segunda-feira, 30 de julho de 2007

D. MARISA - EM QUADRINHOS

E agora com vocês, Dona Marisa, a Inútil!

Ela não prega um prego num sabonete.

Passa o dia inteiro à sombra do marido, que não é de fazer muita sombra....

Ao contrário de outras primeiras-damas que tinham função social, ela não tá nem aí pra hora do Brasil e não faz nada!

Ela é Dona Marisa, a Inútil! De uma idéia do Cartunista Flávio, que convidou o Cartunista Verde pra escrever as tiras, nasceu Dona Marisa, a Inútil.

FORTALEZA das antigas: Hotel Excelsior na Praça do Ferreira década de 50

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TAVA INDO TUDO TÃO BEM

E Deus fez a mulher...

E houve harmonia no paraíso.
O diabo vendo isso, resolveu complicar.

Deus deu a mulher cabelos sedosos e esvoaçantes.
O diabo deu pontas duplas e ressecadas.

Deus deu a mulher um corpo de Barbie.
O diabo inventou a celulite, as estrias e o culote.

Deus deu a mulher músculos perfeitos.
E o diabo os cobriu com lipoglicerídios.

Deus deu a mulher um temperamento dócil.
E o diabo inventou a TPM.

Deus deu a mulher um andar elegante.
O diabo investiu no sapato de salto alto.

Então, Deus deu a mulher infinita beleza interior.
E o diabo fez o homem perceber só o lado de fora.

Mas que droga !!! Só pode haver uma explicação para isso:

- O diabo só pode ser viado !!!

Relíquias são exibidas em desfile de carros


Relíquias sobre quatro rodas. O Museu do Automóvel realizou, na manhã de ontem, um desfile de carros antigos pelas ruas de Fortaleza — um deles, um Graham Cavalier, de 1937. O comboio saiu da sede do Museu, no bairro Edson Queiroz, e passou por avenidas como Santos Dumont e Abolição, até chegar no Marina Park Hotel, no Centro. Por onde passaram, os veículos, pinturas reluzentes e motores impecáveis, chamavam atenção.

O vice-presidente da entidade, Aury Silva, afirmou que a idéia é repetir o passeio pelo menos uma vez por mês, diversificando os roteiros. “Os colecionadores adoram mostrar suas peças e o público também gosta muito. Os carros despertam muito interesse”, acrescentou ele.

Aury garante que hoje, no Ceará, existem cerca de 400 carros antigos catalogados, 56 dos quais integrantes do acervo do Museu. Além da paixão pelo ronco dos motores, une os colecionadores o gosto pela preservação da história e da cultura. ´É muito bom ver um destes carros em boas condições e ainda funcionando´, declarou um dos aficionados e ex-presidente do Museu, Germano Almeida. ´É um prazer muito grande´.

Programação

Os integrantes do Museu do Automóvel estão todo primeiro sábado de cada mês no pátio do Shopping Buena Vista, e, no terceiro domingo, no Shopping Pátio Água Fria. Os encontros ocorrem sempre das 14 às 22 horas. Ali, o público pode tirar dúvidas e saber mais sobre os carros em exposição.

A entidade promove eventos também pelo Interior do Estado. No final de agosto, os colecionadores estarão em Limoeiro do Norte; em setembro, em Guaramiranga, em outubro, Sobral; em dezembro, as preciosidades vão a Cascavel.
dn

Isso é BRASIL !!!

Para facilitar a vida dos usuários e principalmente dos visitantes, no interior do Ceará, placas de sinalização foram fixadas nos locais de contato.

Isso é UMA VERGONHA!!!

domingo, 29 de julho de 2007

SURDEZ

Um velho foi ao médico para marcar uma consulta para a sua mulher, e a atendente lhe pergunta:

-De que se queixa sua esposa?

-De surdez. Não ouve nada.

-Então o senhor vai fazer o seguinte:

Antes de trazê-la, fará um teste, para facilitar o diagnóstico do médico.

Sem que ela esteja olhando, o senhor, a uma certa distância, falará em tom normal, até que perceba a que distância ela consegue ouvi-lo.

Então quando vier dirá ao médico a que distância estava quando o ouviu.

Certo?

-Nesse dia, à noite, quando a mulher estava preparando o jantar, o velhote decidiu fazer o teste.

Mediu a distância que estava em relação à mulher. E pensou:

"Estou a 15 metros de distância. Vai ser agora!

-Maria...... o que temos para jantar?
Nada..... silêncio.

Aproxima-se 5 metros.

-Maria...... o que temos para jantar?
Nada......silêncio.

Fica à distância de 3 metros:

-Maria...... o que temos para jantar?
Silêncio.

Por fim, encosta-se às costas da mulher e volta a perguntar:

-Maria! O que temos para jantar?

-Frango, porra! É a quarta vez que eu respondo!

LULA

Mundo das marcas: Coca-Cola Contour: A vedete de Uma Marca


A famosa e conhecida “Garrafa Contour”, embalagem de vidro de 237ml da COCA-COLA foi lançada em 1916.

Mas é uma celebridade até hoje por simbolizar a autenticidade de COCA-COLA com o seu formato mundialmente identificado como marca registrada do centenário refrigerante: ela cabe perfeitamente na mão, faz um som único quando é aberta e oferece um sabor e refrescância que só podem ser de COCA-COLA.

O desenho curvilíneo da garrafa Contour foi baseado em um conceito original sugerido pelo soprador de vidro sueco, Alexander Samuelson, funcionário da Root Glass Company, de Indiana.

A idéia era criar uma garrafa única e especial, que pudesse ser instantaneamente reconhecida até mesmo no escuro.

O conceito da garrafa foi proposto em 1913 e patenteado no United States Patent Office em 16 de novembro de 1915.

A garrafa foi colocada em uso em 1916, com algumas modificações, na cidade de Terre Haute, estado de Indiana.

E devido às suas curvas, foi apelidada de “Mae West”, famosa atriz de cinema, conhecida na época por sua sensualidade e curvas insinuantes.

Em 1950 a garrafa transformou-se em celebridade sendo o primeiro produto a aparecer na capa da prestigiosa revista Time.

Entre 1951 e 1960, a garrafa passou a ser protegida pela Lei de Direitos Comuns como um símbolo de identificação da COCA-COLA.

Em 1960, o U.S. Patent and Trademark Office concedeu à garrafa o status legal de Marca Registrada, uma honra conferida a poucas embalagens.


Recentemente começou uma nova era para o ícone da COCA-COLA.

A garrafa contour, reverenciada através da pop arte em obras de Andy Warhol e Keith Haring, ganhou ares de modernidade e apareceu em nova versão, diretamente moldada no alumínio, sem recortes ou remendos.

Esta garrafa ficou conhecida como “M5” (Magnificent 5).
mundodasmarcas

TRAGÉDIA FAMILIAR

A família comia tranqüila quando, de repente, a filha de 10 anos comenta:

- Tenho uma má notícia... Não sou mais Virgem! Sou uma vaca!

E começa a chorar, visivelmente alterada, com as mãos no rosto e um ar de vergonha.
Silêncio sepulcral na mesa.

De repente, começam as acusações mútuas:

- Isto é por você ser como é!
- Diz o marido dirigindo-se à mulher
- Por se vestir como uma puta barata e se arreganhar para o primeiro imbecil que chega aqui em casa.

Claro que isso tinha que ocorrer, com este exemplo que a menina vê todo dia!

- E você! Diz o pai apontando para a outra filha de 25 anos
- que fica se agarrando no sofá e lambendo aquele palhaço do teu namorado que tem jeito de veado.

Tudo na frente da menina!

A mãe não agüenta mais e revida, gritando:

- E quem é o idiota que gasta metade do salário com as putas e se despede delas na porta de casa?

Pensa que eu e as meninas somos cegas?

E, além disso, que exemplo você pode dar se, desde que assinou esta maldita TV a cabo, passa todos os finais de semana assistindo as pornôs de quinta categoria e depois se acaba nas punhetas, com direito a todos os tipos de gemidos e grunhidos?

Desconsolada e à beira de um colapso, a mãe, com os olhos cheios de lágrimas e a voz trêmula, pega ternamente na mão da filhinha e pergunta baixinho:

- Como foi que isso aconteceu, minha filha?

E, entre soluços, a menina responde:

- A professora me tirou do presépio!

A Virgem agora é a Vanessa, eu vou fazer a vaquinha...

sexta-feira, 27 de julho de 2007

Agora fudeu !!!


'Guinness' mostra o maior e o menor cavalo do mundo


O maior e o menor cavalo do mundo foram flagrados e registrados pelo 'Guinness World Records', o livro dos recordes, em Londres.
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Ambos entrarão na edição 2008 da publicação.
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Radar tem 2,01 metros, enquanto que Thumbelina mede quase 45 centímetros.

g1

A culpa é nossa!!!

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Múmia tem mais antiga 'perna-de-pau'


Prótese egípcia foi achada em múmia que está em museu do Cairo pela equipe de pesquisadores britânicos.
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A pessoa viveu entre 1000 a.C. e 600 a.C. A "perna de pau" na verdade substitui o dedão e parte do pé do morto e é feita com madeira e couro.
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Os antigos egípcios tinham conhecimento relativamente bom de anatomia humana e reproduziram de forma bastante fiel o formato do dedo e da unha.
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Os arqueólogos agora querem provar que o dedão falso funcionava tão bem quanto o real.
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Eles estão recrutando pessoas que perderam essa parte do pé para testar uma versão reconstruída da prótese faraônica.
g1

quinta-feira, 26 de julho de 2007

FUNDO DO BAÚ: Anúncio Bicicletas Monark 1962

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FORTALEZA das antigas: Mucuripe - 1945

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Agora fudeu !!!

