sábado, 22 de março de 2008

Chega ao Brasil cafetina brasileira que testemunhou no caso Spitzer


A cafetina brasileira Andreia Schwartz chegou ao Brasil neste sábado (22). Uma das testemunhas do envolvimento do ex-governador de Nova York Eliot Spitzer com uma rede de prostituição, Andreia partiu de Nova York e chegou nesta manhã ao Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, na Grande São Paulo.


Segundo o delegado-chefe da Polícia Federal em Cumbica, Marco Antônio Lino, Andreia preencheu a ficha de deportação - trâmite obrigatório aos brasileiros deportados - e deixou o aeroporto por um terminal doméstico, despistando a imprensa que a aguardava na área do desembarque internacional.

A saída de Andreia por um terminal doméstico foi um pedido da própria brasileira e, segundo a PF, foi concedido para evitar confusão devido ao grande número de jornalistas no aeroporto. O destino da brasileira em São Paulo é desconhecido.

No mesmo vôo de Andreia, estava o ex-jogador de futebol Pelé que desembarcou em São Paulo. A saída de Pelé pelo desembarque internacional do terminal dois de Cumbica provocou tumulto entre os repórteres.

A deportação da brasileira estava prevista para acontecer na semana passada, mas foi adiada. Na ocasião, o departamento de imigração dos EUA informou que o adiamento é um procedimento normal e confirmou que promotores interrogaram Andreia no dia 14 de março.

Dois homens que disseram ser seus amigos aguardavam a chegada da brasileira em Cumbica. Eles afirmaram estar no aeroporto a pedido da mãe de Andreia, que mora no Espírito Santo. O servidor público Roger Gouveia disse que a família da brasileira está preocupada com a mudança de planos de Andreia, pois, segundo ele, ela embarcaria para Vitória na tarde deste sábado na compania dos dois amigos.

Por cerca de um mês, ela permaneceu em um presídio onde ficam estrangeiros que aguardam a deportação. Nos Estados Unidos, ela cumpriu a pena de um ano e meio de prisão por tráfico de drogas e por comandar uma rede de prostituição.

Andréia seria uma informante do FBI na investigação que levou à queda do ex-governador de Nova York, acusado de usar regularmente serviços de prostitutas.

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A cafetina brasileira Andreia Schwartz chegou ao Brasil neste sábado (22). Uma das testemunhas do envolvimento do ex-governador de Nova York Eliot Spitzer com uma rede de prostituição, Andreia partiu de Nova York e chegou nesta manhã ao Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, na Grande São Paulo.


Segundo o delegado-chefe da Polícia Federal em Cumbica, Marco Antônio Lino, Andreia preencheu a ficha de deportação - trâmite obrigatório aos brasileiros deportados - e deixou o aeroporto por um terminal doméstico, despistando a imprensa que a aguardava na área do desembarque internacional.

A saída de Andreia por um terminal doméstico foi um pedido da própria brasileira e, segundo a PF, foi concedido para evitar confusão devido ao grande número de jornalistas no aeroporto. O destino da brasileira em São Paulo é desconhecido.

No mesmo vôo de Andreia, estava o ex-jogador de futebol Pelé que desembarcou em São Paulo. A saída de Pelé pelo desembarque internacional do terminal dois de Cumbica provocou tumulto entre os repórteres.

A deportação da brasileira estava prevista para acontecer na semana passada, mas foi adiada. Na ocasião, o departamento de imigração dos EUA informou que o adiamento é um procedimento normal e confirmou que promotores interrogaram Andreia no dia 14 de março.

Dois homens que disseram ser seus amigos aguardavam a chegada da brasileira em Cumbica. Eles afirmaram estar no aeroporto a pedido da mãe de Andreia, que mora no Espírito Santo. O servidor público Roger Gouveia disse que a família da brasileira está preocupada com a mudança de planos de Andreia, pois, segundo ele, ela embarcaria para Vitória na tarde deste sábado na compania dos dois amigos.

Por cerca de um mês, ela permaneceu em um presídio onde ficam estrangeiros que aguardam a deportação. Nos Estados Unidos, ela cumpriu a pena de um ano e meio de prisão por tráfico de drogas e por comandar uma rede de prostituição.

Andréia seria uma informante do FBI na investigação que levou à queda do ex-governador de Nova York, acusado de usar regularmente serviços de prostitutas.
Postado por Fred Guilhon Marcadores:

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