quarta-feira, 27 de agosto de 2008

Novos tempos de Lei Seca


Descubra como dobrar seu dinheiro

Quem diria que ao dobrar uma nota de U$$5 um Abraham Lincoln surgiria com seu bonézinho invertido?
Confira outras poses engraçadas de personalidades imortalizadas em notas do dinheiro de seus países:
Combustão

Uma Moto pra Vestir



Esse é um projeto do aluno de ensino médio Jake Loniak dos Estados Unidos.

O veículo conceito, de nome Deus Ex Machina (!!!), é movido por 36 músculos pneumáticos artificiais alimentados por baterias de Lithium (Emissão 0 de poluentes) que geram potência suficiente para fazer a moto se mover a até 120 KM/h.

Por enquanto a moto só existe no projeto mas Jake quer produzir ao menos um protótipo, pois algumas das tecnologias já estão disponíveis no mercado, como as baterías.

Pra completar ele diz “Isso não é Fantasia. É um veículo não Poluente e todas as projeções são baseadas na realidade”.

segunda-feira, 11 de agosto de 2008

As 10 Gatas Mais Sexys das Olimpíadas de 2008

1ª. Alexandra Orlando – Canadá
2ª. Rita Dravucz – Hungría
3ª. Alona Bondarenko – Ucrânia
4ª. Amanda Beard – Estados Unidos
5ª. Barba de Amanda - Estados Unidos
6ª. Lauren Jackson – Austrália
7ª. Victoria Pendleton – Grã Bretanha
8ª. Stephanie Rice – Austrália
9ª. Tatiana Golovin – França
10ª. Jelena Jankovic – Sérvia

domingo, 10 de agosto de 2008

PAI de VERDADE


PAI de VERDADE mesmo, sabe que ser PAI não é simplesmente recolher o fruto de um momento de prazer, mas sim perceber o quanto pode ainda estar verde e ajudá-lo a amadurecer.

PAI de VERDADE mesmo não só ergue o filho do chão quando ele cai, mas também o faz perceber que a cada queda é possível levantar.
Ele não é simplesmente quem atende a caprichos: ele sabe perceber quando existe verdadeira necessidade nos pedidos.

PAI de VERDADE mesmo não é aquele que providência as melhores escolas, mas o que ensina o quanto é necessário o conhecimento.
Ele não orienta com base nas próprias experiências, mas demonstra que em cada experiência existe uma lição a ser aprendida.

PAI de VERDADE mesmo não coloca modelos de conduta, mas aponta aqueles cujas condutas não devem ser seguidas.
Ele não sonha com determinada profissão para o filho, mas deseja grande e verdadeiro sucesso com sua real vocação.
Ele não quer que o filho tenha tudo que ele não teve, mas que tenha tudo aquilo que merecer e realmente desejar.

PAI de VERDADE mesmo não está ali só para colocar a mão no bolso para pagar as despesas: ele coloca a mão na consciência e percebe até que ponto está alimentando um espírito de dependência.
Ele não é um condutor de destinos,
mas sim o farol que aponta para um caminho de honestidade e de Bem.

PAI de VERDADE mesmo não diz "Faça isto" ou "faça aquilo", mas sim "tente fazer o melhor de acordo com o que você já sabe".
Ele não acusa de erros e nem sempre aplaude os acertos, mas pergunta se houve percepção dos caminhos que levaram o filho a esses fins.

PAI de VERDADE mesmo é o AMIGO sempre presente, atento e amoroso
- com a alma de joelhos
- pedindo a DEUS que o oriente na hora de dar conselhos.

terça-feira, 5 de agosto de 2008

Entenda a miopia

Frases de famosos

Eu sou virgem.
(Milene Rodrigues, namorada de Ronaldinho, uma semana antes de anunciar que estava grávida).

Para que ter olhos azuis, se a natureza deixa os meus vermelhos?
(Bob Marley)

Se o Pitta não for um bom prefeito nunca mais votem em mim.
(Paulo Maluf)

Vou me candidatar por São Paulo, porque sou São Paulino.
(Maguila)

Depois da derrota o pior resultado é o empate.
(Galvão Bueno)

Assista depois, capítulo inédito de Vale a Pena Ver de Novo.
(Galvão Bueno)

Adoro Beethoven, especialmente os seus poemas.
(Ringo Star)

Estou louca para ir a New York. Eu sempre quis conhecer a Europa.
(Carla Perez)

Quem é o dono do Clube Atlético Mineiro?
(Vinícius Jorge Vasconcelos)

Começa com a letra 'I', de Iscola?
(Carla Perez)

Meu hobby? Ah! Eu tenho um preto, mas gosto mais do vermelho.
(Carla Perez)

Um abraço a todos os goianos de Juiz de Fora.
(Carla Perez)

A carreira artística é difícil porque tem muitas dificuldades.
(Tiazinha)

Quando morrer, quero ser enterrada de bruços, para as pessoas me reconhecerem.
(Rita Cadillac, ex-chacrete)

Impressionante como as coisas caem do céu para mim.
(Suzana Werner)

Isso é coisa de viado.
(Pedro Bial, sem saber que estava no ar, após uma reportagem sobre um bailarino brasileiro).

O México jogou como nunca, perdeu como sempre.
(Manchete do jornal mexicano Excelsior, depois do jogo em que o Brasil ganhou de virada por 3x2)

As ruas da Filadélfia são seguras, são as pessoas que as fazem perigosas.
(Frank Rizzo, Major e Chefe de Polícia).

A Internet é um grande caminho para se conectar a rede.
(Bob Dole, candidato derrotado à presidência dos EUA).

Quanto mais e mais pessoas são despedidas do trabalho, isso resulta em desemprego.
(Calvin Coolidge, ex-presidente dos EUA).

A perda das vidas será irreversível.
(Dan Quayle, ex-Vice-Presidente dos EUA).

Metade deste jogo é 90% mental.
(Danny Ozark, técnico de futebol americano).

Olha só que lindo, a Torcida Palmeirense homenageando o seu time.
(Galvão Bueno, na Final da Libertadores do Ano passado, enquanto a torcida gritava 'Filho da Puta, Filho da Puta' para o Juiz)

Salvador não é capital da Bahia, é uma cidade.
(Carla Perez)

Fala de onde? Blumenau... Oba! Mais um gaúcho...
(Carla Perez)

Nem que eu tivesse dois pulmões eu alcançava essa bola.
(Bradock, amigo de Romário, reclamando de um passe longo)

A partir de agora meu coração tem uma cor só: rubro-negro.
(Fabão, zagueiro baiano, ao chegar para jogar no Flamengo)

No México que é bom. Lá a gente recebe SEMANALMENTE, de 15 em 15 dias.
(Ferreira, jogador de futebol, ex-ponta-esquerda do Santos)

Quando o jogo esta a mil, minha naftalina sobe.
(Jardel, jogador de futebol, ex-atacante do Grêmio e da Seleção Brasileira)

O meu clube estava a beira do precipício, mas tomou a decisão correta: deu um passo a frente.
(João Pinto, jogador de futebol do Benfica de Portugal)

A CAMPEÃ DE TODAS!!!
Estavam na concentração do Flamengo Jamir e Fábio Baiano, quando o segundo lendo a revista CARAS, falou:

- PORRA, JAMIR, ESSE CARA É MUITO RICO MESMO, OLHA A CASA DELE.