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Mundo das marcas: Peugeot - A evolução

O leão estilizado, que representa a “qualidade superior da marca” e homenageia a cidade de Lion (França), é usado desde 1850 quando a PEUGEOT FRÉRES, para classificar as ferramentas que fabricava, registrou um leão com ou sem flecha como símbolo.

Desde então, o logotipo sofreu sete modificações.

A primeira aconteceu em 1932 para atender as necessidade e exigências da publicidade da época.

Quatro anos mais tarde, os automóveis ganham o escudo com a cabeça do leão.

Em 1939 as bicicletas passam a utilizar o leão combatente.

A partir do pós-guerra é adotado o leão símbolo da região de Franche-Comté, que corresponde também ao de Montbéliard, região de origem do clã Peugeot.

Em 1980 uma nova modificação realça o logotipo de leão em um fundo azul.

No ano de 1998 ocorreu nova modificação que acabaria resultando em 2002 no logotipo atual.

quarta-feira, 25 de julho de 2007

Agora fudeu !!!

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Mundo das marcas: Nescau - Energia Que Dá Gosto

Um produto para atender as necessidades diárias da galera que leva uma vida radicalmente ativa e precisa de muita força e energia.

Assim é Nescau, a energia que dá gosto.

História

A história de Nescau começou no ano de 1932, quando o produto foi lançado no mercado pela Nestlé, praticamente sem nenhum apoio publicitário e sob o nome de Nescáo (junção de Nestlé com cacáo, como se costumava grafar as palavras que atualmente terminam em au).

Em 1936 o produto já era apresentado como um super alimento em suas propagandas.

A mudança do nome do produto para Nescau ocorreu em 1954, pois as pessoas passaram a ler equivocadamente o acento agudo de Nescáo, como Nescão.

Além disso, datam desta época as mudanças ortográficas na língua portuguesa que, entre outras, substituíram o registro do áo por au.

Nessa ocasião o slogan utilizado era “Nescau, fortifica, alimenta e engorda”.

Contudo, apenas em 1961 o Nescau começou a se firmar no mercado brasileiro.

A conquista dos consumidores teve início com a mudança da fórmula, transformando o produto em instantâneo e enriquecido com vitaminas.

Nessa época surgiu também a primeira campanha publicitária em favor da marca intitulada “futuros profissionais”.

Ela destacava o papel do achocolatado no crescimento saudável das crianças, futuros médicos, engenheiros, professores, etc., e destacava sua característica de dissolução instantânea.

Logo em seguida surgiu uma outra forte campanha publicitária, com uma série expressiva de comerciais, baseada no tema do circo, e ancorada na assinatura Nescau, gostoso como uma tarde no circo.

A partir de então foram desenvolvidas campanhas baseadas nos temas das festas infantis.

As atividades promocionais, com sorteios de brindes, passaram a ser uma constante.

Já nessa época começaram a ser utilizados vários meios de comunicação com o consumidor de forma combinada, como comerciais em TV e cinema, propaganda em revistas, patrocínios de programas de televisão, painéis exteriores, estandes de degustação em feiras e exposições.


Em 1972, o produto ganhou ainda uma melhor solubilidade e composto vitamínico, tornando sua formulação mais saborosa.

Nesse ano, foi desenvolvida toda uma forte campanha de relançamento sob um novo slogan: Super Nescau, energia que dá gosto.

A partir dos anos 1990 outro componente passou a habitar o mundo de comunicação de Nescau: os esportes radicais.

Na verdade, algo bem pertinente à necessidade constante de atualização da marca para atender aos anseios aspiracionais de seu público, já que também os esportes radicais são cheios de aventura e adrenalina.

Em de 2001 foi introduzido no mercado o Nescau Light.

Você Sabia?

* Desde 1972, Nescau é líder destacado em sua categoria tendo, inclusive, pela força de sua marca, migrado para outras categorias de produtos, também com grande sucesso. É o caso de cereais matinais , chocolates, biscoitos, todas levando agora a marca Nescau em algum produto de suas linhas.

segunda-feira, 23 de julho de 2007

O ENGANO

Um jovem turista muito romântico, ao passar em uma loja em Paris, resolveu comprar um belo par de luvas para enviar à sua jovem namorada ainda virgem, de família tradicional, a quem muito respeitava.

Na pressa de embrulhar o presente, a moça da loja cometeu um engano e trocou as luvas por uma calcinha de outra cliente.

O jovem, não notando a troca, remeteu-a com a seguinte carta: "Paris, 27 de janeiro de 2007.

Querida, sabendo que dia 12 é o dia dos namorados, resolvi te mandar um presentinho.

Embora eu saiba que você não costuma usar (pelo menos eu nunca te vi usando), acho que vai gostar da cor e do modelo.

A moça da loja a experimentou e, pelo que eu vi, ficou ótima.

Apesar de um pouco larga na frente, ela disse que é melhor assim do que muito apertada, pois as mãos entram melhor e os dedos podem se movimentar bem a vontade.

Depois de usá-la é bom virar do avesso e colocar um pouco de talco para evitar aquele odor desagradável.

Espero que você goste, pois vai cobrir aquilo que um dia irei te pedir, além de proteger o local em que colocarei aquilo que você tanto sonha.

Um beijo (no lugar onde você irá usá-la).

PS:: Não me espere retornar para estreá-la.

Quero que todos os meus amigos vejam você com ela.

E depois esfregue na cara daquelas suas amigas invejosas, pois nunca vi nenhuma delas usando".



Obeserve este texto e veja o que pode acontecer com um simples engano.

domingo, 22 de julho de 2007

100 Reais

Uma mulher ia andando pela rua quando chega um cara junto dela e diz:

Quero te possuir agora mesmo!

- Que é isso, você tá louco?!

- diz a garota.

Vamos fazer o seguinte:

- diz o cara.

- Eu deixo cair 100 reais no chão e o tempo que você demora em apanhar eu te como por trás.

Aceita ai vai....

!!!!!!A garota pensou, pensou, tava meio dura querendo comprar um celular novo ai resolveu telefonar para uma amiga para lhe pedir uma opinião.

A amiga muito esperta aconselhou o seguinte:

- Ai amiga esse cara é um babaca...

...escuta, o tempo que você demora para abaixar e pegar a grana não dá nem para ele te encostar o pinto.

Aceita boba.

Você pega a grana e deixa ele falando sozinho.

A amiga achou ótimo:

- Como eu não tinha pensado nisso (é loira).

Deixa comigo esse babaca me paga.
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A amiga conselheira diz:

- Depois te ligo pra você me contar o que aconteceu...

20 minutos depois a amiga liga:

- Então?

E daí a loira diz:

- O filho da puta jogou 100 reais no chão em moedas de R$ 0,05...

- Já tá dando a segunda ...

Esta é uma história real que nos mostra que não importam muito as diferenças quando necessitamos do apoio do outro.


NAIROBI (AFP) - Um hipopótamo bebê que sobreviveu às ondas do Tsunami na costa do Kenya criou um vínculo afetivo com uma tartaruga macho gigante centenária, em um lugar para animais do porto da cidade de Mombassa, disseram os oficiais.

O hipopótamo, chamado Owen que pesa cerca de 300 Kg, foi arrastado do Rio Sabaki até o Oceano Índico, sendo jogado na praia onde as ondas do Tsunami golpearam a costa do Kenya em 26 de dezembro, antes que a equipe de salvamento de animais silvestres conseguissem lhe resgatar.

Um Hipopótamo com menos de um ano de idade adotou uma tartaruga macho com aproximadamente 100 anos de idade.

A tartaruga parece estar muito feliz no papel de “mãe”, disse à AFP a ecologista Paula Kahumbu, responsável pelo Parque Lafarge.

Nadam, comem e dormem juntos" acrescentou a ecologista. “O Hipopótamo segue a tartaruga exatamente da forma que faria com sua mãe. Se alguém se aproxima da tartaruga, o Hipo se mostra agressivo, como se estivesse protegendo sua mãe biológica" acrescentou Kahumbu.

“Muitas coisas na vida não podem ser explicadas, somente presenciadas.”

quarta-feira, 18 de julho de 2007

ACIDENTE TAM

Prefeito César Maia:
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Hora de orar uma porra!

É hora de agir como homens e apontar e denunciar os canalhas responsáveis por este assassinato coletivo.

Orar agora não adianta nada, porra!

Mas o senhor, ao invés disso, prefere dizer, em três linhas, que "é hora de oração e solidariedade com as famílias".

Porra, prefeito, as famílias não estão querendo orações, não, porra, as famílias querem justiça e ação desses canalhas encastelados em altos cargos públicos apenas para roubar!

Enquanto isto, o senhor fica ai pedindo orações!

E fazendo propaganda da porra do seu Pan!

Porra, prefeito, se toque!

Deveria ter usado todo este espaço para, como homem público e brasileiro, protestar contra este desmando e denunciar os responsáveis por este assassinato em massa.

Especulações a respeito das causas uma porra! O senhor sabe quais são as causas da tragédia.

Obra mal feita, mal acabada, inconclusa, reaberta antes do tempo por irresponsabilidade.

Vá ver que os pilantras agora vão culpar os pilotos, dizer que foi barbeiragem.

Porra, prefeito!


