domingo, 18 de novembro de 2007

Etiqueta para quem é chic


Civilidade. Essa é a palavra-chave de Alô, chics!, o quarto livro da consultora de moda e etiqueta Gloria Kalil. Com dicas que vão de ocasiões especiais a situações em família, o manual é uma continuidade da publicação anterior “Chic[érrimo] - Moda e etiqueta em novo regime”. Esse material simplifica os códigos de comportamento com o lema “ninguém é chic se não for civilizado”.

Para ajudar no convívio pessoal diante de um ritmo de vida contemporâneo cada vez mais veloz e um excesso de individualismo crescente, essa ética do cotidiano, como a especialista chama a etiqueta, surge para tornar o caos um pouco menos desagradável. Os esclarecimentos e sugestões de Gloria são respostas as dúvidas e problemas dos ouvintes do programa na rádio Eldorado de São Paulo, dos telespectadores do quadro Etiqueta urbana do Fantástico, e dos internautas de seu site www.chic.ig.com.br.

Tendências

A obra está dividida em oito assuntos principais (nas cidades, ocasiões especiais, questões de fino trato, situações explosivas, encrencas à mesa, correio sentimental, em família e tendências de comportamento). No escritório, em assuntos de festa, na hora de enviar um e-mail e, até mesmo, em barracos, Gloria fala com uma linguagem coloquial, divertida e direta. A vantagem é que cada tópico pode ser lido de forma aleatória, dependendo do interesse do leitor.

Mas, o destaque desse manual fica mesmo por conta dos dois últimos capítulos. Em tendências de comportamento, as revoluções surgidas depois dos metrossexuais, dos paparazzi e da necessidade de uma etiqueta especial para celebridades e fãs, revelam novos códigos de comportamento que precisam ser incorporados ao cotidiano.

Para completar, há um teste de civilidade, com observações sobre a maneira correta de se comportar tanto em situações cotidianas como nas mais imprevisíveis. “Respeitar filas - sejam elas quais forem” estão entre as 12 situações citadas pela autora. O que ela propõe? Abolir todos os impostos e reuni-los na taxa de civilidade, isentando de pagamento aqueles que, obedecendo a pelo menos 11 pontos, contribuem para o bem-estar coletivo.

Atitudes como ultrapassar pela esquerda e querer que lhe dêem passagem de volta é coisa que não se faz de jeito algum. No trato com crianças, a consultora diz que o certo é cumprir as promessas de recompensa ou punição para que elas aprendam a obedecer. Em situações como festas na empresa, não falar de doenças, dificuldades financeiras ou depressão é o mais sensato.

Em casos constrangedores como dívidas, não é indicado dar presentes ou fazer convites ao credor. Ele pode pensar que você deveria era pagar a dívida. Lidar com bêbados desconhecidos é outro exemplo de episódio delicado. O conselho de Gloria é ficar distante e evitar tirar satisfações por atitudes ou comentários desagradáveis. O vexame pode ser maior.

Exemplos diários, mas que muitas vezes não se sabe o que fazer, como cumprimentar quando se está gripado, ela reafirma que o correto é mesmo evitar o contato. Não se deve beijar, nem dar as mãos. Lavá-las sempre e jamais fungar são as recomendações.

Eventualidades como casamentos pela manhã ou jantares para estrangeiros também têm suas particularidades. Gloria ensina que tudo pode ser chic. Basta bom senso e elegância!

DÚVIDAS FREQÜENTES

Cinema - O que fazer se a pessoa ao meu lado insistir em atender ao celular?

Se ela não desliga e o telefone toca a toda hora, pode ter a certeza de que, no mínimo, oito fileiras de espectadores também vão reclamar até o chato ser obrigado a ir conversar fora da sala ou desligar.

Trabalho - No local, o conselho é não deixar a música do seu computador tomar conta do ambiente, nem permanecer surdo aos seus colegas com fones de ouvido.

Recado - Quando você receber telefonema para uma pessoa ausente, o recomendado é anotar o recado. Comentar detalhes nem pensar.

À mesa - Não se deve cuspir caroços de cereja ou uva no prato ou no guardanapo. O certo é pegá-los com a mão discretamente e colocá-los no prato.

Fumantes - Na casa de pessoa pouco íntima, procure por cinzeiros. Se não encontrá-los, nada de fumar.

Recado - Quando você pegar ônibus, elevador, trem ou metrô, espere as pessoas saírem primeiro para depois entrar. Isso evita trombadas e mau humor.