- VOCÊ NÃO O CONHECE? ESTE É O ABÍLIO DINIZ, DONO DO PÃO DE AÇUCAR.
ENTÃO O FÁBIO BAIANO ARREMATA:

- PÔ!!! NÃO SABIA QUE ESSES BONDINHOS DAVAM TANTO DINHEIRO.

CAMPANHA FRANCESA SOBRE A AIDS

Carta da Promotora de Justiça Márcia Velasco, sobre o crime em que o segurança de seu filho matou um rapaz na boate Baronetti.

Em seguida, leia a resposta do editor do Globo On Line, Aydano.

Vale a leitura!!!


Márcia Velasco

'Tenho lido e assistido em silêncio angustiante, nos últimos dias, a incontáveis manifestações de revolta e indignação pela morte do jovem Daniel Duque.

Manifestações justas, principalmente quando partem da mãe e do padrasto de um menino que teve sua vida roubada pela violência.

No seu lugar, como mãe de um rapaz tão jovem quanto o filho dela, estaria me esforçando para não gritar de dor.

O que pode acontecer de pior a uma mãe do que perder um filho na flor da idade?

Mesmo sofrendo como estou, gostaria de dizer que não estou acostumada a ter momentos de fraqueza.

Não posso me dar ao direito de tê-los. Tenho enfrentado, ao longo dos últimos anos, desafios que me foram impostos pela minha profissão, em defesa da sociedade, da população.

O exercício da Promotoria de Justiça, nos dias de hoje, de maneira séria e honesta, exige de todos nós sacrifícios que só realizamos com muita determinação e coragem.

É uma luta constante contra o crime, em suas mais variadas manifestações.

Uma luta que, no meu caso, transformou uma mulher normal, tímida, sonhadora, feliz, um lindo filho pequeno, numa mulher determinada, implacável, em busca da justiça e da paz que todos nós queremos.

Os caminhos desta luta me levaram a confrontar, como todos já sabem, os mais perigosos e cruéis bandidos do Rio de Janeiro e o maior criminoso da história do país, Fernandinho Beira-Mar.

Os desafios apareceram, eu os fui enfrentando, um a um, sem jamais recuar e acho que hoje pago o preço muito alto que esta cruzada me cobrou.

Este bandido voltou a me ameaçar. No último dia 19 de Junho recebi nova comunicação de que ele, mais uma vez, disse que não descansará enquanto não me matar.

São anos e anos de uma vida sem paz, uma vida de medo, minha e de meu filho, que cresceu sem poder ser como os garotos de sua idade, brincando, feliz. Sempre cercado de seguranças, Pedro cresceu e hoje me orgulho, e o pai dele também, de termos criado um rapaz com valores rígidos, com caráter, decência e honestidade.

Mas Pedro sempre tentou ter uma vida mais próxima da normalidade, com todas as dificuldades que teve por causa de nossa situação.

Fico triste ao ver que tantas pessoas o considerem um privilegiado por estar sempre protegido por um segurança. Na verdade Pedro é um prisioneiro, pela nossa condição de marcados para morrer.

Com estas informações, não quero criar justificativas para nada. Quero dizer que o sábado 28 de Junho foi um dos dias mais tristes da minha vida. Eu lamento do fundo do coração a morte do jovem Daniel Duque.

Lamento profundamente a violência que se repete nesta cidade como uma rotina sufocante.

Quero justiça, assim como todos. Quero que o policial que disparou a arma, e que nunca, em oito anos, havia usado a sua pistola enquanto prestava segurança para nós, sempre demonstrando autocontrole, seja julgado - e não prejulgado - com o direito de defesa que se deve dar a todos.

Direito que até o homem que quer nos matar, a mim e meu filho, está recebendo.

Lamento pela violência que acaba se impondo e se traduzindo em nosso meio social, como que incorporadas de forma banal no meio de nossos jovens. É o que costumo chamar da convivência pacífica com a 'cultura da ilegalidade'.

Eu sei o que é a angústia de perder o sono esperando o filho voltar da rua. Sei disso porque toda a mãe sabe, como a mãe de Daniel sabia. Mas sei por um motivo a mais: estamos, meu filho e eu, diretamente ameaçados de morte.

Há oito anos dei a minha paz e a do meu filho em defesa de uma cidade melhor, em que todos nós pudéssemos viver em paz e sem medo. Há oito anos não tenho vida, rotina, tranqüilidade e paz de espírito. Há oito anos convivo com o medo. Medo de ligar o carro e vê-lo explodir. Medo de ter minha casa invadida por cúmplices do criminoso que ajudei aprender. Medo de receber a notícia de que meu filho sofreu um atentado. Filhos não deviam jamais morrer antes dos pais. A morte de um filho contraria a lei natural na qual queremos sempre acreditar.

Parece subverter o próprio espírito humano. Não há nada que se diga, portanto, que possam litigar a dor de Daniela Duque e do seu marido.

Espero apenas que, um dia, eles percebam que toda a história tem mais de um lado. Esta também. E pretendo fazê-la acreditar que, embora repita, nada que possa dizer neste momento vá atenuar a sua dor de mãe, como Promotora de Justiça, nos dezesseis anos de minha pública carreira, tanto quanto ela tenho apenas um anseio: DE JUSTIÇA.

Desejo apenas que a verdade dos fatos venha à tona.

E certamente ela virá.'

Rio de Janeiro, 01 de Julho de 2008.

Márcia Velasco

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Resposta de Aydano

Doutora, Antes de mais nada, os agradecimentos do blog, pelo trabalho que ajudou a mandar para a cadeia o perigoso traficante Fernandinho Beira-Mar.

A gratidão de todos os cariocas e brasileiros se deve, aliás, porque aqui, nesta terra morena, obrigação é mérito - afinal, a senhora nada mais fez do que justificar o salário que recebe do contribuinte, como promotora de Justiça. Confere?

Assim, não é verdade que a senhora deu sua paz e a de seu filho 'em defesa de uma cidade melhor, em que todos pudéssemos viver em paz e sem medo'.

Desculpe, doutora, mas a senhora apenas fez seu trabalho, que, aliás, escolheu livremente, ao decidir a faculdade que cursaria e o concurso público que prestaria.

Não tem nada de heróico nisso - ainda que, nunca será demais repetir, sejamos gratos. Mas o assunto desta não é seu trabalho no MP.

Infelizmente. O crime que agora lhe envolve é bem outro - a morte do menino Daniel Duque, assassinado à queima-roupa pelo guarda-costas que a senhora emprestou a seu filho, para ele atravessar a madrugada naquela catedral da bandalheira mauricinha chamada Baronetti.