PASSAGEIROS DO VÔO JJ 3054:
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ADELAIDE MOURA
ALANIS ANDRADE
ALEJANDRO CAMOZZI
ALEXANDRE GOES
ANA CAROLINA CUNHA
ANDERSON CASSEL
ANDRE DONA
ANDREA SEICZKOWSKI
ANGELA HAENSEL
ANTONIO CARLOS ARAUJO DE SOUZA
ARTHUR QUEIROZ
ATILIO SASSA BILIBIO
BRUNA DE VILLI CHACCUR
BRUNO FERRAZ
BRUNO NASCIMENTO
CAIO FELIPE CUNHA
CARLA FIORATTI
CARLOS ALBERTO ANDRIOTTI
CARLOS ROCKEMBACK
CARMEN LUISA VICTORIA FONSECA
CATILENE OLIVEIRA
CHRISTINE SOUZA
CIRO NUMADA
CLAUDEMIR ARRIERO
DECIO TEVOLA
DEMETRIO TRAVESSA
DENILSON LOPES COSTA
DEOLINDA MAGALY VICTOR FONSECA
DOUGLAS TEIXEIRA
EDMUNDO SMITH
EDUARDO MANCIA
ELCITA RAMOS
ELENILZE FERRAZ
ELIANE DORNELLES
ELIDA DEMBINSKI
EMERSON FREITAG
ENRICO SHIOHARA
ESIO FREITAS
FABIANA AMARAL
FABIANO ROSITO MATOS
FABIO BALSELLS
FABIO MARQUES
FABIO VELLOZA
FATIMA SANTIAGO
FELIPE FRATEZI
FERNANDO ANTONIO LARO OLIVEIRA
FERNANDO MARQUES
FERNANDO PESSOA
GABRIEL CORREIA PEDROSA
GILMAR TENORIO ROCHA
GOTTFRIED TAGLOEHNER
GUILHERME MORAES
GUILHERME PEREIRA
GUSTAVO MARTINS
HELOIZA HELENA LOPES
HEURICO TOMITA
INES MARIA KLEINOWSKI
IVALINO BONATO
IVANALDO CUNHA
JAMILLE LEAO
JANUS SILVA
JAQUELINE DIAS
JOAO BRITO
JOAO CALTABIANO
JOAO VALMIR
JOSE A FLORES AMARAL
JOSÉ LIMA LUZ
JOSÉ PINTO
JULIA CAMARGO
JULIA ELIZABETE GOMES
JULIO CESAR REDECKER
KATIA ESCOBAR
KATIANE LIMA
JOSE CARLOS PIERUCETTI
LARISSA FERRAZ
LEILA MARIA OLIVEIRA DOS SANTOS
LEVI LEÃO
LINA BARBOSA CASSOL
LISIANE SCHUBERT
LUCAS PALOMINO MATTEDI
LUCIANA SIQUEIRA LANA ANGELIS
LUIS SCHNEIDER
LUIZ BARUFFALDI
LUIZ LUZ
MARCELO MARTHE
MARCELO PALMIERI
MARCELO PEDREIRA
MARCELO STELZER
MARCIO ALEXANDRE DE MORAES
MARIA ELIZABETE CABALLERO
MARIA ISABEL GOMES
MARIANA PEREIRA
MARIANA SELL
MARIO GOMES
MARLI PEDRO SANTOS
MARTA ALMEIDA
MELISSA ANDRADE
MERY VIEIRA
MIRTES SUDA
NADIA MOYSES
NADJA SOCZECK
NELLY PRIEBE
PAULO CASSIANO FELIZA OLIVEIRA
PAULO PAVI
PAULO ROGERIO AMORETTY SOUZA
PAULO SILVEIRA
PEDRO ABREU
PEDRO AUGUSTO CALTABIANO
JOSE CARLOS DE OLIVEIRA
PRISCILA BERTOLDI SILVA
RAQUEL WARMILING
REBECA HADDAD
REMY MOLLER
RENAN KLUG RIBEIRO
RENATO RIBEIRO
RENATO SOARES
RICHARD SALLES CANFIELD
ROBERTO GAVIOLI
RODRIGO BENACHIO
RODRIGO PRADO
RODRIGO SOUZA MOREALE
ROGERIO LAURENTIS
ROGERIO SATO
ROSANGELA MARIA DE AVIL SEVERO
ROSPIERRE VILHENA
SANDRO SCHUBERT
SERGIO FREITAS
SILVAN STUMPF
SILVANIA REGINA DE AVILA ALVES
SILVANO ALMEIDA
SILVIA GRUNEWALD
SONIA MACHADO
SORAYA CHARARA
SUELI FLECK
SUELY FONSECA
THAIS SCOTT
VALDEMARINA SOUZA
VALDIR CORDEIRO DE MORAES
VANDA UEDA
VILMA KLUG
VITACIR PALUDO
ZENILDA SANTOS
CAIO AUGUSTO BUENO DAL PRATA
FERNANDO VOLPE ESTATO
HELEN DE CASSIA ZERILLO
PETER FINZSCH
RAFAELA BUENO DAL PRATA
RICARDO ALMEIDA
MARCIO ANDRADE
CASSIO VIEIRA SERVULO DA CUNHA
AKIO IWASAKI
ANDREI MELO
CLOVE MENDONÇA JUNIOR
ROBERTO WILSON WEISS JUNIOR
SIMONE WETRUPP
NELSON WIEBBELLING
RUBEM WIETHAEUPER
PAULA MASSERAN DE ARRUDA XAVIER
LUIZ ZACCHINI
CARLOS ZANOTTO
DIOGO CASAGRANDE SALSEDO
RICARDO TAZOE

TRIPULANTES DA TAM A BORDO DO VÔO JJ 3054:

COMANDANTE HENRIQUE STEPHANINI DI SACCO
COMANDANTE KLEYBER LIMA
COMISSÁRIA CASSIA NEGRETTO
COMISSÁRIA DANIELA BAHDUR
COMISSÁRIA MICHELLE LEITE
COMISSÁRIA RENATA GONÇALVES

FUNCIONÁRIOS A BORDO DO VÔO JJ 3054:

ALINE MANTEIRO CASTIGO
ALVARO ALEXANDRE DA ROCHA PINTO BREGUEZ
ANGELICA ROJEK
ARNALDO RAMOS BATISTA
EVELYN CAMPOS
FABIANE RUZZANTE
FABIOLA KO FRATAG
FERNANDO TERGOLINA
MADALENA SILVA
MARCEL CASSAL VICENTIM
MARCO ANTONIO SILVA
MIRELLE M. F. BETTIOL
RICARDO KLEY SANTOS
VINICIUS COSTA COELHO
PATRICIA HAUSCHIELD
MARIA ALINE DA SILVA
KAREN MELISSA RAMOS
MICHELLE SILVEIRA UNTERBERGER.

terça-feira, 17 de julho de 2007

Agora fudeu!!!


P A N

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quarta-feira, 11 de julho de 2007

CARROS DO PASSADO: DKW - A pequena maravilha

Simples mas tecnicamente peculiares, os DKW-Vemag foram peça importante na história de nossa indústria.


No início da indústria automobilística brasileira, havia além do Fusca outro automóvel com sotaque alemão por nossas ruas e estradas. A ofensiva germânica acontecia também através dos curiosos modelos DKW. Sigla para Das Kleine Wunder (a pequena maravilha, em alemão), o próprio nome já traduzia o que muitos sentiam -- e continuam sentindo-- pelo carro.Além do tamanho, o DKW guardava outra semelhança com o Fusca: a estética já um tanto ultrapassada para os padrões internacionais da época. Ainda assim, em função do atraso tecnológico brasileiro, o sucesso comercial do veículo foi grande.





A alavanca de câmbio do DKW-Vemag ficava na coluna de direção e as marchas possuíam padrão diferente do habitual - as ímpares (1ª e 3ª) eram embaixo e as pares (2ª e 4ª, bem como a ré) eram em cima. O comando era misto, a varão para engrenamento e a cabo para seleção de marchas.

O câmbio trazia incorporado um mecanismo de roda-livre, que fazia o motor cair para marcha-lenta sempre que o pé era tirado do acelerador. Como o mecanismo ficava entre a árvore-piloto do câmbio e o trem de engrenagens, era possível passar marchas sem usar o pedal de embreagem. Bastava deixar a rotação cair nas trocas ascendentes.

A roda-livre podia ser imobilizada, permitindo usar o pouco freio-motor que os motores de dois tempos proporcionam, fazer o motor pegar empurrando o veículo e para deixar uma marcha engatada ao estacionar num aclive. Em 1959 a Vemag enviava seu pessoal técnico para o alto da serra na Via Anchieta, a fim de orientar os motoristas a utilizar a roda-presa (e não a roda-livre) na descida, com isso procurando evitar que tivessem perda de freio por aquecimento.

Tida como para proporcionar economia de combustível, na verdade a roda-livre constituía proteção aos ocupantes no caso de engrimpamento de pistão com travamento do motor, um fenômeno de longa data associado aos dois-tempos.

Em 1964 passou a ser oferecida, como opcional, a embreagem automática Saxomat, que eliminava o pedal de embreagem, como no Mercedes Classe A e Corsa de hoje. O sistema era bem diferente dos atuais, consistindo de um platô de embreagem de ação centrífuga e de uma unidade auxiliar a vácuo para as trocas de marcha com o veículo em movimento. O comando dessa unidade dava-se a partir de um microinterruptor na alavanca de câmbio.







Na Alemanha Oriental de então, surgia quase ao mesmo tempo o modelo-espelho do DKW, o IFA F9, que mais tarde evoluiria para um sedã médio denominado Wartburg e que chegou a ser importado para o Brasil.

A história do DKW no Brasil começa em novembro de 1956, pelas mãos da Vemag (Veículos e Máquinas Agrícolas S.A.). Instalada no bairro do Ipiranga, São Paulo, era importadora de veículos e peças Studebaker e Scania-Vabis.

O primeiro produto a sair de sua linha de produção foi a perua DKW-Vemag Universal, derivada do sedã F91. O lançamento desse modelo foi marcado pela pompa da cerimônia no hotel Copacabana Palace, no Rio de Janeiro. Era equipada com o motor alemão 900 de três cilindros, e 38 cv de potência líquida.

