalidades da TV digital estarão disponíveis na estréia?
No início, a transmissão digital no Brasil terá como foco som e imagem digitais. Também na época da estréia, será possível assistir à TV em dispositivos portáteis, assim que colocados à venda no mercado. Depois, com o passar do tempo, a interatividade deve ganhar força.

O que é mobilidade?
Mobilidade é a transmissão digital para televisores portáteis, como por exemplo aqueles utilizados em veículos.

O que é portabilidade?
Portabilidade é a transmissão digital para dispositivos pessoais, como PDAS e celulares.

Como será a interatividade?
As possibilidades são inúmeras. Com o controle remoto, por exemplo, os usuários poderão votar, responder a testes, acessar mais informações sobre os programas e, futuramente, até comprar produtos anunciados na televisão. Tudo será feito por meio de um sistema desenvolvido no Brasil, o Ginga, que possivelmente não estará disponível nos primeiros conversores. Por isso, as possibilidades de interação devem estar disponíveis pouco depois da estréia da TV digital.

O que é multiprogramação?
É a possibilidade de as emissoras transmitirem mais de um programa simultaneamente - ou até mesmo ângulos de câmera diferentes em um jogo de futebol. Isso dá às emissoras flexibilidade para explorar desde alta definição até vários programas dentro de um mesmo canal.

Quais as especificidades do Sistema Brasileiro de TV Digital Terrestre (SBTVD-T)?
O padrão brasileiro para a transmissão de imagens tem como base o padrão japonês, que viabiliza a mobilidade, portabilidade e alta definição. As principais adaptações do modelo nacional estão ligadas ao tipo de compressão dos arquivos (H264) e ao desenvolvimento de um sistema de interatividade próprio (Ginga).

A tecnologia de compressão de arquivos adotada pelo Brasil, chamada H264, consegue enviar maior quantidade de dados que o modelo japonês (MPEG2) sem aumentar o tamanho do arquivo. Isso resulta em conteúdo de maior qualidade com a mesma velocidade de transmissão de dados.

Outra mudança do padrão brasileiro é a adoção do Ginga, sistema de interatividade nacional desenvolvido em parceria pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio) e pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB).

Posso comprar no exterior um equipamento para assistir à TV digital no Brasil?
Não. O sistema de TV digital adotado será exclusivo do Brasil. Por isso, os equipamentos comprados no exterior não vão funcionar por aqui, a não ser que sejam fabricados no exterior de acordo com as especificações brasileiras. Essa restrição vale para televisores portáteis, telefones celulares, conversores digitais e aparelhos de TV com conversor integrado.

Como faço para acessar a TV digital?
É necessário adquirir um conversor digital e ter também uma antena UHF. As emissoras de São Paulo, que realizam a transmissão analógica em VHF, terão também canais UHF para a transmissão digital. Graças a uma função chamada “canal virtual”, não será necessário decorar novos números: ao digitar 5, por exemplo, o conversor sintonizará a TV Globo transmitida digitalmente (na realidade, correspondente ao canal 18 no UHF).

Vou precisar de um aparelho novo para ver a TV digital?
Provavelmente, não. Quase todos os aparelhos fabricados nos últimos anos têm entradas para áudio e vídeo, que são necessárias para o funcionamento do set-top box (conversor). No entanto, a qualidade das imagens varia. Se quiser tirar o melhor proveito da alta definição oferecida pela TV digital, é necessário ter uma televisão com tecnologia Full HD.

A TV digital muda o formato dos programas?
Sim. Isso acontece porque os programas gravados e transmitidos em alta definição têm formato 16:9 (relação entre largura e altura da tela), como acontece no cinema. Na transmissão analógica, o formato é mais quadrado: 4:3. Com a TV digital, será possível ver mais áreas de uma cena nos televisores modernos - assim, as emissoras terão de se preocupar com o que aparece nas áreas laterais, que antes não eram exibidas.

Como vou assistir a programas no formato 16:9 em telas 4:3 e vice-versa?
Se não quiser distorcer as imagens, a solução será o uso de faixas pretas nos cantos da tela, pois programas em alta definição (formato 16:9) terão como alvo os aparelhos de TV com “tela de cinema” (também 16:9). Quando um programa antigo (4:3) for exibido em uma TV moderna (16:9), as faixas pretas ficarão nas laterais. Quando um programa em alta definição (16:9) for exibido em uma TV antiga (4:3), as faixas aparecerão em cima e embaixo da tela. Todas essas opções dependerão das funções disponíveis no aparelho de TV utilizado para recepção.

