quarta-feira, 26 de março de 2008

Motos Made In Ceará. Sonho da fábrica própria





A marca de motos “União da Estrela”, mais conhecida pela sigla US1, existe há quatro anos em Fortaleza e neste ano pretende alçar vôos mais altos com o nascimento de sua fábrica. Segundo o presidente da marca, Ricardo Melo, ainda neste ano tem recebido propostas de incentivos fiscais por parte de alguns prefeitos do interior do Ceará.

“Estamos analisando três cidades. Mas isso é um segredo até eu decidir onde nós vamos instalar a montadora. Uma coisa é certa: a fábrica ficará no Ceará”, garante. A previsão é que o projeto se concretize no último semestre de 2008. O investimento será praticamente de R$ 4 milhões.

As motos da US1 são feitas com kits de peças importadas da China e pré-montadas neste país. “Na China, no outro lado do mundo, nós temos dois técnicos que vistoriam toda a montagem das motos, adaptando-as para a realidade brasileira”, conta.

Ele declara que com a concretização da fábrica no Ceará, as motos deverão ser montadas aqui, ofertando mais empregos aos moradores da região e tornando-as mais baratas para o consumidor final.

Depois da fábrica consumada, a produção inicial, de acordo com as suas estimativas, será de três mil motocicletas por ano. A montadora deverá ter cerca de 70 a 80 funcionários.

Sobre uma possível escassez das peças de reposição, o presidente avisa que vão trabalhar firme para que isso não aconteça. “Umas das prioridades do nosso projeto é que a maioria das peças seja compatível com o número de motos que forem produzidas”.

No plano estratégico, Ricardo Melo declara que inicialmente querem consolidar a região Nordeste para depois partir para região Norte. “Queremos comercializar da Bahia até o Amazonas”, diz.

A linha atual da US1 compreende ao todo sete motos. Os motores vão de 50 a 250 cilindradas. A mais barata é a “OI”, de R$ 3.290, enquanto a mais cara é a Crossover, de R$ 7.800. O carro-chefe da marca, isto é, a mais vendida para o consumidor é a City, de R$ 4.330, de acordo com o gerente comercial Roberto Ribas.

O público que a marca pretende atingir e tornar mais fiel a marca é o B, C e D. Dessa linha, seus principais consumidores são os últimos. “Nosso foco é mais voltado para aquelas pessoas que utilizam a moto para trabalho”, diz.

As motos já estão sendo vendidas e podem também ser adquiridas por meio de financiamento, através das redes Panamericano e BV. Em termos de parcelas, “elas podem ser divididas em até 78 vezes”, ressalta o presidente.

Hoje, afirma Ricardo, os pontos de venda estão em Natal, Maranhão, Tocantins, Pará e, naturalmente, em Fortaleza. “A intenção ainda esse ano é abrir outros pontos de apoio da marca”. Atualmente, a US1 vende, em média, 200 motos por mês. Depois de concretizada a futura fábrica, o gerente comercial afirma que no primeiro ano, a vendas deverão aumentar para 600 mensais.

Fique por Dentro

Depois das japonesas a invasão das chinesas

A segunda onda da invasão dos olhos puxados no segmento das duas rodas é a chegada de uma avalanche de motos com DNA chinês. Primeiro foram as japonesas, com a Honda, Yamaha e a Suzuki. As chinesas não têm ainda nem 2% do mercado, mas basta pesquisar e verificar que já existem mais de dez marcas chinesas com motos sendo vendidas por aqui.

Pelo menos outras quatro têm projetos aprovados pela Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa). A Fei Ying Motor (FYM) também planeja produzir no Brasil. A MVK, mais forte na Argentina que aqui, terá fábrica lá.

A Dafra foi inaugurada no início do ano. A Traxx já tem fábrica em Manaus. A Garini tem concessionária no Ceará há dois anos. Estilo e grafismo das chinesas nem sempre agradam.

Contudo, elas são completas. Partida elétrica, freio dianteiro a disco e marcador de gasolina são itens comuns. Rodas de liga leve também. A maioria das motos tem entre 100 cm³ e 250 cm³ e tem algumas que começam a partir de R$ 3.200,00. Grupos fortes, atraídos pela margem alta de lucros estão investindo. O Grupo Rodobens, um dos maiores do setor no País, com faturamento anual de US$ 1,2 bilhão, está comercializando quatro modelos fabricados na China com sua marca, a Green Motos.