O motor era extremamente simples, pois só tinha sete peças móveis: virabrequim, três bielas e três pistões. Por ser de dois tempos, não havia troca de óleo, na época recomendada pelos outros fabricantes a cada 2.500 quilômetros. A Vemag dispunha de motores parciais recondicionados à base de troca, de baixo preço na época e que possibilitava o serviço completo em apenas três horas. Era de grande conveniência para o cliente.



Em 1958 eram apresentados o sedã quatro-portas, semelhante ao Sonderklasse alemão de designação F94 -- de carroceria bem mais larga e moderna do que a do F91--, e sua derivada perua, bem como o utilitário Jipe DKW-Vemag, rebatizado Candango em 1960 para assinalar a inauguração da nova capital federal. O modelo correspondia ao alemão Munga (abreviação de Mehrzweck Universal Geländewagen mit Allradantrieb, ou veículo de uso múltiplo universal para uso fora de estrada com tração em todas as rodas).

O Munga nascera de uma concorrência promovida em 1954 pelas forças da OTAN (Organização do Tratado do Atlântico Norte), da qual participaram a Borgward (marca hoje extinta) e a Porsche, em que foi o escolhido. Entre suas qualidades estavam a suspensão independente nas quatro rodas, intercambiáveis entre si, e o desempenho geral.




O Candango foi lançado com um eficiente sistema de tração permanente nas quatro rodas, com reduzida, mas sem diferencial central e nem autobloqueante. Logo depois foi criada a versão de tração dianteira somente, o Candango 2. O modelo de tração total foi renomeado Candango 4.

Ainda em 1958, o controle acionário da Auto Union passava à alemã Daimler-Benz, fabricante dos prestigiados Mercedes. Pouco depois surgiam produtos Auto Union com o nome da empresa: o Auto Union sp, cujas linhas eram claramente inspiradas no Ford Thunderbird, e o sedã duas-portas Auto Union 1000.

Boa parte da estabilidade do DKW-Vemag era provida pelo sistema de tração dianteira, embora sua fama de estável fosse mais resultado da comparação com os instáveis Fuscas e Renault Dauphine/Gordini. Tradicional da marca, proporcionava uma característica peculiar de direção: reações incomuns ao volante devido às juntas universais da tração dianteira, já que as eficientes juntas homocinéticas de esferas ainda estavam por aparecer.

Considerada ótima no início, sua velocidade máxima era de pouco mais de 120 km/h. Gradativamente, os veículos sofriam reestilizações, bem como seus nomes foram modificados. A perua passava a se chamar Vemaguet; o sedã passava a Belcar. A motorização de todos os modelos permanecia inalterada até fins de 1959, quando surgiu o motor de 980 cm3 de cilindrada (74 x 76 mm) e 44 cv. Isso justificou a inclusão de "1000" ao batismo daqueles veículos.


Em 1962 era apresentado aquele que viria a ser, talvez, o mais interessante DKW no Brasil. De estilo elegante e moderno, o Fissore teve seu desenho criado na Itália pela Carrozzeria Fissore. O modelo brasileiro nascia com a mesma mecânica de seus irmãos, mas um pouco mais potente, de 50 cv. Esse motor seria depois utilizado na série especial Belcar S, a última versão deste modelo.

O Fissore só entraria no mercado em 1964. Considerado muito caro, o automóvel teve poucos consumidores. Outros modelos de pouco sucesso foram Pracinha e Caiçara, versões despojadas da Vemaguet. A maioria dos compradores passava a equipá-las logo após a compra, eliminando a vantagem econômica. A produção da Pracinha foi de 6.500 unidades e a Caiçara chegou a pouco mais de 1.000.

Em 1965 era lançada a versão Rio do Belcar, em homenagem aos 400 anos da cidade. A partir desse ano os motores DKW eram equipados com um engenhoso sistema, o Lubrimat. Tratava-se de uma bomba de óleo que levava lubrificante ao carburador, visto tratar-se de motor dois tempos. Antes do sistema era necessário adicionar o óleo ao combustível diretamente no tanque, a cada reabastecimento.

A proporção de mistura era 40 partes de gasolina para uma de óleo. Com o Lubrimat, essa relação variava de 40:1 a 100:1, gerando boa economia de lubrificante. Curiosamente, muitos proprietários não confiavam no equipamento e colocavam um pouco de óleo no tanque de combustível, anulando a vantagem.



Em 1967, último ano de sua produção, Belcar e Vemaguet traziam novidades importantes: frente reestilizada com quatro faróis (quatro altos, dois baixos), sistema elétrico de 12 volts e alternador, em que foi um dos pioneiros no Brasil.

Comportamento

O sucesso dos modelos DKW-Vemag foi, em parte, devido ao sucesso alcançado nas pistas de corrida. Suas características de torque, velocidade e estabilidade tornavam-no um dos carros mais competitivos dos circuitos de rua e autódromos na década de 60. A Vemag montou um departamento de competições, o primeiro da espécie no Brasil, comandado pelo especialista Jorge Lettry. O carro era também o preferido dos taxistas, pela sua robustez e manutenção barata.
Houve até a criação de esportivos baseados na mecânica DKW. O mais famoso foi o DKW-Malzoni, que evoluiu para o Puma DKW, este o precursor daquele que viria a se tornar um dos esportivos nacionais mais cobiçados: o Puma VW.



A maturidade trouxe nível de qualidade elevado para a época. Os automóveis DKW-Vemag apresentavam baixo índice de defeitos e constituíam concorrência pesada na categoria. Talvez por esse motivo, o controle da Vemag passava, em 1967, para as mãos da Volkswagen do Brasil. Dois anos antes, na Alemanha, a Volkswagen AG (sociedade anônima) havia adquirido o controle da Auto Union GmbH (Limitada) e transformado a empresa na Audi AG. Surgira então na Alemanha o Audi 60, versão de motor quatro-tempos (1,7 litro) do último DKW, o F102.

Se na Europa já se podia antever os sofisticados veículos da Audi, aqui a linha de montagem da Vemag era reprogramada para os modelos baseados na plataforma e mecânica Fusca. O painel do VW Brasília, por exemplo, seria o mesmo do Fissore.

A Vemag passou à história da indústria automobilística brasileira com um saldo de mais de 100 mil veículos produzidos. Dentre todos os modelos o Belcar foi o campeão, com pouco mais de 50 mil unidades, seguido pela Vemaguet, com quase 48 mil.

Hoje, o peculiar som dos motores DKW pode ser testemunhado em encontros de automóveis antigos, onde o Belcar e a Vemaguet em geral representam aquela que foi uma das mais importantes marcas de nossa indústria.

Curiosidades técnicas

· Até 1963, o Belcar e a Vemaguet apresentavam portas dianteiras apelidadas de "suicidas", devido ao sentido contrário de abertura.

· A construção da carroceria era separada, com chassi de vigas em perfil de caixa fechado que só ia até o eixo traseiro. Dali para trás a carroceria se auto-sustentava. Tanto que, em 1966, a fábrica criou uma estrutura adicional para a parte traseira da Vemaguet, pois esta cedia com o passar do tempo.

· A Argentina também produziu modelos DKW, incluindo o Fissore. Em nada semelhante ao brasileiro, porém.

· O estúdio italiano Carrozzeria Fissore foi responsável por diversos modelos DKW. Além do brasileiro e do argentino, a matriz também produziu seu Fissore.

· O motor do DKW-Vemag não tinha bomba d'água no sistema de arrefecimento. A circulação entre bloco e radiador dava-se por sifão térmico - a água quente sobe e a fria desce. A bomba de combustível era acionada pneumaticamente, pelo vai-e-vem do pistão do terceiro cilindro.

· Sistema de ignição era individual, havendo um platinado, um condensador e uma bobina para cada cilindro. O avanço inicial de ignição também precisava ser feito individualmente. Embora desse um certo trabalho para ajustar, era praticamente impossível o veículo ficar na estrada por problema de ignição.

· O radiador ficava atrás do motor, em posição elevada (para favorecer o sifão térmico) e o ventilador mecânico era movimentado por uma árvore que passava pelo cabeçote. Dizia-se, em tom de brincadeira, que o motor do DKW-Vemag era um SOHF, single overhead fanshaft, árvore do ventilador no cabeçote, em paródia ao SOHC e DOHC dos motores quatro-tempos.

· O termômetro da água de refrigeração do motor não era elétrico, mas hidráulico, funcionando por capilaridade -- um tubo cheio de éter ligava o instrumento ao cabeçote, e se danificava com freqüência.

· O pedal do acelerador era de dois estágios, em que a partir de determinado ponto uma segunda mola endurecia bastante o pedal, estimulando pequenas aberturas do acelerador, justamente a forma de dirigir economicamente veículos com motores de dois tempos. Como o leitor imagina, os jovens à época removiam a segunda mola, para andar "de pé embaixo" sem incômodo...

=============== FINAL ===============

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NÃO PERCA !!!

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Agora fudeu!!!

segunda-feira, 9 de julho de 2007

Que tal rodar 67 KM com apenas um litro de diesel?

LOREMO: Esse carro começa a ser vendido em 2009



Tem lógica ter de usar 1,5 tonelada de aço para transportar em média 80 kg de carga?




Aparentemente, não, mas é isso que você faz todos os dias, quando liga seu carro para sair de casa, e vem sendo assim desde que o carro foi inventado.


Para tentar sanar esse raciocínio estranho, mas corriqueiro, uma empresa na Alemanha teve a grande idéia de criar um carro mais leve e, com isso, mais econômico e ecológico.