Vampeta acumula R$ 15 mil em dívidas e infrações com BMW


No dia 28 de novembro, a Companhia de Engenharia de Tráfego de São Paulo (CET), divulgou uma pesquisa mostrando que o comportamento dos motoristas na capital está pior, pois o número de multas aplicadas aumentou. O jogador de futebol Vampeta pode ser incluído nessa estatística. Já foi notificado pelo Detran por ter mais de 20 pontos na carteira de habilitação, soma que prevê a perda do documento, e acumula pelo menos R$ 15.700 em multas e impostos atrasados só com a BMW que tem. Há ainda outros quatro carros no nome dele.

A situação de Vampeta pode se complicar ainda mais se ele for responsabilizado pelo acidente ocorrido próximo de um cruzamento da Zona Oeste no dia 25 de outubro. Na ocasião, a BMW dirigida pelo jogador se chocou contra o Escort da corretora de imóveis Maria Helena Bressanelli, de 54 anos. Os envolvidos negam a culpa na batida e o "caso está parado", disse o delegado Virgílio Guerreiro Neto, que cuida do caso.

Ao volante do Escort, estava o filho de Maria Helena e, no banco do carona, a nora. A família acusa o jogador de não ter prestado qualquer auxílio e briga por um carro novo, pois o Escort não tinha seguro e deu perda total. Em entrevista ao G1, Maria Helena afirmou que pretende entrar na Justiça se um acordo não for fechado.

Consulta feita no site do Detran de São Paulo mostra que a BMW de Vampeta tem R$ 6.522,67 em multas aplicadas pela Companhia de Engenharia de Tráfego paulista (CET), R$ 169, 60 em multas registradas pelo Detran e R$ R$ 9.059,11 de débito do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA). Ao todo, o dono do carro deve 15.751,38 aos cofres públicos.

Como Vampeta comprou o carro em julho de 2003, a maioria das infrações podem ser computadas a ele. Procurado nos últimos dias, o jogador não retornou as ligações. A assessoria de imprensa do Corinthians também ficou de dar uma resposta, mas não houve retorno.

Pontos demais

A busca pela quantidade de pontos na carteira de Vampeta não pôde ser feita. A pontuação é tão extensa que a página do Detran mostra o seguinte aviso: "a quantidade de ocorrências ultrapassa o limite de visualização do sistema. Por favor compareça ao Detran ou Poupatempo mais próximo para obter maiores (sic) informações".


Há 30 infrações computadas na página de consulta do Detran para a BMW, mas o número parece inferior ao real, pois, novamente, uma nota adverte: “sua quantidade de multas ultrapassa o limite de visualização do sistema”. As irregularidades são por desrespeito ao rodízio de veículos na capital, por excesso de velocidade e por dirigir com fone de ouvido ou falando ao celular.

O Código de Trânsito Brasileiro (CTB) estabelece que o motorista tem sua carteira cassada se ultrapassar 20 pontos. Os pontos são adquiridos de acordo com a infração cometida.

Só por excesso de velocidade com a BMW, Vampeta teria 61 pontos (há penas médias, graves e gravíssimas nesse caso). Entre as multas a serem pagas, está a de R$ 574,61, aplicada ao motorista que trafegar acima de 50% da velocidade permitida em determinado local.

Derrapando

Em agosto deste ano, dois meses antes do acidente no Pacaembu, o Detran acendeu a luz amarela para Vampeta: notificou o jogador, advertindo-o de que ele pode perder a carteira de habilitação. Por meio de sua assessoria de imprensa, o Detran confirmou a notificação, mas não forneceu o número de pontos totais computados a Vampeta por se tratar de "dados confidenciais".

A CNH é retida quando o condutor soma 20 ou mais pontos. Ele tem direito à defesa, mas, dependendo da gravidade das infrações, pode ficar sem dirigir por até um ano. Se não comparecer para regularizar a situação, o motorista não consegue renovar a habilitação. Como a de Vampeta só vence em 2011, ele ainda tem mais de três anos para circular com o documento, segundo explicou a assessoria de imprensa do Detran.

As medidas de enquadramento incluem obrigar o infrator a voltar à sala de aula e passar por um curso de reciclagem sobre leis de trânsito. Só com o certificado de conclusão em mãos é que a carteira de motorista é devolvida. Um longo caminho para quem não quer mais derrapar na curva.