Venda de motos na internet

A partir de agora, é possível comprar uma scooter ou motocicleta sem sair de casa. Em parceria com o Banco Bradesco, a Motor-Z Ind. e Com., torna-se a primeira montadora brasileira de veículos de duas rodas, a oferecer a opção de compra direta, via internet, na sua loja virtual já disponível no www.motor-z.com.br . Com essa novidade, o cliente pode adquirir um dos cinco modelos elétricos ou três modelos movidos a gasolina, e receber o produto em sua residência, em qualquer cidade do país, entregue por um dos 52 revendedores da marca ou diretamente pela Motor-Z.

No ambiente virtual, o pagamento pode ser feito à vista via boleto bancário, gerado eletronicamente. Em breve também será possível pagar com cartão de crédito ou financiamento modalidades operadas pela Rede Shop Fácil do Bradesco.

Após o lançamento do Consórcio Nacional Motor-Z, administrado pela Embracon, também disponível no site, a marca soma uma nova opção aos seus consumidores com o lançamento da loja virtual.

O primeiro passo para a compra de um modelo Motor-Z via internet é escolher o link “loja virtual”, no site www.motor-z.com.br. No ambiente de compras, é possível selecionar um dos cinco modelos elétricos: S500, V500, S800, SS500 e S1000 e três modelos movidos a gasolina; as scooters SCO 50 e SCO 150 e também a motoneta Cub 110. Para cada modelo, o internauta conta com links de acesso às combinações de cores e ficha técnica detalhada. Após a escolha do modelo e a seleção da opção “comprar”, o cliente dá início ao processo de efetivação, com o preenchimento de um cadastro e cálculo automático do valor do frete, que varia de acordo com a região.

2 comentários:

rosacharme disse...

oi eu moro no mato grosso meu marido esta afim de aposenta...e ficou entereçado fazer 1 representação dessas motos us1 aqui no mato grosso...como q ele entra em contado..por favor me mande 1 resposta p/ meu gmail(andreacamposrosa@gmail.com) ficaria grata

Anônimo disse...

muito bom ter aqui no brasil,mais opçoes de motos,isso faz com que a honda e yamaha lancem modelos mais asseciveis ao consumidor\\\





A marca de motos “União da Estrela”, mais conhecida pela sigla US1, existe há quatro anos em Fortaleza e neste ano pretende alçar vôos mais altos com o nascimento de sua fábrica. Segundo o presidente da marca, Ricardo Melo, ainda neste ano tem recebido propostas de incentivos fiscais por parte de alguns prefeitos do interior do Ceará.

“Estamos analisando três cidades. Mas isso é um segredo até eu decidir onde nós vamos instalar a montadora. Uma coisa é certa: a fábrica ficará no Ceará”, garante. A previsão é que o projeto se concretize no último semestre de 2008. O investimento será praticamente de R$ 4 milhões.

As motos da US1 são feitas com kits de peças importadas da China e pré-montadas neste país. “Na China, no outro lado do mundo, nós temos dois técnicos que vistoriam toda a montagem das motos, adaptando-as para a realidade brasileira”, conta.

Ele declara que com a concretização da fábrica no Ceará, as motos deverão ser montadas aqui, ofertando mais empregos aos moradores da região e tornando-as mais baratas para o consumidor final.

Depois da fábrica consumada, a produção inicial, de acordo com as suas estimativas, será de três mil motocicletas por ano. A montadora deverá ter cerca de 70 a 80 funcionários.

Sobre uma possível escassez das peças de reposição, o presidente avisa que vão trabalhar firme para que isso não aconteça. “Umas das prioridades do nosso projeto é que a maioria das peças seja compatível com o número de motos que forem produzidas”.

No plano estratégico, Ricardo Melo declara que inicialmente querem consolidar a região Nordeste para depois partir para região Norte. “Queremos comercializar da Bahia até o Amazonas”, diz.

A linha atual da US1 compreende ao todo sete motos. Os motores vão de 50 a 250 cilindradas. A mais barata é a “OI”, de R$ 3.290, enquanto a mais cara é a Crossover, de R$ 7.800. O carro-chefe da marca, isto é, a mais vendida para o consumidor é a City, de R$ 4.330, de acordo com o gerente comercial Roberto Ribas.

O público que a marca pretende atingir e tornar mais fiel a marca é o B, C e D. Dessa linha, seus principais consumidores são os últimos. “Nosso foco é mais voltado para aquelas pessoas que utilizam a moto para trabalho”, diz.