Fonte: Gloria Kalil

ETIQUETA

"Alô, chics - etiqueta contemporânea"
Gloria Kalil
224 páginas
R$ 39,90
EDIOURO
2007

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domingo, 18 de novembro de 2007 às 10:59:00 AM |  

Civilidade. Essa é a palavra-chave de Alô, chics!, o quarto livro da consultora de moda e etiqueta Gloria Kalil. Com dicas que vão de ocasiões especiais a situações em família, o manual é uma continuidade da publicação anterior “Chic[érrimo] - Moda e etiqueta em novo regime”. Esse material simplifica os códigos de comportamento com o lema “ninguém é chic se não for civilizado”.

Para ajudar no convívio pessoal diante de um ritmo de vida contemporâneo cada vez mais veloz e um excesso de individualismo crescente, essa ética do cotidiano, como a especialista chama a etiqueta, surge para tornar o caos um pouco menos desagradável. Os esclarecimentos e sugestões de Gloria são respostas as dúvidas e problemas dos ouvintes do programa na rádio Eldorado de São Paulo, dos telespectadores do quadro Etiqueta urbana do Fantástico, e dos internautas de seu site www.chic.ig.com.br.

Tendências

A obra está dividida em oito assuntos principais (nas cidades, ocasiões especiais, questões de fino trato, situações explosivas, encrencas à mesa, correio sentimental, em família e tendências de comportamento). No escritório, em assuntos de festa, na hora de enviar um e-mail e, até mesmo, em barracos, Gloria fala com uma linguagem coloquial, divertida e direta. A vantagem é que cada tópico pode ser lido de forma aleatória, dependendo do interesse do leitor.

Mas, o destaque desse manual fica mesmo por conta dos dois últimos capítulos. Em tendências de comportamento, as revoluções surgidas depois dos metrossexuais, dos paparazzi e da necessidade de uma etiqueta especial para celebridades e fãs, revelam novos códigos de comportamento que precisam ser incorporados ao cotidiano.

Para completar, há um teste de civilidade, com observações sobre a maneira correta de se comportar tanto em situações cotidianas como nas mais imprevisíveis. “Respeitar filas - sejam elas quais forem” estão entre as 12 situações citadas pela autora. O que ela propõe? Abolir todos os impostos e reuni-los na taxa de civilidade, isentando de pagamento aqueles que, obedecendo a pelo menos 11 pontos, contribuem para o bem-estar coletivo.

Atitudes como ultrapassar pela esquerda e querer que lhe dêem passagem de volta é coisa que não se faz de jeito algum. No trato com crianças, a consultora diz que o certo é cumprir as promessas de recompensa ou punição para que elas aprendam a obedecer. Em situações como festas na empresa, não falar de doenças, dificuldades financeiras ou depressão é o mais sensato.

Em casos constrangedores como dívidas, não é indicado dar presentes ou fazer convites ao credor. Ele pode pensar que você deveria era pagar a dívida. Lidar com bêbados desconhecidos é outro exemplo de episódio delicado. O conselho de Gloria é ficar distante e evitar tirar satisfações por atitudes ou comentários desagradáveis. O vexame pode ser maior.

Exemplos diários, mas que muitas vezes não se sabe o que fazer, como cumprimentar quando se está gripado, ela reafirma que o correto é mesmo evitar o contato. Não se deve beijar, nem dar as mãos. Lavá-las sempre e jamais fungar são as recomendações.

Eventualidades como casamentos pela manhã ou jantares para estrangeiros também têm suas particularidades. Gloria ensina que tudo pode ser chic. Basta bom senso e elegância!

DÚVIDAS FREQÜENTES

Cinema - O que fazer se a pessoa ao meu lado insistir em atender ao celular?

Se ela não desliga e o telefone toca a toda hora, pode ter a certeza de que, no mínimo, oito fileiras de espectadores também vão reclamar até o chato ser obrigado a ir conversar fora da sala ou desligar.

Trabalho - No local, o conselho é não deixar a música do seu computador tomar conta do ambiente, nem permanecer surdo aos seus colegas com fones de ouvido.

Recado - Quando você receber telefonema para uma pessoa ausente, o recomendado é anotar o recado. Comentar detalhes nem pensar.

À mesa - Não se deve cuspir caroços de cereja ou uva no prato ou no guardanapo. O certo é pegá-los com a mão discretamente e colocá-los no prato.

Fumantes - Na casa de pessoa pouco íntima, procure por cinzeiros. Se não encontrá-los, nada de fumar.

Recado - Quando você pegar ônibus, elevador, trem ou metrô, espere as pessoas saírem primeiro para depois entrar. Isso evita trombadas e mau humor.

Fonte: Gloria Kalil

ETIQUETA

"Alô, chics - etiqueta contemporânea"
Gloria Kalil
224 páginas
R$ 39,90
EDIOURO
2007
Postado por Fred Guilhon Marcadores:

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