E aí, doutora, está tudo errado. A começar pela defesa que a senhora ensaia, na carta publicada nos jornais de hoje.

A senhora preferiu dedicar 18 dos 26 parágrafos do texto à própria rotina de servidora pública e seus parentes ameaçados por malfeitores. Direito seu. Mas é o caso de se lamentar, profundamente, o uso equivocado de um segurança que os fatos transformaram em assassino.

Sim, o homem que guardava seu pimpolho na noite de Ipanema é um assassino.

O trabalho bem-feito de um advogado como a senhora pode fazer prevalecer a tese da legítima defesa - por mais que pareça delirante, alguém se defender atirando contra pessoas desarmadas -, mas quem mata os outros, diria qualquer colega seu de MP, é assassino, certo?

A parte mais delicada - para o blog - e constrangedora - para a senhora - não é essa, e sim a das opções de lazer do seu rebento.

Hoje, a polícia divulgou que sequer é a primeira vez que ele se mete em arruaças noturnas.

Em Janeiro do ano passado, Pedro esteve envolvido numa briga na Cat Walk, na Barra. Aliás, não tem ameaça de facínora que faça seu menino desistir de uma boate, né não?)

Então, vamos por um momento esquecer a promotora e falar de angústias de mãe.

Não seria o caso de uma boa conversa com esse adolescente - 'Um rapaz com valores rígidos, com caráter, decência e honestidade', como a senhora avaliza, e o blog tem certeza do seu esforço para sedimentar tais parâmetros -, para tentar modificar os hábitos noturnos que ele cultiva? Pode ser impossível, claro. E aí, o que está errado, doutora, é oferecer um assassino para ir junto, cuidar da integridade física de seu herdeiro.

Por óbvio, o blog sequer se estenderá sobre o equívoco absurdo, de um servidor público como a senhora servindo de babá para um jovem até cinco da manhã.

Ora, que ameaçado é esse, que se sente seguro para ficar pela rua, num carro de seqüestrável - aquele BMW apreendido pela perícia custa R$ 145 mil nas boas lojas do ramo - madrugada adentro?

Mas, pelo menos, a senhora tem a esperança de mudar as preferências e administrar os riscos de seu filho, muito além do que pode garantir a vigilância de um matador.

Dê graças, doutora. Porque Daniela Duque, mãe como a senhora, não pode fazer mais nada. O filho dela foi assassinado à queima-roupa pelo guarda-costas do seu.

Disso, doutora, a senhora tem obrigação de não se esquecer jamais.

segunda-feira, 4 de agosto de 2008

Sexta geração do Golf será apresentada no Salão de Paris, em outubro

Veja matéria completa AQUI

Carta chega com 60 anos de atraso, e no endereço errado


Uma carta que descrevia o estado de espírito nos Estados Unidos após a vitória de Harry S Truman nas eleições presidenciais ficou perdida por cerca de 60 anos, e reapareceu nesta semana na caixa postal de uma moradora de Kansas.

Xan Wedel encontrou a carta, com carimbo postal datado de 11 de novembro de 1948, no final de julho. O envelope estava marcado com "retornar ao remetente".

A missiva estava endereçada a Ruth Willisten, da cidade de Rockfall, Connecticut, mas jamais chegou a seu destino. A remetente era Gertrude Gilmore, que morava na casa hoje habitada por Xan Wedel em 1948.

Diz a carta: "a cidade está de luto desde a eleição", na qual Truman derrotou Thomas E. Dewey. Segundo Wedel, a residência foi construída pela família Gilmore em 1890. Gertrude seria uma das filhas do casal.

Wedel diz que vai tentar encontrar detalhes sobre a família que viveu por tantos anos na casa onde hoje ela mora. "Seria interessante descobrir se ainda há parentes ou descendentes na cidade, que possam contar a história por trás desta carta."
G1

22 motoristas são flagrados alcoolizados em Fortaleza


O Departamento Estadual de Trânsito (Detran-CE) e a Polícia Militar do Ceará (PM-CE) realizaram, neste fim de semana, a autuação em flagrante de 22 motoristas, dos quais, 9 foram presos por dirigirem alcoolizados. Eles foram abordados nas blitze montadas na Avenida Washignton Soares, Icaraí e Eusébio.

Até as 17 horas do domingo, três condutores permaneciam presos no 30° Distrito Policial (DP). As certidões necessárias à concessão da fiança ainda não tinham sido apresentadas, já que o Fórum não atende nos fins de semana. O delegado titular do 30°DP, Bruno de Figueiredo, deve arbitrar hoje a fiança dos infratores.

Desde que o Detran-CE começou a operar com bafômetro, no dia 4 de julho, até a semana do Fortal, foram registradas 35 autuações, das quais 20 motoristas foram encaminhados para delegacia.

Gagueira é tratável

O que provoca a gagueira ainda é desconhecido para a Ciência. Apesar, diga-se de passagem, de ser estudada há anos e os exemplos de gagos serem muitos. Para se ter uma idéia, a Associação Brasileira de Gagueira estima que, no mundo, sejam 60 milhões, enquanto no Brasil soma-se 1,6 milhão de afetados. Dentre os famosos, pode-se elencar o personagem bíblico Moisés, a musa Marilyn Monroe e o cantor brasileiro Nélson Gonçalves.

Entretanto, apesar de não ter desvendado as causas da doença inscrita na Classificação Internacional da Organização Mundial da Saúde (OMS), avanços têm sido feitos em relação ao tratamento da gagueira. A novidade é um aparelho portátil, similar ao auditivo, chamado de speech easy. Desde o início do mês, ele está disponível em Fortaleza, dos dois meses que chegou ao País. Inclusive, na Região Nordeste, somente o Ceará dispõe de profissionais treinados para lidar com a novidade, conforme explica o fonoaudiólogo Silvio Castro.

Membro associado da Sociedade Brasileira de Fonoaudiologia (SBFa) e da American Speech-Hearing-Language Association (ASHAa), Silvio explica que o novo recurso para minimizar as manifestações da gagueira é colocado dentro do ouvido, porém, não amplifica o som como os demais aparelhos.

Ao invés disso, o speech easy capta as palavras e as retransmite ao ouvido do usuário com um pequeno atraso de milisegundos e uma leve alteração na freqüência (tom) da voz, produzindo o denominado ´efeito coro´. ´Quando pessoas que gaguejam falam ou cantam ao mesmo tempo com outros, a sua gagueira é reduzida ou até mesmo eliminada´, comenta. Isso porque, como detalha o fonoaudiólogo, nessas situações o cérebro cria uma ilusão de uma segunda voz, pois quando falamos em coro ou cantamos, a voz alcança o córtex com outro tom (sensação de freqüência) e outro tempo, o que viabiliza a fluência.

Indicações

Apesar dos resultados, que segundo Silvio Castro vêm sendo bastante positivos por meio dos estudos, o fonoaudiólogo ressalta que o aparelho não funciona como ´mágica´. Portanto, o acompanhamento fonoaudiológico é essencial no tratamento. Dessa forma, a novidade é indicada para crianças, a partir dos 10 anos, e adultos com gagueira de grau moderado a severo.