As motos já estão sendo vendidas e podem também ser adquiridas por meio de financiamento, através das redes Panamericano e BV. Em termos de parcelas, “elas podem ser divididas em até 78 vezes”, ressalta o presidente.

Hoje, afirma Ricardo, os pontos de venda estão em Natal, Maranhão, Tocantins, Pará e, naturalmente, em Fortaleza. “A intenção ainda esse ano é abrir outros pontos de apoio da marca”. Atualmente, a US1 vende, em média, 200 motos por mês. Depois de concretizada a futura fábrica, o gerente comercial afirma que no primeiro ano, a vendas deverão aumentar para 600 mensais.

Fique por Dentro

Depois das japonesas a invasão das chinesas

A segunda onda da invasão dos olhos puxados no segmento das duas rodas é a chegada de uma avalanche de motos com DNA chinês. Primeiro foram as japonesas, com a Honda, Yamaha e a Suzuki. As chinesas não têm ainda nem 2% do mercado, mas basta pesquisar e verificar que já existem mais de dez marcas chinesas com motos sendo vendidas por aqui.

Pelo menos outras quatro têm projetos aprovados pela Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa). A Fei Ying Motor (FYM) também planeja produzir no Brasil. A MVK, mais forte na Argentina que aqui, terá fábrica lá.

A Dafra foi inaugurada no início do ano. A Traxx já tem fábrica em Manaus. A Garini tem concessionária no Ceará há dois anos. Estilo e grafismo das chinesas nem sempre agradam.

Contudo, elas são completas. Partida elétrica, freio dianteiro a disco e marcador de gasolina são itens comuns. Rodas de liga leve também. A maioria das motos tem entre 100 cm³ e 250 cm³ e tem algumas que começam a partir de R$ 3.200,00. Grupos fortes, atraídos pela margem alta de lucros estão investindo. O Grupo Rodobens, um dos maiores do setor no País, com faturamento anual de US$ 1,2 bilhão, está comercializando quatro modelos fabricados na China com sua marca, a Green Motos.

Venda de motos na internet

A partir de agora, é possível comprar uma scooter ou motocicleta sem sair de casa. Em parceria com o Banco Bradesco, a Motor-Z Ind. e Com., torna-se a primeira montadora brasileira de veículos de duas rodas, a oferecer a opção de compra direta, via internet, na sua loja virtual já disponível no www.motor-z.com.br . Com essa novidade, o cliente pode adquirir um dos cinco modelos elétricos ou três modelos movidos a gasolina, e receber o produto em sua residência, em qualquer cidade do país, entregue por um dos 52 revendedores da marca ou diretamente pela Motor-Z.

No ambiente virtual, o pagamento pode ser feito à vista via boleto bancário, gerado eletronicamente. Em breve também será possível pagar com cartão de crédito ou financiamento modalidades operadas pela Rede Shop Fácil do Bradesco.

Após o lançamento do Consórcio Nacional Motor-Z, administrado pela Embracon, também disponível no site, a marca soma uma nova opção aos seus consumidores com o lançamento da loja virtual.

O primeiro passo para a compra de um modelo Motor-Z via internet é escolher o link “loja virtual”, no site www.motor-z.com.br. No ambiente de compras, é possível selecionar um dos cinco modelos elétricos: S500, V500, S800, SS500 e S1000 e três modelos movidos a gasolina; as scooters SCO 50 e SCO 150 e também a motoneta Cub 110. Para cada modelo, o internauta conta com links de acesso às combinações de cores e ficha técnica detalhada. Após a escolha do modelo e a seleção da opção “comprar”, o cliente dá início ao processo de efetivação, com o preenchimento de um cadastro e cálculo automático do valor do frete, que varia de acordo com a região.
Postado por Fred Guilhon Marcadores: , ,

2 comentários:

rosacharme disse...

oi eu moro no mato grosso meu marido esta afim de aposenta...e ficou entereçado fazer 1 representação dessas motos us1 aqui no mato grosso...como q ele entra em contado..por favor me mande 1 resposta p/ meu gmail(andreacamposrosa@gmail.com) ficaria grata

31 de agosto de 2008 13:48  
Anônimo disse...

muito bom ter aqui no brasil,mais opçoes de motos,isso faz com que a honda e yamaha lancem modelos mais asseciveis ao consumidor\\\

28 de agosto de 2010 14:42