Com 450 kg, o Loremo, fabricado por uma empresa de mesmo nome, consegue a proeza de precisar de apenas um litro de diesel para andar 66,7 km!


Para uma base de comparação, seria suficiente um tanque do Loremo, de 20 l, para ir de São Paulo a Blumenau e voltar sem ter de parar a não ser para descansar as pernas.



Essa é uma marca três vezes melhor que a dos carros mais econômicos do mercado brasileiro e seis vezes mais interessante que a média dos veículos.


A razão é simples: com um carro mais leve, é possível usar um motor menos potente para realizar o mesmo serviço.
segunda-feira, 30 de julho de 2007 às 10:11:00 AM | 0 comentários  
E agora com vocês, Dona Marisa, a Inútil!

Ela não prega um prego num sabonete.

Passa o dia inteiro à sombra do marido, que não é de fazer muita sombra....

Ao contrário de outras primeiras-damas que tinham função social, ela não tá nem aí pra hora do Brasil e não faz nada!

Ela é Dona Marisa, a Inútil! De uma idéia do Cartunista Flávio, que convidou o Cartunista Verde pra escrever as tiras, nasceu Dona Marisa, a Inútil.

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E Deus fez a mulher...

E houve harmonia no paraíso.
O diabo vendo isso, resolveu complicar.

Deus deu a mulher cabelos sedosos e esvoaçantes.
O diabo deu pontas duplas e ressecadas.

Deus deu a mulher um corpo de Barbie.
O diabo inventou a celulite, as estrias e o culote.

Deus deu a mulher músculos perfeitos.
E o diabo os cobriu com lipoglicerídios.

Deus deu a mulher um temperamento dócil.
E o diabo inventou a TPM.

Deus deu a mulher um andar elegante.
O diabo investiu no sapato de salto alto.

Então, Deus deu a mulher infinita beleza interior.
E o diabo fez o homem perceber só o lado de fora.

Mas que droga !!! Só pode haver uma explicação para isso:

- O diabo só pode ser viado !!!

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Relíquias sobre quatro rodas. O Museu do Automóvel realizou, na manhã de ontem, um desfile de carros antigos pelas ruas de Fortaleza — um deles, um Graham Cavalier, de 1937. O comboio saiu da sede do Museu, no bairro Edson Queiroz, e passou por avenidas como Santos Dumont e Abolição, até chegar no Marina Park Hotel, no Centro. Por onde passaram, os veículos, pinturas reluzentes e motores impecáveis, chamavam atenção.

O vice-presidente da entidade, Aury Silva, afirmou que a idéia é repetir o passeio pelo menos uma vez por mês, diversificando os roteiros. “Os colecionadores adoram mostrar suas peças e o público também gosta muito. Os carros despertam muito interesse”, acrescentou ele.

Aury garante que hoje, no Ceará, existem cerca de 400 carros antigos catalogados, 56 dos quais integrantes do acervo do Museu. Além da paixão pelo ronco dos motores, une os colecionadores o gosto pela preservação da história e da cultura. ´É muito bom ver um destes carros em boas condições e ainda funcionando´, declarou um dos aficionados e ex-presidente do Museu, Germano Almeida. ´É um prazer muito grande´.

Programação

Os integrantes do Museu do Automóvel estão todo primeiro sábado de cada mês no pátio do Shopping Buena Vista, e, no terceiro domingo, no Shopping Pátio Água Fria. Os encontros ocorrem sempre das 14 às 22 horas. Ali, o público pode tirar dúvidas e saber mais sobre os carros em exposição.

A entidade promove eventos também pelo Interior do Estado. No final de agosto, os colecionadores estarão em Limoeiro do Norte; em setembro, em Guaramiranga, em outubro, Sobral; em dezembro, as preciosidades vão a Cascavel.
dn
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Para facilitar a vida dos usuários e principalmente dos visitantes, no interior do Ceará, placas de sinalização foram fixadas nos locais de contato.

Isso é UMA VERGONHA!!!
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domingo, 29 de julho de 2007 às 1:40:00 PM | 0 comentários  
Um velho foi ao médico para marcar uma consulta para a sua mulher, e a atendente lhe pergunta:

-De que se queixa sua esposa?

-De surdez. Não ouve nada.

-Então o senhor vai fazer o seguinte:

Antes de trazê-la, fará um teste, para facilitar o diagnóstico do médico.

Sem que ela esteja olhando, o senhor, a uma certa distância, falará em tom normal, até que perceba a que distância ela consegue ouvi-lo.

Então quando vier dirá ao médico a que distância estava quando o ouviu.

Certo?

-Nesse dia, à noite, quando a mulher estava preparando o jantar, o velhote decidiu fazer o teste.

Mediu a distância que estava em relação à mulher. E pensou:

"Estou a 15 metros de distância. Vai ser agora!

-Maria...... o que temos para jantar?
Nada..... silêncio.

Aproxima-se 5 metros.

-Maria...... o que temos para jantar?
Nada......silêncio.

Fica à distância de 3 metros:

-Maria...... o que temos para jantar?
Silêncio.

Por fim, encosta-se às costas da mulher e volta a perguntar:

-Maria! O que temos para jantar?

-Frango, porra! É a quarta vez que eu respondo!

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A famosa e conhecida “Garrafa Contour”, embalagem de vidro de 237ml da COCA-COLA foi lançada em 1916.

Mas é uma celebridade até hoje por simbolizar a autenticidade de COCA-COLA com o seu formato mundialmente identificado como marca registrada do centenário refrigerante: ela cabe perfeitamente na mão, faz um som único quando é aberta e oferece um sabor e refrescância que só podem ser de COCA-COLA.

O desenho curvilíneo da garrafa Contour foi baseado em um conceito original sugerido pelo soprador de vidro sueco, Alexander Samuelson, funcionário da Root Glass Company, de Indiana.

A idéia era criar uma garrafa única e especial, que pudesse ser instantaneamente reconhecida até mesmo no escuro.

O conceito da garrafa foi proposto em 1913 e patenteado no United States Patent Office em 16 de novembro de 1915.

A garrafa foi colocada em uso em 1916, com algumas modificações, na cidade de Terre Haute, estado de Indiana.

E devido às suas curvas, foi apelidada de “Mae West”, famosa atriz de cinema, conhecida na época por sua sensualidade e curvas insinuantes.

Em 1950 a garrafa transformou-se em celebridade sendo o primeiro produto a aparecer na capa da prestigiosa revista Time.

Entre 1951 e 1960, a garrafa passou a ser protegida pela Lei de Direitos Comuns como um símbolo de identificação da COCA-COLA.

Em 1960, o U.S. Patent and Trademark Office concedeu à garrafa o status legal de Marca Registrada, uma honra conferida a poucas embalagens.


Recentemente começou uma nova era para o ícone da COCA-COLA.

A garrafa contour, reverenciada através da pop arte em obras de Andy Warhol e Keith Haring, ganhou ares de modernidade e apareceu em nova versão, diretamente moldada no alumínio, sem recortes ou remendos.

Esta garrafa ficou conhecida como “M5” (Magnificent 5).
mundodasmarcas
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A família comia tranqüila quando, de repente, a filha de 10 anos comenta:

- Tenho uma má notícia... Não sou mais Virgem! Sou uma vaca!

E começa a chorar, visivelmente alterada, com as mãos no rosto e um ar de vergonha.
Silêncio sepulcral na mesa.

De repente, começam as acusações mútuas:

- Isto é por você ser como é!
- Diz o marido dirigindo-se à mulher
- Por se vestir como uma puta barata e se arreganhar para o primeiro imbecil que chega aqui em casa.

Claro que isso tinha que ocorrer, com este exemplo que a menina vê todo dia!

- E você! Diz o pai apontando para a outra filha de 25 anos
- que fica se agarrando no sofá e lambendo aquele palhaço do teu namorado que tem jeito de veado.

Tudo na frente da menina!

A mãe não agüenta mais e revida, gritando:

- E quem é o idiota que gasta metade do salário com as putas e se despede delas na porta de casa?

Pensa que eu e as meninas somos cegas?

E, além disso, que exemplo você pode dar se, desde que assinou esta maldita TV a cabo, passa todos os finais de semana assistindo as pornôs de quinta categoria e depois se acaba nas punhetas, com direito a todos os tipos de gemidos e grunhidos?

Desconsolada e à beira de um colapso, a mãe, com os olhos cheios de lágrimas e a voz trêmula, pega ternamente na mão da filhinha e pergunta baixinho:

- Como foi que isso aconteceu, minha filha?

E, entre soluços, a menina responde:

- A professora me tirou do presépio!

A Virgem agora é a Vanessa, eu vou fazer a vaquinha...

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sexta-feira, 27 de julho de 2007 às 4:49:00 PM | 0 comentários  

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O maior e o menor cavalo do mundo foram flagrados e registrados pelo 'Guinness World Records', o livro dos recordes, em Londres.
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Ambos entrarão na edição 2008 da publicação.
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Radar tem 2,01 metros, enquanto que Thumbelina mede quase 45 centímetros.

g1

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Prótese egípcia foi achada em múmia que está em museu do Cairo pela equipe de pesquisadores britânicos.
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A pessoa viveu entre 1000 a.C. e 600 a.C. A "perna de pau" na verdade substitui o dedão e parte do pé do morto e é feita com madeira e couro.
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Os antigos egípcios tinham conhecimento relativamente bom de anatomia humana e reproduziram de forma bastante fiel o formato do dedo e da unha.
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Os arqueólogos agora querem provar que o dedão falso funcionava tão bem quanto o real.
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Eles estão recrutando pessoas que perderam essa parte do pé para testar uma versão reconstruída da prótese faraônica.
g1
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O leão estilizado, que representa a “qualidade superior da marca” e homenageia a cidade de Lion (França), é usado desde 1850 quando a PEUGEOT FRÉRES, para classificar as ferramentas que fabricava, registrou um leão com ou sem flecha como símbolo.