Inclusive, como aconselha Rita Vieira de Figueiredo, professora da Universidade Federal do Ceará (UFC) e P.h.D em Psicopedagogia, é extremamente importante o acompanhamento dos pais, no que se refere à doença, que pode ocorrer na primeira infância. ´Esta é uma gagueira funcional que normalmente desaparece em torno dos cinco anos de idade. É importante que os pais não chamem atenção para essa gagueira porque isso pode contribuir para fixar e não para ajudar a criança a superar espontaneamente, como é esperado na gagueira funcional´.
Como característica, enumera o fonoaudiólogo Silvio Castro, a gagueira apresenta uma ruptura no ritmo da fala, na qual o indivíduo sabe precisamente o quer dizer, mas não consegue fazê-lo devido a movimentos involuntários nos órgãos fonoarticulatórios (boca, língua, dentes, músculos da face, laringe, etc.). Por conta disso, acontecem as repetições de sons ou sílabas, prolongamento dos sons, bloqueios (quando nenhum som consegue ser emitido e parece que a pessoa está ´travada´) e inserção de palavras ou expressões que não pertencem ao contexto.

Aprendizado

Apesar do distúrbio na fluência verbal, a também pós-doutora em Linguagem Escrita pela Universidade de Barcelona, Rita Vieira, afirma que a gagueira em si não atrapalha o aprendizado da língua materna. Segundo a professora, autora da dissertação de mestrado sobre a relação da dislalia e a gagueira na auto-estima da criança escolar, ´os estudantes podem aprender bem a se expressar verbalmente e por escrito mesmo com gagueira´.

Os problemas nas salas de aula, como esclarece, não dizem respeito à doença, mas à baixa auto-estima desses alunos. ´Na verdade, não existe nenhuma relação entre a gagueira e o desenvolvimento da inteligência nas crianças. Elas fazem equivocadamente essa associação porque essa marca de linguagem atua negativamente sobre a auto-estima, fazendo com que elas desenvolvam uma imagem negativa sobre si mesmas´.

A interferência que pode ocorrer com os estudantes, conforme Rita Vieira, é na leitura em voz alta. ´Quando os professores solicitam aos alunos lerem em voz alta na sala é uma dificuldade muito grande para os que apresentam gagueira. Não porque não saiba ler ou porque tenha dificuldade para compreender o texto, mas pelo emocional´.

Na opinião da pós-doutora em Linguagem Escrita, Rita Vieira, cabe aos pais e professores deixarem claro que a presença do problema da gagueira não diminui em nada a possibilidade dessas crianças serem bem aceitas e amadas por todos da forma que são.

APARELHO

Como funciona

É usado de modo similar a um aparelho auditivo. Entretanto, ao invés de amplificar o som, usa-se a tecnologia ´retorno auditivo alterado´, que recria o ´efeito coro´. Com o aparelho, as palavras pronunciadas são digitalizadas e retransmitidas com ligeiro atraso e modificação na freqüência (tom). O cérebro percebe que está falando junto com outra pessoa. Então, há o ´efeito coro´, reduzindo ou eliminando a gagueira.

Para obter

Localize um fonoaudiólogo especializado, certificado e habilitado a trabalhar com o aparelho no site: www.speecheasy.com.br.

PERFIL

1,6 milhão é a estimativa da Associação Brasileira de Gagueira de pessoas que sofrem com a doença no Brasil. Em todo mundo, calcula-se que são em média 60 milhões de portadores.
DN

Elegância de peso

Num mundo onde quase ninguém encontra-se satisfeito consigo e está sempre em busca de padrões distantes da realidade, são raras as pessoas que assumem sua condição e se mostram felizes. Nesta edição, o Eva traz o exemplo de seis mulheres corajosas, consideradas “gordinhas”, que revelam como superaram o preconceito.

Umas das cheinhas é Flúvia Lacerda, 28 anos, carioca que entrou para o mundo da moda há cinco anos. Isso mesmo, você não leu errado! Há uma década ela se mudou para Nova Iorque com o intuito de estudar inglês e lá foi abordada por uma editora de revista. “Ela me sugeriu a idéia de trabalhar como modelo “plus size”, elogiou meu rosto e o formato do meu corpo. Até então eu jamais havia ouvido falar e achei até que era piada”, diz.

Recentemente, ela esteve em Fortaleza onde fez campanha para a marca feminina Eveíza, especializada em tamanhos especiais. O Eva acompanhou o “making of”. “Essa é a minha primeira visita. A possibilidade de trabalhar dentro do meu País me enche de alegria, até porque a família do meu pai é de Fortaleza. Além disso, a campanha é maravilhosa”, empolga-se. Embora goste do Brasil, ela não pensa em ficar por aqui, e o motivo é claro: “sou cigana, gosto de arrumar a mala e sair mundo a fora”.
Flúvia confessa que antes de atuar como modelo sempre se interessou por moda, mas nunca considerou a idéia por acreditar que precisava ser “pele e osso” e esse, definitivamente, nunca foi seu biótipo. Hoje, deixou para trás o preconceito, e está tudo bem diferente.

Atualmente contratada da Agência Elite Models, Flúvia já fez editoriais para revistas como Glamour, Latina, Redbook, Marie Claire e campanhas para marcas de Nova Iorque como Igigi, Fashion Bug, Kiyonna e Dulce, além de várias lojas de departamentos, tanto nos EUA como no México e na Europa. Apesar do sucesso, a jovem admite que a noção das pessoas sobre a profissão de modelos “plus size” é bastante distorcida. “Acham que você pode ser enorme, mas não é bem assim. Há limitações de tamanhos e medidas também”, explica. Ela tem manequim 48, busto 1,09 m, cintura 90 cm, quadril 1,30 m e 1,70 m de altura.

E sobre preconceito? Flúvia diz que sempre ouve os comentários do tipo “você tem um rosto tão lindo”, como se não tivesse um corpo. “Isso costumava me irritar bastante, muito mais pela falta de educação das pessoas (...) E a idéia é simplesmente essa, eu sou feliz com meu corpo, não sinto necessidade de passar fome”, explica.

Saudável

A alimentação é um detalhe com o qual ela tem muito cuidado. Em sua casa, não entram comidas com pesticidas, químicos e hormônios. Na hora de exercitar o corpo, a paixão número um é a bicicleta, mas, além disso, faz aula de yoga bikram e flamenco.

“Sou altamente ativa. Em Nova Iorque, ter carro é um pesadelo. Sempre andamos a pé para tudo que precisamos fazer”, afirma. Quanto à beleza, demonstra carinho todo especial: sempre cuida da pele, com hidratante ou bloqueador solar, e bebe muita água.

