quarta-feira, 9 de janeiro de 2008

Chico Anysio renasce em DVD

Chico Anysio, literalmente, renasce para os seus fãs no DVD duplo ´Chico Especial!´, que comemora seus 40 anos de TV Globo. Fora da grande mídia, o maior expoente vivo do humor nacional reaparece numa coletânea que atravessa décadas, a partir dos anos 70, com imagens em preto-e-branco, coloridas, e garantia de riso e nostalgia

Quem acompanhou Chico em algum momento de sua trajetória, principalmente na Globo, certamente vai se impressionar (e arrepiar) ao reencontrar personagens inesquecíveis, como Painho, Tavares, Azambuja, Justo Veríssimo, Bozó, o contador de histórias Pantaleão, entre vários outros, em 5h de muita gargalhada. O especial é um lançamento da Globo Marcas e Som Livre.

Enquanto para os ´senhores´ de hoje é uma oportunidade de reviver um humor diferente dos descartáveis atuais, para as novas gerações, que não acompanharam o cearense, de Maranguape, no auge, é uma forma de conhecer essa história. ´O DVD, com toda certeza, representa isso, tem esse objetivo´, revela o humorista ao Zoeira.

No depoimento de abertura, Chico fala sobre o início inusitado de sua carreira. ´Eu sou artista, porque esqueci o tênis´, diz. No primeiro disco, vários quadros do programa ´Chico Anysio Show´, com criações exibidas de 1983 a 1989. Quatro galerias mostram os personagens mais marcantes do período.

Já no segundo disco, os fãs vão encontrar o programa do ´Festival 25 Anos´, com o melhor na década de 90, além de um apanhado de contos de fadas contados pelo cearense: ´A bela adormecida´, ´Ali Babá´, ´Chapeuzinho vermelho´ e ´A Branca de Neve´.

O Professor Raymundo, explica Chico, não está no DVD duplo. ´Faz parte do projeto de outro DVD, só dele´. Sobre outros projetos, o humorista, de 76 anos, comemora o livro, criado em parceria com Ziraldo, de caricaturas de seus personagens. Por outro lado, lamenta a idéia de um museu com suas ´criaturas´ não ter saído do papel. O local seria Maranguape, mas não houve apoio governamental, nem privado. ´O museu não deve sair mais´, constata.

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quarta-feira, 9 de janeiro de 2008 às 7:17:00 AM |  
Chico Anysio, literalmente, renasce para os seus fãs no DVD duplo ´Chico Especial!´, que comemora seus 40 anos de TV Globo. Fora da grande mídia, o maior expoente vivo do humor nacional reaparece numa coletânea que atravessa décadas, a partir dos anos 70, com imagens em preto-e-branco, coloridas, e garantia de riso e nostalgia

Quem acompanhou Chico em algum momento de sua trajetória, principalmente na Globo, certamente vai se impressionar (e arrepiar) ao reencontrar personagens inesquecíveis, como Painho, Tavares, Azambuja, Justo Veríssimo, Bozó, o contador de histórias Pantaleão, entre vários outros, em 5h de muita gargalhada. O especial é um lançamento da Globo Marcas e Som Livre.

Enquanto para os ´senhores´ de hoje é uma oportunidade de reviver um humor diferente dos descartáveis atuais, para as novas gerações, que não acompanharam o cearense, de Maranguape, no auge, é uma forma de conhecer essa história. ´O DVD, com toda certeza, representa isso, tem esse objetivo´, revela o humorista ao Zoeira.

No depoimento de abertura, Chico fala sobre o início inusitado de sua carreira. ´Eu sou artista, porque esqueci o tênis´, diz. No primeiro disco, vários quadros do programa ´Chico Anysio Show´, com criações exibidas de 1983 a 1989. Quatro galerias mostram os personagens mais marcantes do período.

Já no segundo disco, os fãs vão encontrar o programa do ´Festival 25 Anos´, com o melhor na década de 90, além de um apanhado de contos de fadas contados pelo cearense: ´A bela adormecida´, ´Ali Babá´, ´Chapeuzinho vermelho´ e ´A Branca de Neve´.

O Professor Raymundo, explica Chico, não está no DVD duplo. ´Faz parte do projeto de outro DVD, só dele´. Sobre outros projetos, o humorista, de 76 anos, comemora o livro, criado em parceria com Ziraldo, de caricaturas de seus personagens. Por outro lado, lamenta a idéia de um museu com suas ´criaturas´ não ter saído do papel. O local seria Maranguape, mas não houve apoio governamental, nem privado. ´O museu não deve sair mais´, constata.
Postado por Fred Guilhon Marcadores:

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