Desde então, o logotipo sofreu sete modificações.

A primeira aconteceu em 1932 para atender as necessidade e exigências da publicidade da época.

Quatro anos mais tarde, os automóveis ganham o escudo com a cabeça do leão.

Em 1939 as bicicletas passam a utilizar o leão combatente.

A partir do pós-guerra é adotado o leão símbolo da região de Franche-Comté, que corresponde também ao de Montbéliard, região de origem do clã Peugeot.

Em 1980 uma nova modificação realça o logotipo de leão em um fundo azul.

No ano de 1998 ocorreu nova modificação que acabaria resultando em 2002 no logotipo atual.
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quarta-feira, 25 de julho de 2007 às 8:52:00 AM | 0 comentários  
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Um produto para atender as necessidades diárias da galera que leva uma vida radicalmente ativa e precisa de muita força e energia.

Assim é Nescau, a energia que dá gosto.

História

A história de Nescau começou no ano de 1932, quando o produto foi lançado no mercado pela Nestlé, praticamente sem nenhum apoio publicitário e sob o nome de Nescáo (junção de Nestlé com cacáo, como se costumava grafar as palavras que atualmente terminam em au).

Em 1936 o produto já era apresentado como um super alimento em suas propagandas.

A mudança do nome do produto para Nescau ocorreu em 1954, pois as pessoas passaram a ler equivocadamente o acento agudo de Nescáo, como Nescão.

Além disso, datam desta época as mudanças ortográficas na língua portuguesa que, entre outras, substituíram o registro do áo por au.

Nessa ocasião o slogan utilizado era “Nescau, fortifica, alimenta e engorda”.

Contudo, apenas em 1961 o Nescau começou a se firmar no mercado brasileiro.

A conquista dos consumidores teve início com a mudança da fórmula, transformando o produto em instantâneo e enriquecido com vitaminas.

Nessa época surgiu também a primeira campanha publicitária em favor da marca intitulada “futuros profissionais”.

Ela destacava o papel do achocolatado no crescimento saudável das crianças, futuros médicos, engenheiros, professores, etc., e destacava sua característica de dissolução instantânea.

Logo em seguida surgiu uma outra forte campanha publicitária, com uma série expressiva de comerciais, baseada no tema do circo, e ancorada na assinatura Nescau, gostoso como uma tarde no circo.

A partir de então foram desenvolvidas campanhas baseadas nos temas das festas infantis.

As atividades promocionais, com sorteios de brindes, passaram a ser uma constante.

Já nessa época começaram a ser utilizados vários meios de comunicação com o consumidor de forma combinada, como comerciais em TV e cinema, propaganda em revistas, patrocínios de programas de televisão, painéis exteriores, estandes de degustação em feiras e exposições.


Em 1972, o produto ganhou ainda uma melhor solubilidade e composto vitamínico, tornando sua formulação mais saborosa.

Nesse ano, foi desenvolvida toda uma forte campanha de relançamento sob um novo slogan: Super Nescau, energia que dá gosto.

A partir dos anos 1990 outro componente passou a habitar o mundo de comunicação de Nescau: os esportes radicais.

Na verdade, algo bem pertinente à necessidade constante de atualização da marca para atender aos anseios aspiracionais de seu público, já que também os esportes radicais são cheios de aventura e adrenalina.

Em de 2001 foi introduzido no mercado o Nescau Light.

Você Sabia?

* Desde 1972, Nescau é líder destacado em sua categoria tendo, inclusive, pela força de sua marca, migrado para outras categorias de produtos, também com grande sucesso. É o caso de cereais matinais , chocolates, biscoitos, todas levando agora a marca Nescau em algum produto de suas linhas.
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segunda-feira, 23 de julho de 2007 às 6:54:00 PM | 0 comentários  
Um jovem turista muito romântico, ao passar em uma loja em Paris, resolveu comprar um belo par de luvas para enviar à sua jovem namorada ainda virgem, de família tradicional, a quem muito respeitava.

Na pressa de embrulhar o presente, a moça da loja cometeu um engano e trocou as luvas por uma calcinha de outra cliente.

O jovem, não notando a troca, remeteu-a com a seguinte carta: "Paris, 27 de janeiro de 2007.

Querida, sabendo que dia 12 é o dia dos namorados, resolvi te mandar um presentinho.

Embora eu saiba que você não costuma usar (pelo menos eu nunca te vi usando), acho que vai gostar da cor e do modelo.

A moça da loja a experimentou e, pelo que eu vi, ficou ótima.

Apesar de um pouco larga na frente, ela disse que é melhor assim do que muito apertada, pois as mãos entram melhor e os dedos podem se movimentar bem a vontade.

Depois de usá-la é bom virar do avesso e colocar um pouco de talco para evitar aquele odor desagradável.

Espero que você goste, pois vai cobrir aquilo que um dia irei te pedir, além de proteger o local em que colocarei aquilo que você tanto sonha.

Um beijo (no lugar onde você irá usá-la).

PS:: Não me espere retornar para estreá-la.

Quero que todos os meus amigos vejam você com ela.

E depois esfregue na cara daquelas suas amigas invejosas, pois nunca vi nenhuma delas usando".



Obeserve este texto e veja o que pode acontecer com um simples engano.
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domingo, 22 de julho de 2007 às 1:27:00 PM | 0 comentários  
Uma mulher ia andando pela rua quando chega um cara junto dela e diz:

Quero te possuir agora mesmo!

- Que é isso, você tá louco?!

- diz a garota.

Vamos fazer o seguinte:

- diz o cara.

- Eu deixo cair 100 reais no chão e o tempo que você demora em apanhar eu te como por trás.

Aceita ai vai....

!!!!!!A garota pensou, pensou, tava meio dura querendo comprar um celular novo ai resolveu telefonar para uma amiga para lhe pedir uma opinião.

A amiga muito esperta aconselhou o seguinte:

- Ai amiga esse cara é um babaca...

...escuta, o tempo que você demora para abaixar e pegar a grana não dá nem para ele te encostar o pinto.

Aceita boba.

Você pega a grana e deixa ele falando sozinho.

A amiga achou ótimo:

- Como eu não tinha pensado nisso (é loira).

Deixa comigo esse babaca me paga.
.
A amiga conselheira diz:

- Depois te ligo pra você me contar o que aconteceu...

20 minutos depois a amiga liga:

- Então?

E daí a loira diz:

- O filho da puta jogou 100 reais no chão em moedas de R$ 0,05...

- Já tá dando a segunda ...

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NAIROBI (AFP) - Um hipopótamo bebê que sobreviveu às ondas do Tsunami na costa do Kenya criou um vínculo afetivo com uma tartaruga macho gigante centenária, em um lugar para animais do porto da cidade de Mombassa, disseram os oficiais.

O hipopótamo, chamado Owen que pesa cerca de 300 Kg, foi arrastado do Rio Sabaki até o Oceano Índico, sendo jogado na praia onde as ondas do Tsunami golpearam a costa do Kenya em 26 de dezembro, antes que a equipe de salvamento de animais silvestres conseguissem lhe resgatar.

Um Hipopótamo com menos de um ano de idade adotou uma tartaruga macho com aproximadamente 100 anos de idade.

A tartaruga parece estar muito feliz no papel de “mãe”, disse à AFP a ecologista Paula Kahumbu, responsável pelo Parque Lafarge.

Nadam, comem e dormem juntos" acrescentou a ecologista. “O Hipopótamo segue a tartaruga exatamente da forma que faria com sua mãe. Se alguém se aproxima da tartaruga, o Hipo se mostra agressivo, como se estivesse protegendo sua mãe biológica" acrescentou Kahumbu.

“Muitas coisas na vida não podem ser explicadas, somente presenciadas.”
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quarta-feira, 18 de julho de 2007 às 8:37:00 AM | 0 comentários  
Prefeito César Maia:
.
Hora de orar uma porra!

É hora de agir como homens e apontar e denunciar os canalhas responsáveis por este assassinato coletivo.

Orar agora não adianta nada, porra!

Mas o senhor, ao invés disso, prefere dizer, em três linhas, que "é hora de oração e solidariedade com as famílias".

Porra, prefeito, as famílias não estão querendo orações, não, porra, as famílias querem justiça e ação desses canalhas encastelados em altos cargos públicos apenas para roubar!

Enquanto isto, o senhor fica ai pedindo orações!

E fazendo propaganda da porra do seu Pan!

Porra, prefeito, se toque!

Deveria ter usado todo este espaço para, como homem público e brasileiro, protestar contra este desmando e denunciar os responsáveis por este assassinato em massa.

Especulações a respeito das causas uma porra! O senhor sabe quais são as causas da tragédia.

Obra mal feita, mal acabada, inconclusa, reaberta antes do tempo por irresponsabilidade.

Vá ver que os pilantras agora vão culpar os pilotos, dizer que foi barbeiragem.

Porra, prefeito!


PASSAGEIROS DO VÔO JJ 3054:
.