Com tanta experiência, a modelo aconselha a mulheres que, como ela, sofrem com o olhar da sociedade e convida-as a celebrar a diversidade com alegria: “A questão é: por que não posso ser feliz como sou? É como costumo brincar: ninguém paga suas contas, então por que se ligar no que os outros pensam?”.
DN
quarta-feira, 27 de agosto de 2008 às 9:20:00 AM | 0 comentários  

Postado por Fred Guilhon Marcadores:
Quem diria que ao dobrar uma nota de U$$5 um Abraham Lincoln surgiria com seu bonézinho invertido?
Confira outras poses engraçadas de personalidades imortalizadas em notas do dinheiro de seus países:
Combustão
Postado por Fred Guilhon Marcadores: ,


Esse é um projeto do aluno de ensino médio Jake Loniak dos Estados Unidos.

O veículo conceito, de nome Deus Ex Machina (!!!), é movido por 36 músculos pneumáticos artificiais alimentados por baterias de Lithium (Emissão 0 de poluentes) que geram potência suficiente para fazer a moto se mover a até 120 KM/h.

Por enquanto a moto só existe no projeto mas Jake quer produzir ao menos um protótipo, pois algumas das tecnologias já estão disponíveis no mercado, como as baterías.

Pra completar ele diz “Isso não é Fantasia. É um veículo não Poluente e todas as projeções são baseadas na realidade”.
Postado por Fred Guilhon Marcadores:
1ª. Alexandra Orlando – Canadá
2ª. Rita Dravucz – Hungría
3ª. Alona Bondarenko – Ucrânia
4ª. Amanda Beard – Estados Unidos
5ª. Barba de Amanda - Estados Unidos
6ª. Lauren Jackson – Austrália
7ª. Victoria Pendleton – Grã Bretanha
8ª. Stephanie Rice – Austrália
9ª. Tatiana Golovin – França
10ª. Jelena Jankovic – Sérvia

Postado por Fred Guilhon Marcadores: , ,
domingo, 10 de agosto de 2008 às 6:45:00 AM | 0 comentários  

PAI de VERDADE mesmo, sabe que ser PAI não é simplesmente recolher o fruto de um momento de prazer, mas sim perceber o quanto pode ainda estar verde e ajudá-lo a amadurecer.

PAI de VERDADE mesmo não só ergue o filho do chão quando ele cai, mas também o faz perceber que a cada queda é possível levantar.
Ele não é simplesmente quem atende a caprichos: ele sabe perceber quando existe verdadeira necessidade nos pedidos.

PAI de VERDADE mesmo não é aquele que providência as melhores escolas, mas o que ensina o quanto é necessário o conhecimento.
Ele não orienta com base nas próprias experiências, mas demonstra que em cada experiência existe uma lição a ser aprendida.

PAI de VERDADE mesmo não coloca modelos de conduta, mas aponta aqueles cujas condutas não devem ser seguidas.
Ele não sonha com determinada profissão para o filho, mas deseja grande e verdadeiro sucesso com sua real vocação.
Ele não quer que o filho tenha tudo que ele não teve, mas que tenha tudo aquilo que merecer e realmente desejar.

PAI de VERDADE mesmo não está ali só para colocar a mão no bolso para pagar as despesas: ele coloca a mão na consciência e percebe até que ponto está alimentando um espírito de dependência.
Ele não é um condutor de destinos,
mas sim o farol que aponta para um caminho de honestidade e de Bem.

PAI de VERDADE mesmo não diz "Faça isto" ou "faça aquilo", mas sim "tente fazer o melhor de acordo com o que você já sabe".
Ele não acusa de erros e nem sempre aplaude os acertos, mas pergunta se houve percepção dos caminhos que levaram o filho a esses fins.

PAI de VERDADE mesmo é o AMIGO sempre presente, atento e amoroso
- com a alma de joelhos
- pedindo a DEUS que o oriente na hora de dar conselhos.
Postado por Fred Guilhon Marcadores: , ,
terça-feira, 5 de agosto de 2008 às 7:26:00 AM | 0 comentários  
Postado por Fred Guilhon Marcadores:
Eu sou virgem.
(Milene Rodrigues, namorada de Ronaldinho, uma semana antes de anunciar que estava grávida).

Para que ter olhos azuis, se a natureza deixa os meus vermelhos?
(Bob Marley)

Se o Pitta não for um bom prefeito nunca mais votem em mim.
(Paulo Maluf)

Vou me candidatar por São Paulo, porque sou São Paulino.
(Maguila)

Depois da derrota o pior resultado é o empate.
(Galvão Bueno)

Assista depois, capítulo inédito de Vale a Pena Ver de Novo.
(Galvão Bueno)

Adoro Beethoven, especialmente os seus poemas.
(Ringo Star)

Estou louca para ir a New York. Eu sempre quis conhecer a Europa.
(Carla Perez)

Quem é o dono do Clube Atlético Mineiro?
(Vinícius Jorge Vasconcelos)

Começa com a letra 'I', de Iscola?
(Carla Perez)

Meu hobby? Ah! Eu tenho um preto, mas gosto mais do vermelho.
(Carla Perez)

Um abraço a todos os goianos de Juiz de Fora.
(Carla Perez)

A carreira artística é difícil porque tem muitas dificuldades.
(Tiazinha)

Quando morrer, quero ser enterrada de bruços, para as pessoas me reconhecerem.
(Rita Cadillac, ex-chacrete)

Impressionante como as coisas caem do céu para mim.
(Suzana Werner)

Isso é coisa de viado.
(Pedro Bial, sem saber que estava no ar, após uma reportagem sobre um bailarino brasileiro).

O México jogou como nunca, perdeu como sempre.
(Manchete do jornal mexicano Excelsior, depois do jogo em que o Brasil ganhou de virada por 3x2)

As ruas da Filadélfia são seguras, são as pessoas que as fazem perigosas.
(Frank Rizzo, Major e Chefe de Polícia).

A Internet é um grande caminho para se conectar a rede.
(Bob Dole, candidato derrotado à presidência dos EUA).

Quanto mais e mais pessoas são despedidas do trabalho, isso resulta em desemprego.
(Calvin Coolidge, ex-presidente dos EUA).

A perda das vidas será irreversível.
(Dan Quayle, ex-Vice-Presidente dos EUA).

Metade deste jogo é 90% mental.
(Danny Ozark, técnico de futebol americano).

Olha só que lindo, a Torcida Palmeirense homenageando o seu time.
(Galvão Bueno, na Final da Libertadores do Ano passado, enquanto a torcida gritava 'Filho da Puta, Filho da Puta' para o Juiz)

Salvador não é capital da Bahia, é uma cidade.
(Carla Perez)

Fala de onde? Blumenau... Oba! Mais um gaúcho...
(Carla Perez)

Nem que eu tivesse dois pulmões eu alcançava essa bola.
(Bradock, amigo de Romário, reclamando de um passe longo)

A partir de agora meu coração tem uma cor só: rubro-negro.
(Fabão, zagueiro baiano, ao chegar para jogar no Flamengo)

No México que é bom. Lá a gente recebe SEMANALMENTE, de 15 em 15 dias.
(Ferreira, jogador de futebol, ex-ponta-esquerda do Santos)

Quando o jogo esta a mil, minha naftalina sobe.
(Jardel, jogador de futebol, ex-atacante do Grêmio e da Seleção Brasileira)

O meu clube estava a beira do precipício, mas tomou a decisão correta: deu um passo a frente.
(João Pinto, jogador de futebol do Benfica de Portugal)

A CAMPEÃ DE TODAS!!!
Estavam na concentração do Flamengo Jamir e Fábio Baiano, quando o segundo lendo a revista CARAS, falou:

- PORRA, JAMIR, ESSE CARA É MUITO RICO MESMO, OLHA A CASA DELE.