Charge do dia


quinta-feira, 29 de novembro de 2007

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sexta-feira, 30 de novembro de 2007 às 12:29:00 PM | 0 comentários  
Na realidade, a burocracia inventou o Brasil.

A burocracia nasce em 1500, veio com Cabral, nas caravelas e é um dos vícios portugueses plantados aqui.

Visava a fortalecer o poder da Coroa, tornando empresários sem iniciativa, dependentes do rei e depois do estado, de modo que a sociedade servisse ao estado e não o estado à ela, como é nos países desenvolvidos.

Na realidade, a burocracia inventou o Brasil. A idéia de uma sociedade empreendedora, criativa, sempre repugnou os chefes coloniais.

Até hoje aqui, "empresas" são vistas com desconfiança, já o "emprego" público é desejado desde a infância: "ah...quando crescer meu filho vai pro banco do Brasil..."

A burocracia também da poder à medíocres para criar dificuldades e vender facilidade. É nossa principal doença, de onde vêm os outros males.

Com a aceleração do progresso tecnológico, aumenta nosso caos. Somos uma carroça velha que tenta andar, movida a computador.

A principal revolução desse país seria contra a burocracia. Mas, como? Com este governo, que já contratou milhares de burocratas, que quer acabar com a responsabilidade fiscal, que acredita no estado pai, estado gigante, estado Lulão. Como?
Postado por Igor Guilhon Marcadores:
SANDÁLIAS HAVAIANAS FALSIFICADAS PRODUZIDAS NA CHINA SÃO PINTADAS COM TINTA TÓXICA.

VEJA OS PROBLEMAS QUE ELA CAUSA E ALERTE OS SEUS AMIGOS E FAMILIARES.



Postado por Igor Guilhon Marcadores:
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Postado por Igor Guilhon Marcadores:

A TV digital estréia no próximo domingo (2) na grande São Paulo.

Para esclarecer as dúvidas relacionadas a essa nova forma de transmissão das emissoras abertas, elaboramos um tira-dúvidas da TV digital, com as principais questões sobre o tema.

Perguntas e respostas

Quando começa a TV digital?
A TV digital será lançada oficialmente na grande São Paulo no dia 2 de dezembro. Depois disso, essa nova tecnologia de transmissão vai se expandir para outras regiões do país. De acordo com o Fórum Brasileiro de TV Digital, até 2013 a novidade deve estar disponível em todo o Brasil. A previsão é que, no semestre que vem, esteja disponível também no Rio de Janeiro.

O que muda com a TV digital?
As principais mudanças trazidas por essa novidade são imagem e som de maior qualidade, além de mobilidade, portabilidade, multiprogramação e também a possibilidade de o telespectador interagir com os programas da TV. Saiba mais.

A TV digital é gratuita?
Sim, essa forma de transmissão é gratuita. Porém, para acessar os canais em alta definição, é necessário ter um conversor digital (set-top box) ou uma TV já adaptada e uma antena UHF. Para obter a melhor qualidade das imagens de alta definição, também é preciso ter um aparelho de TV com tecnologia Full HD (1.920 x 1.080).

Quanto se gasta para comprar esses equipamentos?
Depende do nível de qualidade desejado. O gasto pode ficar entre R$ 100 (se o governo atingir seu objetivo de reduzir os preços) e R$ 800, na compra do conversor digital. Se o usuário preferir qualidade digital em TV de plasma ou LCD, gastará de R$ 2 mil a R$ 270 mil. TVs modernas, com o receptor digital integrado, devem ter preço de 10% a 15% maior que os modelos correspondentes sem o receptor. Com o tempo, os preços devem diminuir.

Serei obrigado a migrar para a TV digital?
Não, pelo menos nos próximos anos. De acordo com o decreto 5.280 (29 de junho de 2006), a transmissão analógica só deve deixar de existir em 29 de junho de 2016. Até lá, os telespectadores poderão continuar assistindo à TV com transmissão analógica.

Vou poder gravar a programação?
Sim, mas o usuário estará sujeito às leis de direitos autorais e às regras dos detentores de conteúdo.

A TV digital também vai transmitir programas antigos?
Sim. Os canais transmitidos digitalmente terão exatamente a mesma grade de programação que as suas versões transmitidas de forma analógica -- a imagem das “velharias” também será melhor na TV digital, pois ela elimina sombras e interferências que ocorrem durante a transmissão da emissora para as residências. Os programas já produzidos para a TV de alta definição terão melhor qualidade que os demais.