ADELAIDE MOURA
ALANIS ANDRADE
ALEJANDRO CAMOZZI
ALEXANDRE GOES
ANA CAROLINA CUNHA
ANDERSON CASSEL
ANDRE DONA
ANDREA SEICZKOWSKI
ANGELA HAENSEL
ANTONIO CARLOS ARAUJO DE SOUZA
ARTHUR QUEIROZ
ATILIO SASSA BILIBIO
BRUNA DE VILLI CHACCUR
BRUNO FERRAZ
BRUNO NASCIMENTO
CAIO FELIPE CUNHA
CARLA FIORATTI
CARLOS ALBERTO ANDRIOTTI
CARLOS ROCKEMBACK
CARMEN LUISA VICTORIA FONSECA
CATILENE OLIVEIRA
CHRISTINE SOUZA
CIRO NUMADA
CLAUDEMIR ARRIERO
DECIO TEVOLA
DEMETRIO TRAVESSA
DENILSON LOPES COSTA
DEOLINDA MAGALY VICTOR FONSECA
DOUGLAS TEIXEIRA
EDMUNDO SMITH
EDUARDO MANCIA
ELCITA RAMOS
ELENILZE FERRAZ
ELIANE DORNELLES
ELIDA DEMBINSKI
EMERSON FREITAG
ENRICO SHIOHARA
ESIO FREITAS
FABIANA AMARAL
FABIANO ROSITO MATOS
FABIO BALSELLS
FABIO MARQUES
FABIO VELLOZA
FATIMA SANTIAGO
FELIPE FRATEZI
FERNANDO ANTONIO LARO OLIVEIRA
FERNANDO MARQUES
FERNANDO PESSOA
GABRIEL CORREIA PEDROSA
GILMAR TENORIO ROCHA
GOTTFRIED TAGLOEHNER
GUILHERME MORAES
GUILHERME PEREIRA
GUSTAVO MARTINS
HELOIZA HELENA LOPES
HEURICO TOMITA
INES MARIA KLEINOWSKI
IVALINO BONATO
IVANALDO CUNHA
JAMILLE LEAO
JANUS SILVA
JAQUELINE DIAS
JOAO BRITO
JOAO CALTABIANO
JOAO VALMIR
JOSE A FLORES AMARAL
JOSÉ LIMA LUZ
JOSÉ PINTO
JULIA CAMARGO
JULIA ELIZABETE GOMES
JULIO CESAR REDECKER
KATIA ESCOBAR
KATIANE LIMA
JOSE CARLOS PIERUCETTI
LARISSA FERRAZ
LEILA MARIA OLIVEIRA DOS SANTOS
LEVI LEÃO
LINA BARBOSA CASSOL
LISIANE SCHUBERT
LUCAS PALOMINO MATTEDI
LUCIANA SIQUEIRA LANA ANGELIS
LUIS SCHNEIDER
LUIZ BARUFFALDI
LUIZ LUZ
MARCELO MARTHE
MARCELO PALMIERI
MARCELO PEDREIRA
MARCELO STELZER
MARCIO ALEXANDRE DE MORAES
MARIA ELIZABETE CABALLERO
MARIA ISABEL GOMES
MARIANA PEREIRA
MARIANA SELL
MARIO GOMES
MARLI PEDRO SANTOS
MARTA ALMEIDA
MELISSA ANDRADE
MERY VIEIRA
MIRTES SUDA
NADIA MOYSES
NADJA SOCZECK
NELLY PRIEBE
PAULO CASSIANO FELIZA OLIVEIRA
PAULO PAVI
PAULO ROGERIO AMORETTY SOUZA
PAULO SILVEIRA
PEDRO ABREU
PEDRO AUGUSTO CALTABIANO
JOSE CARLOS DE OLIVEIRA
PRISCILA BERTOLDI SILVA
RAQUEL WARMILING
REBECA HADDAD
REMY MOLLER
RENAN KLUG RIBEIRO
RENATO RIBEIRO
RENATO SOARES
RICHARD SALLES CANFIELD
ROBERTO GAVIOLI
RODRIGO BENACHIO
RODRIGO PRADO
RODRIGO SOUZA MOREALE
ROGERIO LAURENTIS
ROGERIO SATO
ROSANGELA MARIA DE AVIL SEVERO
ROSPIERRE VILHENA
SANDRO SCHUBERT
SERGIO FREITAS
SILVAN STUMPF
SILVANIA REGINA DE AVILA ALVES
SILVANO ALMEIDA
SILVIA GRUNEWALD
SONIA MACHADO
SORAYA CHARARA
SUELI FLECK
SUELY FONSECA
THAIS SCOTT
VALDEMARINA SOUZA
VALDIR CORDEIRO DE MORAES
VANDA UEDA
VILMA KLUG
VITACIR PALUDO
ZENILDA SANTOS
CAIO AUGUSTO BUENO DAL PRATA
FERNANDO VOLPE ESTATO
HELEN DE CASSIA ZERILLO
PETER FINZSCH
RAFAELA BUENO DAL PRATA
RICARDO ALMEIDA
MARCIO ANDRADE
CASSIO VIEIRA SERVULO DA CUNHA
AKIO IWASAKI
ANDREI MELO
CLOVE MENDONÇA JUNIOR
ROBERTO WILSON WEISS JUNIOR
SIMONE WETRUPP
NELSON WIEBBELLING
RUBEM WIETHAEUPER
PAULA MASSERAN DE ARRUDA XAVIER
LUIZ ZACCHINI
CARLOS ZANOTTO
DIOGO CASAGRANDE SALSEDO
RICARDO TAZOE

TRIPULANTES DA TAM A BORDO DO VÔO JJ 3054:

COMANDANTE HENRIQUE STEPHANINI DI SACCO
COMANDANTE KLEYBER LIMA
COMISSÁRIA CASSIA NEGRETTO
COMISSÁRIA DANIELA BAHDUR
COMISSÁRIA MICHELLE LEITE
COMISSÁRIA RENATA GONÇALVES

FUNCIONÁRIOS A BORDO DO VÔO JJ 3054:

ALINE MANTEIRO CASTIGO
ALVARO ALEXANDRE DA ROCHA PINTO BREGUEZ
ANGELICA ROJEK
ARNALDO RAMOS BATISTA
EVELYN CAMPOS
FABIANE RUZZANTE
FABIOLA KO FRATAG
FERNANDO TERGOLINA
MADALENA SILVA
MARCEL CASSAL VICENTIM
MARCO ANTONIO SILVA
MIRELLE M. F. BETTIOL
RICARDO KLEY SANTOS
VINICIUS COSTA COELHO
PATRICIA HAUSCHIELD
MARIA ALINE DA SILVA
KAREN MELISSA RAMOS
MICHELLE SILVEIRA UNTERBERGER.
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terça-feira, 17 de julho de 2007 às 11:18:00 AM | 0 comentários  

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Simples mas tecnicamente peculiares, os DKW-Vemag foram peça importante na história de nossa indústria.


No início da indústria automobilística brasileira, havia além do Fusca outro automóvel com sotaque alemão por nossas ruas e estradas. A ofensiva germânica acontecia também através dos curiosos modelos DKW. Sigla para Das Kleine Wunder (a pequena maravilha, em alemão), o próprio nome já traduzia o que muitos sentiam -- e continuam sentindo-- pelo carro.Além do tamanho, o DKW guardava outra semelhança com o Fusca: a estética já um tanto ultrapassada para os padrões internacionais da época. Ainda assim, em função do atraso tecnológico brasileiro, o sucesso comercial do veículo foi grande.





A alavanca de câmbio do DKW-Vemag ficava na coluna de direção e as marchas possuíam padrão diferente do habitual - as ímpares (1ª e 3ª) eram embaixo e as pares (2ª e 4ª, bem como a ré) eram em cima. O comando era misto, a varão para engrenamento e a cabo para seleção de marchas.

O câmbio trazia incorporado um mecanismo de roda-livre, que fazia o motor cair para marcha-lenta sempre que o pé era tirado do acelerador. Como o mecanismo ficava entre a árvore-piloto do câmbio e o trem de engrenagens, era possível passar marchas sem usar o pedal de embreagem. Bastava deixar a rotação cair nas trocas ascendentes.

A roda-livre podia ser imobilizada, permitindo usar o pouco freio-motor que os motores de dois tempos proporcionam, fazer o motor pegar empurrando o veículo e para deixar uma marcha engatada ao estacionar num aclive. Em 1959 a Vemag enviava seu pessoal técnico para o alto da serra na Via Anchieta, a fim de orientar os motoristas a utilizar a roda-presa (e não a roda-livre) na descida, com isso procurando evitar que tivessem perda de freio por aquecimento.

Tida como para proporcionar economia de combustível, na verdade a roda-livre constituía proteção aos ocupantes no caso de engrimpamento de pistão com travamento do motor, um fenômeno de longa data associado aos dois-tempos.

Em 1964 passou a ser oferecida, como opcional, a embreagem automática Saxomat, que eliminava o pedal de embreagem, como no Mercedes Classe A e Corsa de hoje. O sistema era bem diferente dos atuais, consistindo de um platô de embreagem de ação centrífuga e de uma unidade auxiliar a vácuo para as trocas de marcha com o veículo em movimento. O comando dessa unidade dava-se a partir de um microinterruptor na alavanca de câmbio.







Na Alemanha Oriental de então, surgia quase ao mesmo tempo o modelo-espelho do DKW, o IFA F9, que mais tarde evoluiria para um sedã médio denominado Wartburg e que chegou a ser importado para o Brasil.

A história do DKW no Brasil começa em novembro de 1956, pelas mãos da Vemag (Veículos e Máquinas Agrícolas S.A.). Instalada no bairro do Ipiranga, São Paulo, era importadora de veículos e peças Studebaker e Scania-Vabis.

O primeiro produto a sair de sua linha de produção foi a perua DKW-Vemag Universal, derivada do sedã F91. O lançamento desse modelo foi marcado pela pompa da cerimônia no hotel Copacabana Palace, no Rio de Janeiro. Era equipada com o motor alemão 900 de três cilindros, e 38 cv de potência líquida.

O motor era extremamente simples, pois só tinha sete peças móveis: virabrequim, três bielas e três pistões. Por ser de dois tempos, não havia troca de óleo, na época recomendada pelos outros fabricantes a cada 2.500 quilômetros. A Vemag dispunha de motores parciais recondicionados à base de troca, de baixo preço na época e que possibilitava o serviço completo em apenas três horas. Era de grande conveniência para o cliente.