- VOCÊ NÃO O CONHECE? ESTE É O ABÍLIO DINIZ, DONO DO PÃO DE AÇUCAR.
ENTÃO O FÁBIO BAIANO ARREMATA:

- PÔ!!! NÃO SABIA QUE ESSES BONDINHOS DAVAM TANTO DINHEIRO.
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Em seguida, leia a resposta do editor do Globo On Line, Aydano.

Vale a leitura!!!


Márcia Velasco

'Tenho lido e assistido em silêncio angustiante, nos últimos dias, a incontáveis manifestações de revolta e indignação pela morte do jovem Daniel Duque.

Manifestações justas, principalmente quando partem da mãe e do padrasto de um menino que teve sua vida roubada pela violência.

No seu lugar, como mãe de um rapaz tão jovem quanto o filho dela, estaria me esforçando para não gritar de dor.

O que pode acontecer de pior a uma mãe do que perder um filho na flor da idade?

Mesmo sofrendo como estou, gostaria de dizer que não estou acostumada a ter momentos de fraqueza.

Não posso me dar ao direito de tê-los. Tenho enfrentado, ao longo dos últimos anos, desafios que me foram impostos pela minha profissão, em defesa da sociedade, da população.

O exercício da Promotoria de Justiça, nos dias de hoje, de maneira séria e honesta, exige de todos nós sacrifícios que só realizamos com muita determinação e coragem.

É uma luta constante contra o crime, em suas mais variadas manifestações.

Uma luta que, no meu caso, transformou uma mulher normal, tímida, sonhadora, feliz, um lindo filho pequeno, numa mulher determinada, implacável, em busca da justiça e da paz que todos nós queremos.

Os caminhos desta luta me levaram a confrontar, como todos já sabem, os mais perigosos e cruéis bandidos do Rio de Janeiro e o maior criminoso da história do país, Fernandinho Beira-Mar.

Os desafios apareceram, eu os fui enfrentando, um a um, sem jamais recuar e acho que hoje pago o preço muito alto que esta cruzada me cobrou.

Este bandido voltou a me ameaçar. No último dia 19 de Junho recebi nova comunicação de que ele, mais uma vez, disse que não descansará enquanto não me matar.

São anos e anos de uma vida sem paz, uma vida de medo, minha e de meu filho, que cresceu sem poder ser como os garotos de sua idade, brincando, feliz. Sempre cercado de seguranças, Pedro cresceu e hoje me orgulho, e o pai dele também, de termos criado um rapaz com valores rígidos, com caráter, decência e honestidade.

Mas Pedro sempre tentou ter uma vida mais próxima da normalidade, com todas as dificuldades que teve por causa de nossa situação.

Fico triste ao ver que tantas pessoas o considerem um privilegiado por estar sempre protegido por um segurança. Na verdade Pedro é um prisioneiro, pela nossa condição de marcados para morrer.

Com estas informações, não quero criar justificativas para nada. Quero dizer que o sábado 28 de Junho foi um dos dias mais tristes da minha vida. Eu lamento do fundo do coração a morte do jovem Daniel Duque.

Lamento profundamente a violência que se repete nesta cidade como uma rotina sufocante.

Quero justiça, assim como todos. Quero que o policial que disparou a arma, e que nunca, em oito anos, havia usado a sua pistola enquanto prestava segurança para nós, sempre demonstrando autocontrole, seja julgado - e não prejulgado - com o direito de defesa que se deve dar a todos.

Direito que até o homem que quer nos matar, a mim e meu filho, está recebendo.

Lamento pela violência que acaba se impondo e se traduzindo em nosso meio social, como que incorporadas de forma banal no meio de nossos jovens. É o que costumo chamar da convivência pacífica com a 'cultura da ilegalidade'.

Eu sei o que é a angústia de perder o sono esperando o filho voltar da rua. Sei disso porque toda a mãe sabe, como a mãe de Daniel sabia. Mas sei por um motivo a mais: estamos, meu filho e eu, diretamente ameaçados de morte.

Há oito anos dei a minha paz e a do meu filho em defesa de uma cidade melhor, em que todos nós pudéssemos viver em paz e sem medo. Há oito anos não tenho vida, rotina, tranqüilidade e paz de espírito. Há oito anos convivo com o medo. Medo de ligar o carro e vê-lo explodir. Medo de ter minha casa invadida por cúmplices do criminoso que ajudei aprender. Medo de receber a notícia de que meu filho sofreu um atentado. Filhos não deviam jamais morrer antes dos pais. A morte de um filho contraria a lei natural na qual queremos sempre acreditar.

Parece subverter o próprio espírito humano. Não há nada que se diga, portanto, que possam litigar a dor de Daniela Duque e do seu marido.

Espero apenas que, um dia, eles percebam que toda a história tem mais de um lado. Esta também. E pretendo fazê-la acreditar que, embora repita, nada que possa dizer neste momento vá atenuar a sua dor de mãe, como Promotora de Justiça, nos dezesseis anos de minha pública carreira, tanto quanto ela tenho apenas um anseio: DE JUSTIÇA.

Desejo apenas que a verdade dos fatos venha à tona.

E certamente ela virá.'

Rio de Janeiro, 01 de Julho de 2008.

Márcia Velasco

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Resposta de Aydano

Doutora, Antes de mais nada, os agradecimentos do blog, pelo trabalho que ajudou a mandar para a cadeia o perigoso traficante Fernandinho Beira-Mar.

A gratidão de todos os cariocas e brasileiros se deve, aliás, porque aqui, nesta terra morena, obrigação é mérito - afinal, a senhora nada mais fez do que justificar o salário que recebe do contribuinte, como promotora de Justiça. Confere?

Assim, não é verdade que a senhora deu sua paz e a de seu filho 'em defesa de uma cidade melhor, em que todos pudéssemos viver em paz e sem medo'.

Desculpe, doutora, mas a senhora apenas fez seu trabalho, que, aliás, escolheu livremente, ao decidir a faculdade que cursaria e o concurso público que prestaria.

Não tem nada de heróico nisso - ainda que, nunca será demais repetir, sejamos gratos. Mas o assunto desta não é seu trabalho no MP.