Essa nova forma de transmissão está disponível para canais a cabo?
Não, porque tratam-se de meios diferentes: a TV digital trafega pelo ar, enquanto a outra trafega por cabos espalhados pela cidade.

Todas as funcionalidades da TV digital estarão disponíveis na estréia?
No início, a transmissão digital no Brasil terá como foco som e imagem digitais. Também na época da estréia, será possível assistir à TV em dispositivos portáteis, assim que colocados à venda no mercado. Depois, com o passar do tempo, a interatividade deve ganhar força.

O que é mobilidade?
Mobilidade é a transmissão digital para televisores portáteis, como por exemplo aqueles utilizados em veículos.

O que é portabilidade?
Portabilidade é a transmissão digital para dispositivos pessoais, como PDAS e celulares.

Como será a interatividade?
As possibilidades são inúmeras. Com o controle remoto, por exemplo, os usuários poderão votar, responder a testes, acessar mais informações sobre os programas e, futuramente, até comprar produtos anunciados na televisão. Tudo será feito por meio de um sistema desenvolvido no Brasil, o Ginga, que possivelmente não estará disponível nos primeiros conversores. Por isso, as possibilidades de interação devem estar disponíveis pouco depois da estréia da TV digital.

O que é multiprogramação?
É a possibilidade de as emissoras transmitirem mais de um programa simultaneamente - ou até mesmo ângulos de câmera diferentes em um jogo de futebol. Isso dá às emissoras flexibilidade para explorar desde alta definição até vários programas dentro de um mesmo canal.

Quais as especificidades do Sistema Brasileiro de TV Digital Terrestre (SBTVD-T)?
O padrão brasileiro para a transmissão de imagens tem como base o padrão japonês, que viabiliza a mobilidade, portabilidade e alta definição. As principais adaptações do modelo nacional estão ligadas ao tipo de compressão dos arquivos (H264) e ao desenvolvimento de um sistema de interatividade próprio (Ginga).

A tecnologia de compressão de arquivos adotada pelo Brasil, chamada H264, consegue enviar maior quantidade de dados que o modelo japonês (MPEG2) sem aumentar o tamanho do arquivo. Isso resulta em conteúdo de maior qualidade com a mesma velocidade de transmissão de dados.

Outra mudança do padrão brasileiro é a adoção do Ginga, sistema de interatividade nacional desenvolvido em parceria pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio) e pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB).

Posso comprar no exterior um equipamento para assistir à TV digital no Brasil?
Não. O sistema de TV digital adotado será exclusivo do Brasil. Por isso, os equipamentos comprados no exterior não vão funcionar por aqui, a não ser que sejam fabricados no exterior de acordo com as especificações brasileiras. Essa restrição vale para televisores portáteis, telefones celulares, conversores digitais e aparelhos de TV com conversor integrado.

Como faço para acessar a TV digital?
É necessário adquirir um conversor digital e ter também uma antena UHF. As emissoras de São Paulo, que realizam a transmissão analógica em VHF, terão também canais UHF para a transmissão digital. Graças a uma função chamada “canal virtual”, não será necessário decorar novos números: ao digitar 5, por exemplo, o conversor sintonizará a TV Globo transmitida digitalmente (na realidade, correspondente ao canal 18 no UHF).

Vou precisar de um aparelho novo para ver a TV digital?
Provavelmente, não. Quase todos os aparelhos fabricados nos últimos anos têm entradas para áudio e vídeo, que são necessárias para o funcionamento do set-top box (conversor). No entanto, a qualidade das imagens varia. Se quiser tirar o melhor proveito da alta definição oferecida pela TV digital, é necessário ter uma televisão com tecnologia Full HD.

A TV digital muda o formato dos programas?
Sim. Isso acontece porque os programas gravados e transmitidos em alta definição têm formato 16:9 (relação entre largura e altura da tela), como acontece no cinema. Na transmissão analógica, o formato é mais quadrado: 4:3. Com a TV digital, será possível ver mais áreas de uma cena nos televisores modernos - assim, as emissoras terão de se preocupar com o que aparece nas áreas laterais, que antes não eram exibidas.