Em 1958 eram apresentados o sedã quatro-portas, semelhante ao Sonderklasse alemão de designação F94 -- de carroceria bem mais larga e moderna do que a do F91--, e sua derivada perua, bem como o utilitário Jipe DKW-Vemag, rebatizado Candango em 1960 para assinalar a inauguração da nova capital federal. O modelo correspondia ao alemão Munga (abreviação de Mehrzweck Universal Geländewagen mit Allradantrieb, ou veículo de uso múltiplo universal para uso fora de estrada com tração em todas as rodas).

O Munga nascera de uma concorrência promovida em 1954 pelas forças da OTAN (Organização do Tratado do Atlântico Norte), da qual participaram a Borgward (marca hoje extinta) e a Porsche, em que foi o escolhido. Entre suas qualidades estavam a suspensão independente nas quatro rodas, intercambiáveis entre si, e o desempenho geral.




O Candango foi lançado com um eficiente sistema de tração permanente nas quatro rodas, com reduzida, mas sem diferencial central e nem autobloqueante. Logo depois foi criada a versão de tração dianteira somente, o Candango 2. O modelo de tração total foi renomeado Candango 4.

Ainda em 1958, o controle acionário da Auto Union passava à alemã Daimler-Benz, fabricante dos prestigiados Mercedes. Pouco depois surgiam produtos Auto Union com o nome da empresa: o Auto Union sp, cujas linhas eram claramente inspiradas no Ford Thunderbird, e o sedã duas-portas Auto Union 1000.

Boa parte da estabilidade do DKW-Vemag era provida pelo sistema de tração dianteira, embora sua fama de estável fosse mais resultado da comparação com os instáveis Fuscas e Renault Dauphine/Gordini. Tradicional da marca, proporcionava uma característica peculiar de direção: reações incomuns ao volante devido às juntas universais da tração dianteira, já que as eficientes juntas homocinéticas de esferas ainda estavam por aparecer.

Considerada ótima no início, sua velocidade máxima era de pouco mais de 120 km/h. Gradativamente, os veículos sofriam reestilizações, bem como seus nomes foram modificados. A perua passava a se chamar Vemaguet; o sedã passava a Belcar. A motorização de todos os modelos permanecia inalterada até fins de 1959, quando surgiu o motor de 980 cm3 de cilindrada (74 x 76 mm) e 44 cv. Isso justificou a inclusão de "1000" ao batismo daqueles veículos.


Em 1962 era apresentado aquele que viria a ser, talvez, o mais interessante DKW no Brasil. De estilo elegante e moderno, o Fissore teve seu desenho criado na Itália pela Carrozzeria Fissore. O modelo brasileiro nascia com a mesma mecânica de seus irmãos, mas um pouco mais potente, de 50 cv. Esse motor seria depois utilizado na série especial Belcar S, a última versão deste modelo.

O Fissore só entraria no mercado em 1964. Considerado muito caro, o automóvel teve poucos consumidores. Outros modelos de pouco sucesso foram Pracinha e Caiçara, versões despojadas da Vemaguet. A maioria dos compradores passava a equipá-las logo após a compra, eliminando a vantagem econômica. A produção da Pracinha foi de 6.500 unidades e a Caiçara chegou a pouco mais de 1.000.

Em 1965 era lançada a versão Rio do Belcar, em homenagem aos 400 anos da cidade. A partir desse ano os motores DKW eram equipados com um engenhoso sistema, o Lubrimat. Tratava-se de uma bomba de óleo que levava lubrificante ao carburador, visto tratar-se de motor dois tempos. Antes do sistema era necessário adicionar o óleo ao combustível diretamente no tanque, a cada reabastecimento.

A proporção de mistura era 40 partes de gasolina para uma de óleo. Com o Lubrimat, essa relação variava de 40:1 a 100:1, gerando boa economia de lubrificante. Curiosamente, muitos proprietários não confiavam no equipamento e colocavam um pouco de óleo no tanque de combustível, anulando a vantagem.



Em 1967, último ano de sua produção, Belcar e Vemaguet traziam novidades importantes: frente reestilizada com quatro faróis (quatro altos, dois baixos), sistema elétrico de 12 volts e alternador, em que foi um dos pioneiros no Brasil.

Comportamento

O sucesso dos modelos DKW-Vemag foi, em parte, devido ao sucesso alcançado nas pistas de corrida. Suas características de torque, velocidade e estabilidade tornavam-no um dos carros mais competitivos dos circuitos de rua e autódromos na década de 60. A Vemag montou um departamento de competições, o primeiro da espécie no Brasil, comandado pelo especialista Jorge Lettry. O carro era também o preferido dos taxistas, pela sua robustez e manutenção barata.
Houve até a criação de esportivos baseados na mecânica DKW. O mais famoso foi o DKW-Malzoni, que evoluiu para o Puma DKW, este o precursor daquele que viria a se tornar um dos esportivos nacionais mais cobiçados: o Puma VW.



A maturidade trouxe nível de qualidade elevado para a época. Os automóveis DKW-Vemag apresentavam baixo índice de defeitos e constituíam concorrência pesada na categoria. Talvez por esse motivo, o controle da Vemag passava, em 1967, para as mãos da Volkswagen do Brasil. Dois anos antes, na Alemanha, a Volkswagen AG (sociedade anônima) havia adquirido o controle da Auto Union GmbH (Limitada) e transformado a empresa na Audi AG. Surgira então na Alemanha o Audi 60, versão de motor quatro-tempos (1,7 litro) do último DKW, o F102.

Se na Europa já se podia antever os sofisticados veículos da Audi, aqui a linha de montagem da Vemag era reprogramada para os modelos baseados na plataforma e mecânica Fusca. O painel do VW Brasília, por exemplo, seria o mesmo do Fissore.

A Vemag passou à história da indústria automobilística brasileira com um saldo de mais de 100 mil veículos produzidos. Dentre todos os modelos o Belcar foi o campeão, com pouco mais de 50 mil unidades, seguido pela Vemaguet, com quase 48 mil.

Hoje, o peculiar som dos motores DKW pode ser testemunhado em encontros de automóveis antigos, onde o Belcar e a Vemaguet em geral representam aquela que foi uma das mais importantes marcas de nossa indústria.

Curiosidades técnicas

· Até 1963, o Belcar e a Vemaguet apresentavam portas dianteiras apelidadas de "suicidas", devido ao sentido contrário de abertura.

· A construção da carroceria era separada, com chassi de vigas em perfil de caixa fechado que só ia até o eixo traseiro. Dali para trás a carroceria se auto-sustentava. Tanto que, em 1966, a fábrica criou uma estrutura adicional para a parte traseira da Vemaguet, pois esta cedia com o passar do tempo.

· A Argentina também produziu modelos DKW, incluindo o Fissore. Em nada semelhante ao brasileiro, porém.

· O estúdio italiano Carrozzeria Fissore foi responsável por diversos modelos DKW. Além do brasileiro e do argentino, a matriz também produziu seu Fissore.

· O motor do DKW-Vemag não tinha bomba d'água no sistema de arrefecimento. A circulação entre bloco e radiador dava-se por sifão térmico - a água quente sobe e a fria desce. A bomba de combustível era acionada pneumaticamente, pelo vai-e-vem do pistão do terceiro cilindro.

· Sistema de ignição era individual, havendo um platinado, um condensador e uma bobina para cada cilindro. O avanço inicial de ignição também precisava ser feito individualmente. Embora desse um certo trabalho para ajustar, era praticamente impossível o veículo ficar na estrada por problema de ignição.

· O radiador ficava atrás do motor, em posição elevada (para favorecer o sifão térmico) e o ventilador mecânico era movimentado por uma árvore que passava pelo cabeçote. Dizia-se, em tom de brincadeira, que o motor do DKW-Vemag era um SOHF, single overhead fanshaft, árvore do ventilador no cabeçote, em paródia ao SOHC e DOHC dos motores quatro-tempos.

· O termômetro da água de refrigeração do motor não era elétrico, mas hidráulico, funcionando por capilaridade -- um tubo cheio de éter ligava o instrumento ao cabeçote, e se danificava com freqüência.

· O pedal do acelerador era de dois estágios, em que a partir de determinado ponto uma segunda mola endurecia bastante o pedal, estimulando pequenas aberturas do acelerador, justamente a forma de dirigir economicamente veículos com motores de dois tempos. Como o leitor imagina, os jovens à época removiam a segunda mola, para andar "de pé embaixo" sem incômodo...

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LOREMO: Esse carro começa a ser vendido em 2009



Tem lógica ter de usar 1,5 tonelada de aço para transportar em média 80 kg de carga?




Aparentemente, não, mas é isso que você faz todos os dias, quando liga seu carro para sair de casa, e vem sendo assim desde que o carro foi inventado.


Para tentar sanar esse raciocínio estranho, mas corriqueiro, uma empresa na Alemanha teve a grande idéia de criar um carro mais leve e, com isso, mais econômico e ecológico.


Com 450 kg, o Loremo, fabricado por uma empresa de mesmo nome, consegue a proeza de precisar de apenas um litro de diesel para andar 66,7 km!


Para uma base de comparação, seria suficiente um tanque do Loremo, de 20 l, para ir de São Paulo a Blumenau e voltar sem ter de parar a não ser para descansar as pernas.



Essa é uma marca três vezes melhor que a dos carros mais econômicos do mercado brasileiro e seis vezes mais interessante que a média dos veículos.


A razão é simples: com um carro mais leve, é possível usar um motor menos potente para realizar o mesmo serviço.
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