Infelizmente. O crime que agora lhe envolve é bem outro - a morte do menino Daniel Duque, assassinado à queima-roupa pelo guarda-costas que a senhora emprestou a seu filho, para ele atravessar a madrugada naquela catedral da bandalheira mauricinha chamada Baronetti.

E aí, doutora, está tudo errado. A começar pela defesa que a senhora ensaia, na carta publicada nos jornais de hoje.

A senhora preferiu dedicar 18 dos 26 parágrafos do texto à própria rotina de servidora pública e seus parentes ameaçados por malfeitores. Direito seu. Mas é o caso de se lamentar, profundamente, o uso equivocado de um segurança que os fatos transformaram em assassino.

Sim, o homem que guardava seu pimpolho na noite de Ipanema é um assassino.

O trabalho bem-feito de um advogado como a senhora pode fazer prevalecer a tese da legítima defesa - por mais que pareça delirante, alguém se defender atirando contra pessoas desarmadas -, mas quem mata os outros, diria qualquer colega seu de MP, é assassino, certo?

A parte mais delicada - para o blog - e constrangedora - para a senhora - não é essa, e sim a das opções de lazer do seu rebento.

Hoje, a polícia divulgou que sequer é a primeira vez que ele se mete em arruaças noturnas.

Em Janeiro do ano passado, Pedro esteve envolvido numa briga na Cat Walk, na Barra. Aliás, não tem ameaça de facínora que faça seu menino desistir de uma boate, né não?)

Então, vamos por um momento esquecer a promotora e falar de angústias de mãe.

Não seria o caso de uma boa conversa com esse adolescente - 'Um rapaz com valores rígidos, com caráter, decência e honestidade', como a senhora avaliza, e o blog tem certeza do seu esforço para sedimentar tais parâmetros -, para tentar modificar os hábitos noturnos que ele cultiva? Pode ser impossível, claro. E aí, o que está errado, doutora, é oferecer um assassino para ir junto, cuidar da integridade física de seu herdeiro.

Por óbvio, o blog sequer se estenderá sobre o equívoco absurdo, de um servidor público como a senhora servindo de babá para um jovem até cinco da manhã.

Ora, que ameaçado é esse, que se sente seguro para ficar pela rua, num carro de seqüestrável - aquele BMW apreendido pela perícia custa R$ 145 mil nas boas lojas do ramo - madrugada adentro?

Mas, pelo menos, a senhora tem a esperança de mudar as preferências e administrar os riscos de seu filho, muito além do que pode garantir a vigilância de um matador.

Dê graças, doutora. Porque Daniela Duque, mãe como a senhora, não pode fazer mais nada. O filho dela foi assassinado à queima-roupa pelo guarda-costas do seu.

Disso, doutora, a senhora tem obrigação de não se esquecer jamais.

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Uma carta que descrevia o estado de espírito nos Estados Unidos após a vitória de Harry S Truman nas eleições presidenciais ficou perdida por cerca de 60 anos, e reapareceu nesta semana na caixa postal de uma moradora de Kansas.

Xan Wedel encontrou a carta, com carimbo postal datado de 11 de novembro de 1948, no final de julho. O envelope estava marcado com "retornar ao remetente".

A missiva estava endereçada a Ruth Willisten, da cidade de Rockfall, Connecticut, mas jamais chegou a seu destino. A remetente era Gertrude Gilmore, que morava na casa hoje habitada por Xan Wedel em 1948.

Diz a carta: "a cidade está de luto desde a eleição", na qual Truman derrotou Thomas E. Dewey. Segundo Wedel, a residência foi construída pela família Gilmore em 1890. Gertrude seria uma das filhas do casal.

Wedel diz que vai tentar encontrar detalhes sobre a família que viveu por tantos anos na casa onde hoje ela mora. "Seria interessante descobrir se ainda há parentes ou descendentes na cidade, que possam contar a história por trás desta carta."
G1
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O Departamento Estadual de Trânsito (Detran-CE) e a Polícia Militar do Ceará (PM-CE) realizaram, neste fim de semana, a autuação em flagrante de 22 motoristas, dos quais, 9 foram presos por dirigirem alcoolizados. Eles foram abordados nas blitze montadas na Avenida Washignton Soares, Icaraí e Eusébio.

Até as 17 horas do domingo, três condutores permaneciam presos no 30° Distrito Policial (DP). As certidões necessárias à concessão da fiança ainda não tinham sido apresentadas, já que o Fórum não atende nos fins de semana. O delegado titular do 30°DP, Bruno de Figueiredo, deve arbitrar hoje a fiança dos infratores.

Desde que o Detran-CE começou a operar com bafômetro, no dia 4 de julho, até a semana do Fortal, foram registradas 35 autuações, das quais 20 motoristas foram encaminhados para delegacia.
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O que provoca a gagueira ainda é desconhecido para a Ciência. Apesar, diga-se de passagem, de ser estudada há anos e os exemplos de gagos serem muitos. Para se ter uma idéia, a Associação Brasileira de Gagueira estima que, no mundo, sejam 60 milhões, enquanto no Brasil soma-se 1,6 milhão de afetados. Dentre os famosos, pode-se elencar o personagem bíblico Moisés, a musa Marilyn Monroe e o cantor brasileiro Nélson Gonçalves.

Entretanto, apesar de não ter desvendado as causas da doença inscrita na Classificação Internacional da Organização Mundial da Saúde (OMS), avanços têm sido feitos em relação ao tratamento da gagueira. A novidade é um aparelho portátil, similar ao auditivo, chamado de speech easy. Desde o início do mês, ele está disponível em Fortaleza, dos dois meses que chegou ao País. Inclusive, na Região Nordeste, somente o Ceará dispõe de profissionais treinados para lidar com a novidade, conforme explica o fonoaudiólogo Silvio Castro.

Membro associado da Sociedade Brasileira de Fonoaudiologia (SBFa) e da American Speech-Hearing-Language Association (ASHAa), Silvio explica que o novo recurso para minimizar as manifestações da gagueira é colocado dentro do ouvido, porém, não amplifica o som como os demais aparelhos.

Ao invés disso, o speech easy capta as palavras e as retransmite ao ouvido do usuário com um pequeno atraso de milisegundos e uma leve alteração na freqüência (tom) da voz, produzindo o denominado ´efeito coro´. ´Quando pessoas que gaguejam falam ou cantam ao mesmo tempo com outros, a sua gagueira é reduzida ou até mesmo eliminada´, comenta. Isso porque, como detalha o fonoaudiólogo, nessas situações o cérebro cria uma ilusão de uma segunda voz, pois quando falamos em coro ou cantamos, a voz alcança o córtex com outro tom (sensação de freqüência) e outro tempo, o que viabiliza a fluência.

Indicações

Apesar dos resultados, que segundo Silvio Castro vêm sendo bastante positivos por meio dos estudos, o fonoaudiólogo ressalta que o aparelho não funciona como ´mágica´. Portanto, o acompanhamento fonoaudiológico é essencial no tratamento. Dessa forma, a novidade é indicada para crianças, a partir dos 10 anos, e adultos com gagueira de grau moderado a severo.