Como vou assistir a programas no formato 16:9 em telas 4:3 e vice-versa?
Se não quiser distorcer as imagens, a solução será o uso de faixas pretas nos cantos da tela, pois programas em alta definição (formato 16:9) terão como alvo os aparelhos de TV com “tela de cinema” (também 16:9). Quando um programa antigo (4:3) for exibido em uma TV moderna (16:9), as faixas pretas ficarão nas laterais. Quando um programa em alta definição (16:9) for exibido em uma TV antiga (4:3), as faixas aparecerão em cima e embaixo da tela. Todas essas opções dependerão das funções disponíveis no aparelho de TV utilizado para recepção.
Postado por Igor Guilhon Marcadores:

No dia 28 de novembro, a Companhia de Engenharia de Tráfego de São Paulo (CET), divulgou uma pesquisa mostrando que o comportamento dos motoristas na capital está pior, pois o número de multas aplicadas aumentou. O jogador de futebol Vampeta pode ser incluído nessa estatística. Já foi notificado pelo Detran por ter mais de 20 pontos na carteira de habilitação, soma que prevê a perda do documento, e acumula pelo menos R$ 15.700 em multas e impostos atrasados só com a BMW que tem. Há ainda outros quatro carros no nome dele.

A situação de Vampeta pode se complicar ainda mais se ele for responsabilizado pelo acidente ocorrido próximo de um cruzamento da Zona Oeste no dia 25 de outubro. Na ocasião, a BMW dirigida pelo jogador se chocou contra o Escort da corretora de imóveis Maria Helena Bressanelli, de 54 anos. Os envolvidos negam a culpa na batida e o "caso está parado", disse o delegado Virgílio Guerreiro Neto, que cuida do caso.

Ao volante do Escort, estava o filho de Maria Helena e, no banco do carona, a nora. A família acusa o jogador de não ter prestado qualquer auxílio e briga por um carro novo, pois o Escort não tinha seguro e deu perda total. Em entrevista ao G1, Maria Helena afirmou que pretende entrar na Justiça se um acordo não for fechado.

Consulta feita no site do Detran de São Paulo mostra que a BMW de Vampeta tem R$ 6.522,67 em multas aplicadas pela Companhia de Engenharia de Tráfego paulista (CET), R$ 169, 60 em multas registradas pelo Detran e R$ R$ 9.059,11 de débito do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA). Ao todo, o dono do carro deve 15.751,38 aos cofres públicos.

Como Vampeta comprou o carro em julho de 2003, a maioria das infrações podem ser computadas a ele. Procurado nos últimos dias, o jogador não retornou as ligações. A assessoria de imprensa do Corinthians também ficou de dar uma resposta, mas não houve retorno.

Pontos demais

A busca pela quantidade de pontos na carteira de Vampeta não pôde ser feita. A pontuação é tão extensa que a página do Detran mostra o seguinte aviso: "a quantidade de ocorrências ultrapassa o limite de visualização do sistema. Por favor compareça ao Detran ou Poupatempo mais próximo para obter maiores (sic) informações".


Há 30 infrações computadas na página de consulta do Detran para a BMW, mas o número parece inferior ao real, pois, novamente, uma nota adverte: “sua quantidade de multas ultrapassa o limite de visualização do sistema”. As irregularidades são por desrespeito ao rodízio de veículos na capital, por excesso de velocidade e por dirigir com fone de ouvido ou falando ao celular.

O Código de Trânsito Brasileiro (CTB) estabelece que o motorista tem sua carteira cassada se ultrapassar 20 pontos. Os pontos são adquiridos de acordo com a infração cometida.

Só por excesso de velocidade com a BMW, Vampeta teria 61 pontos (há penas médias, graves e gravíssimas nesse caso). Entre as multas a serem pagas, está a de R$ 574,61, aplicada ao motorista que trafegar acima de 50% da velocidade permitida em determinado local.

Derrapando

Em agosto deste ano, dois meses antes do acidente no Pacaembu, o Detran acendeu a luz amarela para Vampeta: notificou o jogador, advertindo-o de que ele pode perder a carteira de habilitação. Por meio de sua assessoria de imprensa, o Detran confirmou a notificação, mas não forneceu o número de pontos totais computados a Vampeta por se tratar de "dados confidenciais".

A CNH é retida quando o condutor soma 20 ou mais pontos. Ele tem direito à defesa, mas, dependendo da gravidade das infrações, pode ficar sem dirigir por até um ano. Se não comparecer para regularizar a situação, o motorista não consegue renovar a habilitação. Como a de Vampeta só vence em 2011, ele ainda tem mais de três anos para circular com o documento, segundo explicou a assessoria de imprensa do Detran.

As medidas de enquadramento incluem obrigar o infrator a voltar à sala de aula e passar por um curso de reciclagem sobre leis de trânsito. Só com o certificado de conclusão em mãos é que a carteira de motorista é devolvida. Um longo caminho para quem não quer mais derrapar na curva.
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