Inclusive, como aconselha Rita Vieira de Figueiredo, professora da Universidade Federal do Ceará (UFC) e P.h.D em Psicopedagogia, é extremamente importante o acompanhamento dos pais, no que se refere à doença, que pode ocorrer na primeira infância. ´Esta é uma gagueira funcional que normalmente desaparece em torno dos cinco anos de idade. É importante que os pais não chamem atenção para essa gagueira porque isso pode contribuir para fixar e não para ajudar a criança a superar espontaneamente, como é esperado na gagueira funcional´.
Como característica, enumera o fonoaudiólogo Silvio Castro, a gagueira apresenta uma ruptura no ritmo da fala, na qual o indivíduo sabe precisamente o quer dizer, mas não consegue fazê-lo devido a movimentos involuntários nos órgãos fonoarticulatórios (boca, língua, dentes, músculos da face, laringe, etc.). Por conta disso, acontecem as repetições de sons ou sílabas, prolongamento dos sons, bloqueios (quando nenhum som consegue ser emitido e parece que a pessoa está ´travada´) e inserção de palavras ou expressões que não pertencem ao contexto.

Aprendizado

Apesar do distúrbio na fluência verbal, a também pós-doutora em Linguagem Escrita pela Universidade de Barcelona, Rita Vieira, afirma que a gagueira em si não atrapalha o aprendizado da língua materna. Segundo a professora, autora da dissertação de mestrado sobre a relação da dislalia e a gagueira na auto-estima da criança escolar, ´os estudantes podem aprender bem a se expressar verbalmente e por escrito mesmo com gagueira´.

Os problemas nas salas de aula, como esclarece, não dizem respeito à doença, mas à baixa auto-estima desses alunos. ´Na verdade, não existe nenhuma relação entre a gagueira e o desenvolvimento da inteligência nas crianças. Elas fazem equivocadamente essa associação porque essa marca de linguagem atua negativamente sobre a auto-estima, fazendo com que elas desenvolvam uma imagem negativa sobre si mesmas´.

A interferência que pode ocorrer com os estudantes, conforme Rita Vieira, é na leitura em voz alta. ´Quando os professores solicitam aos alunos lerem em voz alta na sala é uma dificuldade muito grande para os que apresentam gagueira. Não porque não saiba ler ou porque tenha dificuldade para compreender o texto, mas pelo emocional´.

Na opinião da pós-doutora em Linguagem Escrita, Rita Vieira, cabe aos pais e professores deixarem claro que a presença do problema da gagueira não diminui em nada a possibilidade dessas crianças serem bem aceitas e amadas por todos da forma que são.

APARELHO

Como funciona

É usado de modo similar a um aparelho auditivo. Entretanto, ao invés de amplificar o som, usa-se a tecnologia ´retorno auditivo alterado´, que recria o ´efeito coro´. Com o aparelho, as palavras pronunciadas são digitalizadas e retransmitidas com ligeiro atraso e modificação na freqüência (tom). O cérebro percebe que está falando junto com outra pessoa. Então, há o ´efeito coro´, reduzindo ou eliminando a gagueira.

Para obter

Localize um fonoaudiólogo especializado, certificado e habilitado a trabalhar com o aparelho no site: www.speecheasy.com.br.

PERFIL

1,6 milhão é a estimativa da Associação Brasileira de Gagueira de pessoas que sofrem com a doença no Brasil. Em todo mundo, calcula-se que são em média 60 milhões de portadores.
DN
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Num mundo onde quase ninguém encontra-se satisfeito consigo e está sempre em busca de padrões distantes da realidade, são raras as pessoas que assumem sua condição e se mostram felizes. Nesta edição, o Eva traz o exemplo de seis mulheres corajosas, consideradas “gordinhas”, que revelam como superaram o preconceito.

Umas das cheinhas é Flúvia Lacerda, 28 anos, carioca que entrou para o mundo da moda há cinco anos. Isso mesmo, você não leu errado! Há uma década ela se mudou para Nova Iorque com o intuito de estudar inglês e lá foi abordada por uma editora de revista. “Ela me sugeriu a idéia de trabalhar como modelo “plus size”, elogiou meu rosto e o formato do meu corpo. Até então eu jamais havia ouvido falar e achei até que era piada”, diz.

Recentemente, ela esteve em Fortaleza onde fez campanha para a marca feminina Eveíza, especializada em tamanhos especiais. O Eva acompanhou o “making of”. “Essa é a minha primeira visita. A possibilidade de trabalhar dentro do meu País me enche de alegria, até porque a família do meu pai é de Fortaleza. Além disso, a campanha é maravilhosa”, empolga-se. Embora goste do Brasil, ela não pensa em ficar por aqui, e o motivo é claro: “sou cigana, gosto de arrumar a mala e sair mundo a fora”.
Flúvia confessa que antes de atuar como modelo sempre se interessou por moda, mas nunca considerou a idéia por acreditar que precisava ser “pele e osso” e esse, definitivamente, nunca foi seu biótipo. Hoje, deixou para trás o preconceito, e está tudo bem diferente.

Atualmente contratada da Agência Elite Models, Flúvia já fez editoriais para revistas como Glamour, Latina, Redbook, Marie Claire e campanhas para marcas de Nova Iorque como Igigi, Fashion Bug, Kiyonna e Dulce, além de várias lojas de departamentos, tanto nos EUA como no México e na Europa. Apesar do sucesso, a jovem admite que a noção das pessoas sobre a profissão de modelos “plus size” é bastante distorcida. “Acham que você pode ser enorme, mas não é bem assim. Há limitações de tamanhos e medidas também”, explica. Ela tem manequim 48, busto 1,09 m, cintura 90 cm, quadril 1,30 m e 1,70 m de altura.

E sobre preconceito? Flúvia diz que sempre ouve os comentários do tipo “você tem um rosto tão lindo”, como se não tivesse um corpo. “Isso costumava me irritar bastante, muito mais pela falta de educação das pessoas (...) E a idéia é simplesmente essa, eu sou feliz com meu corpo, não sinto necessidade de passar fome”, explica.

Saudável

A alimentação é um detalhe com o qual ela tem muito cuidado. Em sua casa, não entram comidas com pesticidas, químicos e hormônios. Na hora de exercitar o corpo, a paixão número um é a bicicleta, mas, além disso, faz aula de yoga bikram e flamenco.

“Sou altamente ativa. Em Nova Iorque, ter carro é um pesadelo. Sempre andamos a pé para tudo que precisamos fazer”, afirma. Quanto à beleza, demonstra carinho todo especial: sempre cuida da pele, com hidratante ou bloqueador solar, e bebe muita água.

Com tanta experiência, a modelo aconselha a mulheres que, como ela, sofrem com o olhar da sociedade e convida-as a celebrar a diversidade com alegria: “A questão é: por que não posso ser feliz como sou? É como costumo brincar: ninguém paga suas contas, então por que se ligar no que os outros pensam?”.
DN
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